nov 04

GloboPlay – Vendo a programa ao vivo fora de SP e Rio

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 04/11/2015 às 16:45h

     Essa semana a emissora carioca lançou o aplicativo GloboPlay, que permite, entre outros recursos, ter acesso a programação ao vivo do canal. Porém, essa opção ficou restrita as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro. Com isso, muita gente de outras regiões ficou se perguntando: como burlar isso?

     No PC eu tentei usar várias VPNs, me conectando por IPs de São Paulo e Rio de Janeiro, mas não tive sucesso. Fiz o mesmo procedimento no iOS e Android, mas nada. Até que um leitor (Daniel Taiguara) me deu a dica de usar o app gratuito Fake GPS Location, que como o nome sugere, permite “enganar” o GPS do dispositivo móvel. E realmente funcionou, como demonstro no vídeo acima.

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Categoria(s): Android
abr 06

Como saber se seus carregadores são de boa qualidade

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/04/2015 às 13:09h

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set 04

Como instalar o app da pulseira Nike FuelBand no Android

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 04/09/2014 às 14:23h

     Depois de muito tempo, a Nike resolveu liberar uma versão do app FuelBand para Android. Porém, ele só está disponível para alguns poucos países onde a pulseira é vendida oficial. Logo, impossível de baixar usando a Google Play do Brasil. Mas, existe uma gambiarra pra contornar esse problema.

     Dei uma procurada no grande oráculo de Mountain View e achei esse link para o apk do app Nike FuelBand. Mandei instalar e deu tudo certo. Claro, não é o ideal, mas funciona.

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mai 30

Vale a pena migrar do iPhone para o Android?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 30/05/2013 às 15:51h

     Tem quase 3 anos que eu comecei a fitar com o Android, pois me sentia entediado e limitado no ambiente móvel da Apple. A brincadeira começou com o HTC Magic, que era um smartphone bem limitado em termos de hardware, mas custava o que eu estava disposto a investir na época. Poucas semanas depois comprei um Nexus One, que tinham especificações bem melhores e me propiciou uma experiência de uso melhor no mundo do robô verde. Meses depois troquei por um melhor e não parei mais. Geralmente troco de aparelho a cada 3 meses. E isso é uma das coisas que gosto no Android. Não preciso esperar o ciclo de um ano da Apple com o iPhone. E pior: às vezes passa-se esse ciclo e a empresa não apresenta evoluções que eu considere interessante e já sei que só vai sair um novo daqui 12 meses e ninguém me garante que vou gostar do que vão me apresentar. Tudo parece muito lento e arrastado.

     Apesar de não gostar do posicionamento da Apple e me sentir muito atraído pelo Android, não foi fácil mudar de vez para o sistema do robô. Grande parte dos apps que eu usava do iPad e iPhone não estavam disponíveis na Google Play e as alternativas eram bem fracas, ficando bem abaixo das minhas expectativas. Em paralelo, o Android ainda era muito feio, confuso e instável nas versões 2.X e 3. Porém, com a introdução do Android 4, o sistema deu um grande passo, tanto em termos estéticos, como em segurança, estabilidade, fluidez, etc. Nesse intervalo, muitos desenvolvedores perceberam que não poderiam ignorar um sistema que crescia tanto quanto o Android e começaram a soltar seus apps também para a plataforma do Google. Hoje é bem comum sair update de um app no mesmo dia na App Store da Apple e na Google Play. Não existe mais tanta diferença entre eles.

     Não tenho dúvidas que é bem mais fácil migrar para o Android hoje do que há alguns anos. Porém, tudo vai depender do que cada usuário procura. Diariamente eu recebo a mesma pergunta no Twitter: “GG, tô se saco cheio do iPhone. O que você acha deu comprar um Android?”. E evidente que não dá pra argumentar muito sobre um tema tão complexo em 140 caracteres. Essa migração pode ser perfeita e indolor para alguns, mas bem traumática e frustrada para outros. Conheço pessoas que migraram e dizem que não sentem a menor falta do iPhone, como também conheço quem comprou um Android, tentou algumas semanas e voltou pro iPhone. Geralmente o problema mais comum é que a pessoa trocou um iPhone 5 de R$ 2.499,00 por um Android de R$ 499,00. Ae não dá mesmo pra ser justo na comparação e experiência. Eu entendo que existe o medo de gastar uma pequena fortuna num aparelho e não se acostumar. Mas é preciso ter bom senso. Por outro lado, também tem casos que a pessoa comprou um Galaxy S3/ S4/ Note 2 e não se acostumou, mesmo tendo optado por um aparelho top.

     Ontem a noite eu publiquei uma foto no Instagram, onde tinha meu iMac, o iPad e o iPhone juntos. E comentei que só consegui tornar o Android minha plataforma móvel principal porque tem meses que só uso os gadgets da Apple durante o dia, quando estou no escritório, de forma bem esporádica. Na rua ou fora do expediente, uso prioritariamente meu Galaxy Note 2 e o Nexus 7. Fiz isso porque, se você sente que precisa mudar algo, mas que é um hábito antigo, se você não tomar uma atitude como essa, a chance de nada mudar é grande. O ser humano não costuma gostar de mudanças. Ele gosta da zona de conforto. Mudança exige esforço, comprometimento, dedicação e paciência. Assim, se você vive reclamando que a Apple não inova, mas não dá uma chance real de conhecer o que tem disponível por ae, vai continuar “preso” a plataforma que tanto xinga.

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fev 05

CUIDADO ao comprar na Amazon (1-Clique)

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 05/02/2013 às 10:22h

     Escrevi mais cedo um artigo aqui no blog a respeito de passar gadgets antigos para terceiros, sejam parentes, amigos ou desconhecidos. É muito comum, no caso de vender ou simplesmente presentear parentes ou amigos próximos com gadgets antigos, a pessoa querer evitar o trabalho de reconfigurar o aparelho do zero e acaba só apagando as contas de emails, fotos e já entregando o aparelho.

     Não vou aqui repetir tudo que eu já disse no artigo anterior, mas apenas pra contextualizar, eu sempre limpo todos os aparelhos, apagando todos os meus dados. Como eu sou legal pra caramba, eu acaba criando as contas pras pessoas nas lojas que ela vai usar, bem como já configurando email, Facebook, etc. Isso porque eu sei que, senão o fizer, ou a pessoa vai subutilizar o aparelho, ou depois vai ficar ligando pra pedir ajuda e, por telefone, é sempre mais complicado. Não raro, a pessoa vai pedir pra você “dar uma passadinha” na casa dela. Assim, eu já crio tudo logo e entrego 100%.

     Recentemente eu dei um Kindle pra minha irmã. Criei a conta pra ela na Amazon, vinculei o cartão e dei uma breve explicação sobre como usar. Porém, como vocês podem ver no vídeo acima, parece que minhas explicações não foram tão boas assim e, ao invés de pedir as amostras dos livros que ela queria ler, ela acabou comprando dezenas de livros usando o sistema simplificado de compra da Amazon (1-Clique).

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fev 05

Passando um gadget antigo para um parente ou amigo

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/02/2013 às 10:14h

     Acredito que muitos leitores do blog, assim como eu, acabem dando uma consultoria informal para parentes, amigos e algumas vezes, porque não, até gente que eles nem conhecem direito. Basta alguém saber que você “entende um pouco de computador” e acaba virando o oráculo da galera, que lhe abordam, sem cerimônias, em qualquer lugar. Muitas vezes, coisas que a gente acha que são básicas, pra outras, acabam se revelando complexas.

     Sempre que eu comprava um novo gadget, especialmente da Apple, acabava mantendo o antigo num pequeno museu particular, pois ficava com pena de vender pelo que estavam dispostos a pagar. Porém, com o tempo eu fui me desapegando e passando-o a geração anterior para os familiares. Meus filhos estão com meus iPad de primeira e segunda geração, a esposa com o iPhone 4, a irmã com o iPhone 3GS, o irmão com o iPhone 3G e por ae vai.

     É bem comum, quando a gente passa o iPhone pra um parente, acabar deixando os apps já instalados neles. E isso pode criar um problema gravíssimo, pois vez ou outra vão surgir updates e a pessoa vai precisar da senha da sua conta para atualizar. A mesma coisa pra comprar apps, livros, músicas, etc. Por isso, eu recomendo que seja criada uma conta pra pessoa que vai receber o novo aparelho. Eu sei que às vezes é complicado, pois já tem muitos apps pagos e, uma vez que o iTunes permite deixar o mesmo app instalado em outros aparelhos, comprar seria um desperdício e tudo o mais. Mas acreditem: é o certo a ser feito.

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out 27

Android x iOS: explicando pra mamãe

16 Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/10/2012 às 11:46h

     Existe uma “guerrinha” atualmente entre usuários de Android e iOS, tal como se fossem times de futebol “brigando” pra defender qual é o melhor e a cada notícia negativa do oponente, como uma derrota do adversário, é comemorada e usada de arma pra sacanear o outro lado por dias. Mas como traduzir isso pro usuário leigo, como a mamãe?

     Eu sou usuário de iPhone desde o modelo clássico, lançado em 2007, ainda quando não existia loja de aplicativos e tudo que o telefone fazia estava limitado ao que a Apple colocou nele. De lá pra cá, comprei todos os novos modelos e fui guardando os antigos, numa espécie de coleção. Porém, ia me dando uma certa dó de olhar os aparelhos ali parados no escritório. Assim, acabei dando os modelos mais antigos pra familiares e fui equipamento irmão, irmã, pai e mãe com os dispositivos da Apple. O mesmo foi acontecendo com o iPad, a partir do momento que iam surgindo novidades.

     Quando o iPhone 4S foi lançado, a ideia era, como de costume, eu comprar um modelo novo pra mim e outro pra esposa, passando os antigos pros familiares, numa espécie de rodízio. Porém, como o preço veio assustadoramente alto, acabei comprando apenas um modelo pra mim, optando pelo 16GB, que era o mais baratinho. De lá pra cá, fui intensificando os testes com aparelhos Android e notando a enorme evolução do sistema e dos dispositivos que o adotavam como plataforma.

     Na semana passada a Vivo fez uma queima de estoque nas lojas online e surgiu a discussão com meus pais: comprar o novo iPhone 5, pagando mais de R$ 2.500,00 ou aproveitar e entrar no mundo Android. Devo ressaltar que os preços super convidativos da Vivo pesaram bastante na decisão, pois acabamos comprando dois Motorola Milestone 3 por R$ 409,00 cada, sendo que o preço de mercado dele passa dos R$ 1.000,00.

     Bom, eu já antecipei que o preço super especial acabou pesando na decisão, mas a discussão em torno do sistema operacional ainda estava no ar. Será que eles iriam se adaptar? Como explicar os prós e contras de ambas as plataformas? Apesar de já serem iniciados no mundo digital, terem smartphone, tablets, notebooks e usarem bastante as redes sociais, alguns assuntos mais técnicos ainda são complicados de explicar pra eles. Dae, estava pensando numa analogia que fosse fácil de explicar. E é isso que eu gostaria de compartilhar com vocês nesse post, pois pode ser útil para explicar pra amigos e parentes mais distantes do mundo da tecnologia.

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out 02

Como gravar as chamadas telefônicas no celular

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/10/2012 às 12:32h

     Um dos motivos pra eu usar Skype às vezes era o fato deu poder gravar as chamadas. Tem certas ligações que são interessantes de serem gravadas, como a contratação de um serviço, uma negociação ou algo similar. Porém, o Skype não liga para determinados números, como 103XX, 0800, etc. Além disso, o Skype pode ter tarifas mais altas do que as praticadas pela sua operadora padrão.

     No Android eu optei por utilizar o Call Recorder Pro para essa função. Ele grava todas as chamadas (recebidas e originadas) de forma totalmente automática e transparente. As chamadas ficam disponíveis no formato 3GP ou MP4 e podem ser baixadas via cabo ou Wi-Fi (mas precisa de outro app pra isso).

     Eu estou utilizando a versão Pro (R$ 3,20), mas existe também a versão Lite (só grava 45 segundos), que você pode usar para conhecer e se decidir pela compra da versão Pro ou não. Aliás, como muitos usuários de Android já devem saber, caso queira comprar a versão Pro, existe aquela possibilidade de estorno em até 15 minutos depois da compra, caso não goste do aplicativo.

     Se você é usuário de iPhone, infelizmente vai ficar sem essa possibilidade, uma vez que a Apple controla o iOS com mão de ferro e não permite que outros aplicativos tenham acesso a certas funcionalidades do sistemas. Aliás, até mesmo no Android, ele só roda se o dispositivo estiver em modo root.

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