jul 23

Vivo Easy vale a pena pra quem quer gastar pouco

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/07/2018 às 16:48h

     Recentemente a Vivo deu uma reformulada no plano Vivo Easy e acabou agradando uns e desagradando outros. Explico: pra quem usa como plano principal, ficou mais caro e menos vantajoso. Mas pra quem usa pouco, como uma linha de backup, ficou muito barato e interessante.

     Diferente do que ocorre com todos os outros planos, seja da Vivo, seja de outras operadoras, o Easy não depende de recargas periódicas para continuar funcionando e mantendo a linha ativa. Eu achei isso bem estranho, pois acaba com a receita recorrente da operadora, que tem custos pra manter uma linha ativa, seja de infraestrutura, seja administrativo, seja junto a Anatel. Porém, a empresa me confirmou que, desde que haja um pacote ativo, a linha não será bloqueada. Tenho os prints ;)

     O plano Vivo Easy é todo controlado por um app de mesmo nome. Para se cadastrar, use o convite G0RD0G33K e você receberá 1.000 diárias de WhatsApp grátis. As diárias descontam apenas no dia que usar. Senão usar, elas ficam lá no seu saldo de diárias. Assim, você pode comprar um chip novo na banca por R$ 10,00, colocar esse código, ativar o plano e ficar quase 3 anos (1.000 diárias dá uns 2 anos e 8 meses) usando de graça, sem ter de fazer recargas periódicas. Em resumo: pra quem só usa WhatsApp e quer ter uma linha extra, um baita negócio. Uma evolução do “pai de santo”, aquele celular que só recebe. Esse, além de receber e ter WhatsApp ilimitado, não tem custo mensal com recargas.

     Antigamente o plano Vivo Easy oferecia por algo em torno de R$ 55 um pacote com 4GB de internet e ligações ilimitadas pra todo Vivo no Brasil. Agora, como cada diária de telefonia (que inclui ligações para qualquer operadora no Brasil e SMS ilimitados) custa R$ 0,99, se usar todos os dias do mês, gastará R$ 30 só de telefonia. Caso contrate mais 4GB, o plano beira os R$ 100 mensais. Por isso que lá no começo eu disse: pra quem usa pouco, vale a pena. Mas pra quem usa muito, não.

     Uma coisa muito interesse nesse plano da Vivo é que você pode contratar as diárias ou pacotes de diárias por aplicativos e usar de forma ilimitado, inclusive vídeos do YouTube e Netflix. Se for por diária, sai R$ 2,99 cada, mas se for no combo (30 diárias por R$ 29,90), a diária custará menos de R$ 1. Então se todo final de semana você viaja de ônibus e quer ir curtindo YouTube a vontade durante toda a viagem, gastará só R$ 1. Isso vale também para acalmar as crianças naquelas viagens mais longas pra visitar os avôs.

     Existem pacotes mais em conta também, como para Facebook (R$ 1,49 por diária ou R$ 14,90 o pacote com 30), Twitter (R$ 0,49/ dia ou R$ 4,90/ pacote), Spotify (R$ 1,99/ dia ou R$ 19,90/ pacote), mobilidade com Waze, Easy Taxi e Cabify (R$ 0,49/ dia ou R$ 4,90/ pacote). Como ficou bem nítido, é muito flexível poder contratar por diária só quando for usar, cobrando diretamente no cartão de crédito, mas se optar pelo combo, terá um belo desconto. E, como os pacotes não expiram, é interessante comprar os pacotes e deixar de backup.

     Caso você tenha um pacote específico contratado (como YouTube), a primeira vez que você abrir o aplicativo ou acessar algum link do serviço, já será descontado da diária, ao invés do tráfego de dados comum. Falando nisso, o custo pra 1GB é de R$ 19,99 e vai caindo conforme o volume aumenta, como R$ 34,99 para 2GB, R$ 47,99 para 3GB, R$ 59,99 para 4GB, etc.

     Uma coisa que notei é que como o plano é novo, a Vivo ainda está fazendo ajustes nele. Logo que lançaram, a diária do YouTube era R$ 1,99 (contra R$ 2,99 de hoje) e do Netflix era R$ 4,99 (contra R$ 2,99 de hoje). Acredito que, conforme os cliente vão usando, isso gera mais informação pra empresa e eles vão fazendo ajustes em sua estratégia de preços. Contudo, uma vez contratado o pacote, ele não sofrerá reajuste até que você gasta tudo que já comprou e precise comprar mais.

     Recentemente um amigo foi atualizar o GPS dele e acabou danificando o software. Em conversa com ele, dei a ideia de pegar um celular mais antigo que ele tinha guardado na gaveta e usar pra essa função, através do Waze. Com esse pacote de mobilidade do Vivo Easy, sai apenas R$ 4,90 se ele usar todos os dias do mês, o que dá R$ 0,1633 por dia de uso. Além disso, pode deixar o telefone no porta luvas com o Google Maps compartilhando a localização e bateria, então serve de rastreador caseiro.

     Outro uso interesse pro Vivo Easy é em central de alarme e monitoramento. Algumas centrais, além da conexão com uma linha de telefone fixa, tem slot para colocar um chip. No caso de disparo do alarme, ela liga e envia SMS. Como esses ventos podem ser raros, manter um plano de celular apenas pra isso pode se tornar oneroso. Assim, como o Easy não depende de recargas periódicas, basta contratar algumas diárias de telefone e ele irá ativar automaticamente em caso de necessidade.

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Categoria(s): Dicas
ago 16

Review do Box MXQ-4K para IPTV, seriados e filmes

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/08/2017 às 21:48h

     Há cerca de dois meses eu comprei uma box MXQ-4K pra testar aqui pro canal. Nesse meio tempo, rodei vários tipos de conteúdo, seja via rede local, internet ou através das 4 portas USB 2 que ela tem e possibilitam conectar HD externo ou pendrive. Mas vale a pena gastar R$ 130,00 nessa caixinha multimídia pra ter acesso a IPTV, Netflix, YouTube, Kodi e outros?

     A primeira coisa que devo dizer é: se você é exigente e tem grana pra gastar, vai conseguir comprar coisa muito melhor, como a Xiaomi MiBox. Porém, se a grana está curta e você acha que consegue conviver com as limitações de um aparelho barato, acredito que será uma boa compra.

     Você vai encontrar diversos modelos de aparelhos muito similares a MXQ no Mercado Livre e em sites chineses, como Alibaba, DealExtreme, Gearbest e afins. No chassi, parece tudo a mesma coisa. No interior, podem variar bastante ou nem tanto assim. Não dá pra saber o que cada fabricante coloca dentro da sua caixa.

     Como eu mostro no vídeo, rodar um Android de tablet numa box, onde a interação é basicamente por um controle sem fio, demanda certa paciência. Porém, se o seu foco for rodar vídeo via USB e IPTV, não vai ter muitos problemas. Mas, se o seu foco é Netflix, YouTube e outros, acho que a dor de cabeça não valerá a pena.

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Categoria(s): Gadgets
set 30

VPN gratuita permite o acesso a conteúdo restrito

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/09/2015 às 13:51h

     Conforme eu expliquei nesse outro post, uma VPN serve para muitas coisas. Como eu sei que muita gente não vai clicar no link pra ler, vou resumir: sabe quando você precisa acessar algum conteúdo e ele está restrito a outro país, como os Estados Unidos? Então, a VPN engana os servidores gringos, pois você vai acessá-los usando um IP americano.

     Existem dezenas de empresas que vendem serviços de VPN. Um dos mais conhecidos é o TunnelBear e eles tem uma extensão para o Google Chrome. O plano mais em conta deles é gratuito e permite trafegar até 1GB por mês. Não é muito, se você quiser ver seriados, mas é o suficiente caso você só precise ativar alguns serviços, ler notícias em texto, etc.

     Uma vez instalada a extensão, você pode se logar diretamente com a sua conta Google, sem fornecer sua senha. Basta autorizar o acesso e a conta estará criada. Ae, sempre que você precisar, basta clicar no ícone e ativar o recurso.

     A maioria das pessoas talvez precise de um IP americano, mas nesse plano gratuito também estão disponíveis conexões a partir de outros países, como Canadá, Inglaterra, Itália, Japão, Alemanha e outros.

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Categoria(s): Dicas
jun 16

Chromecast: já vale a pena pagar R$ 199,00 nele?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 16/06/2014 às 12:09h

     O Chromecast foi lançado já tem algum tempo (outubro de 2013), mas eu ainda não tinha conseguido por as mãos nele. Havia pedido pra alguns amigos trazerem dos EUA, mas ocorreram vários “desencontros” e acabei ficando sem. Recentemente ele começou a ser vendido oficialmente no Brasil por R$ 199,00 e eu iria comprar pra conhecer. Porém, um amigo tinha um parado e resolveu me dar de presente \o/

     Lá fora, o Chromecast custa a merreca de USD 35. Pra quem ganha um salário mínimo de USD 1,400, é troco de pinga. Aqui, ele chegou custando R$ 199,00. Não vou nem entrar no mérito de como USD 35 viram R$ 199,00 nesse post. Vou me focar em responder a pergunta: vale a pena pagar isso tudo nele?

     Pra quem nunca viu um Chromecast, ele parece um pendrive, mas ao invés de um pino USB, o pino é HDMI, para se conectar diretamente na TV. Infelizmente, nem toda TV consegue alimentá-lo apenas via HDMI e se faz necessário ligar um cabo microUSB nele. A fonte e cabos já vem na embalagem, então você não irá gastar nada a mais. Porém, esteticamente, fica feio. Mas, como não tem outro jeito, não adianta chorar. Aqui em casa, testei em várias TVs e nenhuma conseguiu alimentá-lo sozinha. Nem as mais recentes, de 60”.

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Categoria(s): Android
out 10

Dando uma nova chance do Deezer: R$ 7,49/ mês

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/10/2013 às 22:42h

     No final do ano passado o pessoal da Deezer entrou em contato comigo pra ver se eu queria ser beta-tester deles no Brasil, pois o serviço iria se tornar público dentro de alguns meses. Ganhei uma conta Premium+ por 6 meses e confesso que usei bem pouco, especialmente porque eu sou usuário de longa data do Spotify. Aliás, sou usuário do Rdio também. Então, manter um terceiro serviço “igual” não estava nos meus planos.

     Apesar dos inúmeros rumores de que o Spotify vai finalmente chegar oficialmente ao Brasil, infelizmente quem quer ter uma conta VIP ainda precisa fazer gambiarras, como ter conta em um banco americano ou comprar gift cards. No meu caso, que tenho conta no Bank of America, bem como uma conta Paypal vinculada a essa conta, é relativamente fácil, mas não é barato. Com a alta cotação do dólar, mais IOF e tudo, me custa uns R$ 25,00 mensais pra ter uma única conta do Spotify.

     Como disse anteriormente, também tenho conta no Rdio. Aliás, minha conta lá é familiar e pago R$ 50,90 mensais pra ter direito a 5 contas. Assim, toda a família pode ter sua conta em seus dispositivos, sem ficar interrompendo a reprodução da música em outro dispositivo (isso acontece quando a conta não é familiar), nem bagunçando as playlists um do outro. Eu acho relativamente barato esse serviço, tendo em vista que estamos dentro da lei e oferece muita facilidade de uso. Minha mãe nunca mais mandou eu ficar procurando músicas em torrent pra por no celular. É o custo da conveniência.

     Infelizmente, nem Spotify e nem Deezer tem contas familiares. Seria muito útil. Além do Rdio, tenho também uma conta familiar no Netflix e agora que eles suportam vários perfis, separando o conteúdo já visto e as listas de cada usuário, é o céu! Mas bem, esse post era pra ser sobre o Deezer e antes que ele perca o rumo de vez, vamos retomar.

     O Duzis comentou a pouco no Twitter que a Deezer está com uma promoção de 50% durante 6 meses na conta Premium+. Aliás, não comentei, mas quase todos os serviços citados nesse post tem várias modalidades. Eu sempre assino a que permite ouvir em smartphones/ tablets e também fazer cache, pra ouvir offline e não ficar usando a banda do 3G/ 4G. Assim, acabei voltando a assinar o Deezer pra ver se o serviço evoluiu. Quem sabe eu não consigo me livrar dos R$ 25,00 mensais do Spotify?

     Uma coisa legal do Deezer é que eles tem uma espécie de API que permite que desenvolvedores façam coisas pra eles. A que eu acho mais interessante é a Spotizr, que me permite importar as playlist do Spotify pro Deezer. Facilita demais! Bem que podia ter algo parecido pro Rdio.

     Eu fiquei espantado com os apps do Deezer, seja pra tablet ou smartphone, iOS, Android ou Windows Phone. Melhoraram demais desde que eu testei o serviço! No caso do Android, que é a minha plataforma principal, o app está até melhor que o Spotify, com mais recursos e opções de configurações. Por exemplo: é fácil você limpar seu cache de músicas offline ou mudar o diretório onde elas estão. Assim, se o seu aparelho está com pouco espaço na memória principal, coloque um microSD e pumba: problema resolvido.

     Como eu já paguei novamente o plano Premium+, tenho os próximos 30 dias para explorar mais as novidades e ir comentando com vocês. Minha principal preocupação agora é saber sobre o acervo. Eu geralmente uso o Spotify para músicas internacionais e o Rdio para nacionais. Se eu puder centralizar tudo no Deezer, vai ser bom demais.

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jun 07

D-Link Boxee Box: comprar ou não comprar.

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 07/06/2012 às 19:00h

     Já falei aqui no blog sobre minhas primeiras impressões do Boxee Box, mas fiquei devendo um vídeo com maiores explicações, além daqueles curtos que coloquei no Twitter. Abaixo, um vídeo de mais de 15 minutos mostrando um pouco mais do aparelho e suas características.

     Conforme narro no vídeo, o aparelho tem alguns pontos fortes, mas muitos pontos negativos. A sua instabilidade e a falta de compatibilidade com o Netflix são os maiores. Assim, não recomendo a compra.

     Update 25/09/2012 09:49h Com pouco mais de 2 meses de uso, meu Boxee Box parou de funcionar. Mandei pra assistência técnica, passou os 30 dias que a lei determina e nada de arrumarem. Depois de muita reclamação via Twitter, ReclameAqui, etc., combinamos de me devolverem a grana. Ae que vi que a empresa é bem bagunçada. Começaram a me pedir dados que eu já tinha enviado a tempo. Quase 2 meses depois, finalmente recebi o estorno do valor pago.

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jun 06

Primeiras impressões em vídeo: Roku 2 XS

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/06/2012 às 17:26h

     Há pouco mais de um mês eu comentei aqui no blog sobre o Roku 2 XS, um media center focado em conteúdo online, muito popular na terra do Tio Sam. Por aqui, ele é praticamente desconhecido e temos motivos de sobre para deixá-lo assim. Eu o recebi há algumas semanas, mas o produto é tão fraco que não me motivou a gastar tempo num review na ocasião.

     Como alguns devem saber, nesses anos de blog eu já testei alguns media center, desde os Xing Ling encontrados no eBay/ Deal Extreme da vida, até os mais conhecidos, como Apple TV, WDTV, Boxee Box, etc. Como eu tinha um amigo vindo dos Estados Unidos, pedi pra ele me trazer o Roku e gastei USD 100 nele. Infelizmente, como vemos no vídeo acima, não foi lá um investimento muito inteligente.

     Para os amigos, esse produto faz muito sentido, porque eles tem mais de 500 canais de conteúdo para o Roku, entre eles: Netflix, Hulu Plus, Amazon Instant Video, Crackle, HDO Go, Epix, etc. Aqui no Brasil, infelizmente, muitos desses conteúdos bacanas não estão disponíveis sequer pra serem baixados na loja online. Claro, se você fizer aquele esqueminhas de VPN/ Proxy, pra deixar o aparelho com IP americano, conseguirá acessar quase tudo. Porém, como ele não aceita sequer configuração manual de IP, tudo deverá ser feito através de um roteador que suporte tal recurso e nem todo mundo terá como fazer isso.

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mai 02

Primeiras impressões: D-Link Boxee Box

25 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/05/2012 às 22:47h

     Na semana passada eu comentei por aqui os motivos que me levaram a comprar um D-Link Boxee Box ao invés de um novo Apple TV. Por uma enorme coincidência, no dia seguinte ao post a Apple anunciou a venda do produto no Brasil. Mas será que a caixinha a D-Link foi suficientemente competente para agradar um usuário exigente como eu?

     Devo confessar que as primeiras impressões que tive foram muito boas e ela ganhou muitos pontos. Porém, conforme fui usando o equipamento, foram surgindo alguns pontos negativos que valem ser destacados. Claro que isso é normal, nenhum produto é perfeito. Talvez, depois de muitos anos e várias versões, o produto chega num ponto de refinamento tão grande que fornece uma experiência muito boa ao usuário. Como o Boxee Box está em sua primeira versão, é natural que ainda existam pontos a serem trabalhados pelo fabricante.

     Logo que recebi o produto, comprado por R$ 399,00 no Mercado Livre, tive uma boa surpresa ao ver que o vendedor foi cuidadoso e enviou o produto numa caixa grande, lotada daqueles “chips verdes”, um tipo de espuma muito usado em embalagens. Ao tirá-lo dessa primeira caixa, me deparei com a caixa do produto em si. Ela é relativamente pequena e bem bonita. A abertura se dá de uma forma pouco convencional, diferente do clássico puxar a tampa para cima.

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abr 28

Roku: um setup-box barato pra ver vídeos online

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 28/04/2012 às 04:25h

     Nas minhas pesquisas atrás de media centers, acabei esbarrando no Roku, uma caixinha parecida com o Apple TV e que chamou minha atenção. Eu já tinha lido rapidamente sobre o produto em algumas notícias que chegam via feed RSS, mas sequer entrei no site do fabricante pra dar uma consultada. Ontem no entanto eu vi um anúncio no Mercado Livre e intensifiquei as buscas.

     Pra começar, diferente do Apple TV, o Roku tem 4 versões, que vão desde USD 49 a USD 99. A diferença básica entre as versões é que a mais simples não possui porta USB e ethernet, além de não reproduzir conteúdo em fullHD. Já a mais cara, que custa o mesmo valor do Apple TV, roda vídeos fullHD, tem conexão pra rede cabeada, além de portas microSD e USB. Uma coisa bacana dessa versão é que o controle remoto é dotado de uma tecnologia similar a dos controles do Nintendo Wii e possibilita, por exemplo, jogar Angry Birds na TV através do Roku.

     O Apple TV é um produto bem focado em conteúdo online, seja através da própria loja da Apple ou de parceiros, como a Netflix, Youtube, Vimeo, etc. Porém, esses parceiros são bem restritos e não vejo muita esperança que isso melhore no curto e médio prazo. Já o Roku conta com mais de 450 “canais parceiros”, que são fontes de conteúdo para se ver online na caixinha. Entre eles, destaco o Netflix, Hulu Plus, Amazon Prime, Crackle, Epix, Rdio e Pandora.

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mar 13

Walmart e o iTunes Match da época das cavernas

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/03/2012 às 15:44h

     Um dos serviços mais legais que a Apple lançou “recentemente” foi o iTunes Match. Assinando esse serviço, que custa meros USD 25 por ano, o iTunes faz uma varredura em seu biblioteca de músicas e as disponibiliza na nuvem da Apple, para que você tenha acesso a ela de qualquer lugar (bem, a ideia é essa, mas não funciona tão bem assim, rs.). O mais legal é que o algorítimo do iTunes Match compara todas as músicas da sua biblioteca, procurando por marcadores que as identifiquem, evitando assim que você precise fazer o upload pra nuvem (como acontece em outros serviços). Claro, ele não acha 100% das músicas, mas funciona relativamente bem. Ah, essas músicas não precisam necessariamente terem sido compradas na loja da Apple. Você pode ter comprado em outra loja digital, convertido de CDs ou até baixado via torrents.

     Li a pouco no Engadget que o Walmart anunciou um serviço “um pouco” similar a esse em relação a DVDs. Porém, bem diferente da praticidade da Apple, você terá que levar seus DVDs a uma das 3.500 lojas da Walmart, o que não é lá muito prático. Eles vão meter um carimbo no seu disco e você terá a opção de ter esse conteúdo na nuvem, pagando USD 2 para qualidade convencional ou USD 5 para HD. Eu sinceramente não entendi porque a coisa não é mais prática, onde você coloca o disco no drive do computador, abre o programa da Walmart e pronto. Claro que entendo que eles tem que proteger os direitos autorais e seria uma farra o povo fazendo isso com discos locados ou de amigos, mas será que cada disco não tem um código único de identificação que permita isso?

     Bom, independente da praticidade em se disponibilizar o seu conteúdo, acho que USD 2 é um preço justo pra tê-lo disponível na nuvem, sempre que quiser assistir. Além de evitar que você perca tempo convertendo o disco (mais ou menos 15 minutos por disco), vai evitar que você tenha custos com armazenamento. Eu converti boa parte do meu conteúdo e eles estão disponíveis pra eu assistir de onde quiser via AirVideo, mas além do tempo de converter em si, preciso manter o meu iMac (e o HD externo) sempre ligados e conectados a internet. Se você parar pra pensar, acaba compensando.

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