dez 27

     Apesar dos computadores nos irritarem cada vez mais e, em tese, a gente não ver a hora de chegar as férias e ficar longe deles, sabemos que isso é uma tarefa quase impossível hoje em dia. O acesso a informação, seja através de notícias nos feeds, podcasts, redes sociais, etc. faz falta pra muita gente, inclusive eu. Porém, vale a pena se comprometer com um plano de internet móvel com fidelização e ficar 12 meses “sofrendo” com a operadora?

     Recentemente troquei a operadora Vivo, pela Claro, conforme já comentei aqui no blog. O principal motivo da mudança foi que a Claro é a única operadora com cobertura 3G por aqui e mesmo não entregando nem 10% dos 1Mbit/s que eu contratei, ainda assim, é cerca de 5 vezes mais rápido que a Vivo. Ou seja, não estou tendo o que contratei, mas melhorou um pouco, se comparado aos 14kbp/s que eu vinha obtendo pela Vivo.

     Nesse final de semana, fui passar o Natal na casa dos meus pais e só passei raiva com a conexão da Claro. Lá, a operadora só tem cobertura EDGE, o que, em tese, suportaria um tráfego de quase 400 kbp/s, mas que, na prática, estava impraticável, assim como a Vivo era em casa. Isso me levou a considerar deixar a Claro e contratar um plano de internet móvel pré-paga, sempre que necessário (sob demanda). Mas, muita gente diz que é caro. É disso que vou tratar nesse post, ou seja, fazer contas e ver se realmente não compensa.

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Categoria(s): Dicas
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