ago 23

[Vlog] Indo da casa em New Jersey/ NJ até Manhattan/ NY

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 23/08/2015 às 11:59h

     Pessoal, conforme eu avisei aqui, essa série de vídeos está cru, sem edição, porque meu MacBook está um horror. Peço a compreensão da boa alma de vocês em entender a situação atípica ;) Assim que voltar ao Brasil vou editar os vídeos na qualidade de costume (que também não é grandes coisas, mas é melhor que deixar todos os vídeos soltos, com erros de gravação e tal, rs.).

     Muita gente tem medo de ficar fora da ilha de Manhattan e acaba pagando um absurdo em hospedagem. Eu era uma dessas pessoas! Mas de tanto o Vladimir Campos me falar do Airbnb, eu acabei dando uma chance e aluguel um quarto (e não uma casa inteira) em New Jersey, coladinho na ilha de Manhattan. Aliás, pra quem não sabe, Jersey não pertence ao Estado de Nova Iorque. Muito menos é um dos distritos, como Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. Aqui estamos em NJ, separados de NY pelo rio Hudson. Porém, em menos de 10 minutos é possível estar em NY e por USD 3.

     Os hotéis que eu estava vendo pra ficar em New York estavam absurdamente caro, tanto em USD, quanto em R$ (com essa câmbio, natural, né?). E como eu queria muito viajar, acabei optando pelo Airbnb. Fiz uma longa busca e a melhor opção disponível pro período que eu vinha foi essa em Jersey.

     A casa é bem legal (mostrarei em outro post) e muito bem localizada. Temos o Ellsworth Park bem na frente e dá pra dar uma descansada. Como já disse antes, dá pra ir pra Manhattan rapidamente e por apenas USD 3, bastando ir até a Bergenline Avenue e esperando um micro-ônibus no ponto. Se você quiser a comodidade de um Uber, vai gastar uns USD 30.

     Temos uma linda vista de Manhattan no topo da casa e, descendo a rua, ficamos a beira do Rio Hudson, podendo apreciar a bela vista. Vale a pena dar um pulinho ali, mas como é fora do caminho pro micro-ônibus que vai pra Nova Iorque, indo uma vez, só pra conhecer, está ótimo.

     Muita gente me pergunta sobre o plano de internet que uso aqui. Eu optei pelo plano top da T-Mobile no pré-pago. Ele custa USD 80 (tem planos mais baratos) e tem ligações, SMS e dados ilimitados. Por mais USD 10 daria pra adicionar ligações ilimitadas pro Brasil. Só um adendo: aqui nos Estados Unidos as operadoras controlam o tethering, ou seja, você compartilhar a internet do seu dispositivo que tem o chip. Nesse meu plano, o limite é de 7GB. Mas se você vai ficar apenas alguns dias, pode optar pelo plano mais básico, onde você compra o chip (USD 10), contrato o de USD 3 (30 minutos de voz e 30 SMS), depois usa dados por dia (USD 5/ dia), com limite de 500MB/ dia. Tem também a opção do semanal por USD 10, com direito a 1GB. Se usar com moderação (eu nunca uso, rs) dá pra se virar.

     Sobre o deslocamento, eu recomendo muito usar metro. Nas primeiras vezes que vim a Nova Iorque eu fiquei com medo, mas era algo totalmente injustificado. Ele é bem sinalizado e funciona bem. Sobre as tarifas, custa USD 31 pra uma semana ou USD 116.50 a mensal. Nessa modalidade, paga por período, você pode andar quantas vezes precisar. Mas claro, se quiser comprar apenas o ticket quando for andar, custa USD 3. Tudo vai depender do seu uso.

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Categoria(s): Dicas
ago 23

Publicando os vídeos da viagem a NY no YouTube

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/08/2015 às 11:11h

     E ae galera, tudo beleza? Estou aqui para avisar que comecei a publicar uma série de vídeos sobre a viagem a Nova Iorque no nosso canal do YouTube. Porém, como aviso no vídeo abaixo, devido a lerdeza extrema do meu MacBook (2009) eu não consegui fazer uma edição prévia, então o material está totalmente cru, sem edição alguma, totalmente sem cortes, com meus erros e tal.

     E por que diabos eu tô enviando esse material pro YouTube agora, sem edição e não espero fazer isso no iMac de costume, quando voltar ao Brasil. São vários fatores, mas o principal é que vai levar algumas semanas pra eu voltar e o pessoal tá pedindo pra ver os vídeos. Assim, estou atendendo aos pedidos dos leitores.

     Eu sei que vai ter gente que não vai gostar de ver vários vídeos pingados, sem edição alguma, mas eu peço a compreensão de vocês. Da mesma forma que você não gosta (e devemos respeitar isso), tem pessoas que querem ver, seja porque vem pra cá em breve, ou simplesmente porque querem conhecer os lugares, saber dicas, etc.

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Categoria(s): Geral
ago 01

Narrativa do roteiro da minha viagem: NYC e DC

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/08/2012 às 17:08h

     Depois de quase três semanas da volta ao Brasil, ainda luto pra colocar as pendências do trabalho em ordem. Por isso que ainda não consegui resenhar tudo que comprei, nem escrever tudo que gostaria, apesar das promessas em posts anteriores e das cobranças nos comentários, emails e tweets. Pois bem, desculpa de introdução apresentada, vamos a um dos posts mais aguardados pelo pessoal que pretende viajar e quer algumas dicas do gordo pra incrementar o roteiro. Só lamento que ele ficou pronto somente agora em agosto e a maioria viaja em julho. Mas sei de muita gente que embarca nas próximas semanas, então será uma boa referência.

     Durante a viagem eu publiquei alguns screenshots do que tinha programado pro dia e o pessoal sempre me perguntava: “que app é esse?”. Foi uma das perguntas que mais ouvi e, apesar de responder aos replys, acontece muito no Twitter das pessoas não acompanharem toda a timeline e a mesma pergunta ser feita diversas vezes. O app que usei foi o Wunderlist, um aplicativo multiplataforma (iOS, Android, Web, etc.), que não custa nada e que sincroniza as informações na nuvem entre vários dispositivos, ou seja, você altera algo no seu smartphone e essa informação logo estará atualizada no da esposa. Já aviso: ele não é perfeito, mas é bom. Aliás, se você gosta de reordenar as atividades, verá que ele dá muito crash e encerra do nada (na versão do iOS/ Android). Assim, recomendo que faça esse procedimento na versão Mac/ PC/ Web, deixando para a versão móvel apenas a consulta e efetivação da “tarefa”. Além disso, notei que ele “sumiu” com as minhas tarefas antigas, o que acabou dificultando esse post. Eu achei que seria super fácil fazer esse post, apenas abrindo as tarefas concluídas e colando aqui, mas acabei tendo que recorrer ao Foursquare e Instagram pra lembrar por onde estive, na ordem correta.

     No post em que eu falei sobre os hotéis que fiquei, expliquei que procurei ficar em regiões distintas da cidade pra poder explorar melhor as atrações que queria ir. Assim, evitei tempo perdido em deslocamento. Dessa forma, eu primeiro joguei no Wunderlist todos (ou a maioria) dos lugares que eu queria ir (por sugestão de amigos, porque eu já conhecia, etc.) e depois eu fui agrupando por dia, conforme a localização deles. Aliás, a melhor forma de fazer isso é usando o Google Maps, onde você pode criar pastas por dia e depois ir marcando os pontos que deseja ir. Vai ficar mais ou menos como esse aqui. No caso do app para Android, você tem fácil acesso aos pontos marcados, bastando clicar em Camadas, Meus mapas e escolher os dias que criou na versão web. Já no Maps do iOS, não tem isso e você terá que apelar pro Google Earth, clicando na ferramenta, se logando em Meus Mapas e ae sim, visualizando os pontos.

     Antes de continuar, permita-me tocar novamente no assunto de ficar em vários hotéis. Sei que já narrei isso no outro post, mas muitos tem a falsa impressão que isso é um transtorno. Longe disso. Basta sair cedo do hotel, fazer o check-out, pegar um taxi e ir pro outro hotel. Mesmo que o check-in for apenas depois das 15Hs, você pode deixar as malas no saguão sem problema algum. É um procedimento rotineiro pra eles. Com isso, sua experiência vai ser muito mais completa, pois você vai conhecer mais hotéis e seus arredores, tornando a viagem mais interessante.

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jul 20

Narrativa da hospedagem em minha viagem (NYC e DC)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 20/07/2012 às 17:07h

     Eu sei que alguns vão pensar “poxa, de novo esse alerta”, mas eu vou fazer em todos posts referentes a viagem pra evitar que nos comentários (como às vezes acontece) alguém venha me chamar de burro e dizer que o post foi uma porcaria, que não ajudou em nada, que eu quero me passar por sabichão e não sei nada, etc. Acreditem, por mais que eu faça os posts pra ajudar, ainda tenho que ler coisas desse tipo. Então, na tentativa de minimizar tais comentários, vou sempre colocá-los no início dos posts. Você, que já leu, pode começar sempre a ler do segundo parágrafo. Isso dito, lá vai: essa série de posts sobre a viagem que fiz são para compartilhar o pouco que sei e tais informações podem não ser as melhores alternativas pra você. Conto com os comentários dos leitores para me corrigirem e enriquecer o conteúdo.

     Conforme já narrei em outros posts, eu decidi viajar meio de supetão, pois estava numa crise de stress aguda no trabalho. Assim, não tive muito tempo de conseguir alguma super promoção. E pior, eu estava com um valor bem baixo para conseguir viabilizar a viagem. Meu orçamento total, incluindo ae passagens, hospedagem, deslocamento, alimentação, etc. eram R$ 4.000,00. Bom, como eu descobri logo depois, esse valor seria insuficiente, especialmente se fosse usado numa só vez, com pagamento à vista. Mas isso eu contar mais tarde.

     Pra variar, recorri aos amigos do Twitter, contando que tava com a grana curta e queria viajar. Dentre as recomendações que recebi, estavam o site AirBNB. Eu já tinha ouvido falar muito por cima de sites como esse, onde as pessoas colocam seus imóveis para alugar, mas nunca tinha sequer entrado em um, que dirá fechado negócio. De cara eu fiquei com o pé atrás de fazer negócio no site, pois a última coisa que queria era chegar no destino e o local não existir, não ser nada daquilo que foi anunciado ou algo do tipo. Porém, pelas minhas pesquisas, o AirBNB se mostrou um serviço confiável, pois ele faz o meio de campo entre você e a pessoa que está alugando o imóvel, mais ou menos como o Mercado Pago e só libera o valor quando está autorizado. Para saber mais detalhes, clique aqui.

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Categoria(s): Viagem
jul 19

Por que viajar para Nova Iorque e Washington DC

8 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/07/2012 às 14:49h

     Eu sei que alguns vão pensar “poxa, de novo esse alerta”, mas eu vou fazer em todos posts referentes a viagem pra evitar que nos comentários (como às vezes acontece) alguém venha me chamar de burro e dizer que o post foi uma porcaria, que não ajudou em nada, que eu quero me passar por sabichão e não sei nada, etc. Acreditem, por mais que eu faça os posts pra ajudar, ainda tenho que ler coisas desse tipo. Então, na tentativa de minimizar tais comentários, vou sempre colocá-los no início dos posts. Você, que já leu, pode começar sempre a ler do segundo parágrafo. Isso dito, lá vai: essa série de posts sobre a viagem que fiz são para compartilhar o pouco que sei e tais informações podem não ser as melhores alternativas pra você. Conto com os comentários dos leitores para me corrigirem e enriquecer o conteúdo.

     Quando eu comecei a falar no Twitter que precisava viajar pra dar uma aliviada no stress, mas que não podia gastar muito, a galera me disse pra fugir de Nova Iorque. Acredito que muitos sabem que a cidade é bem conhecida por ser uma das mais caras do mundo, especialmente na parte de hotelaria. Mas eu sou completamente fascinado pela cidade e queria muito voltar pra lá. Mas por que?

     Em 2009 eu fiz uma viagem de quase um mês com minha esposa pelos Estados Unidos. Começamos pela Flórida, onde fizemos alguns parques temáticos bastante conhecidos, depois fomos pra Nova Iorque, Las Vegas, São Francisco e Los Angeles, sendo esse último trecho, na costa oeste, de carro. Em 2010, voltamos para os Estados Unidos e fomos novamente para Nova Iorque, além de conhecermos Washington.

     Se você começar a procurar passagem, vai ver que é mais comum encontrar bons preços para Miami. Como Nova Iorque e Las Vegas ficam mais ao norte, o preço das passagens é mais cara. No caso de hospedagem, a Flórida costuma ser bem barato, assim como Las Vegas. Já Nova Iorque e o São Francisco, são bem salgados. Mas ae que entra um fator que deve ser considerado: e as atrações na cidade? Quanto custam?

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