jun 30

Explicação sobre demora e qualidade dos vídeos no canal

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 30/06/2014 às 16:19h

     Esse não é um post de reclamação e sim um post de explicação, já que muitas pessoas estão me perguntando sobre isso e devo uma satisfação aos leitores. Como muitos já devem ter notado, estou subindo vídeos na qualidade SD (480p) para o canal do Youtube. Depois de algum tempo, a versão em fullHD (1080p) fica disponível. Com isso, mesmo eu colocando na legenda que um é SD e outro fullHD, acabam gerando perguntas aqui, no Twitter, no Youtube, etc.

     Quem acompanha o blog há algum tempo já deve estar ciente dos meus inúmeros problemas com internet. Eu moro há 300Km de São Paulo e aqui não tem GVT, Net, Oi, etc. Só tem a péssima Vivo e alguns provedores via rádio locais. Um deles, até tem serviço de fibra ótica, mas não passa aqui na minha rua e, apesar dos meus insistentes contatos há meses, parece que não existe viabilidade (vontade) pra me atenderem.

     Durante quase 5 anos eu fiquei sofrendo com um Speedy de 2Mb. Eu ligava semanalmente para a Vivo, pra saber se tinha como aumentar e nunca tinha viabilidade técnica. Assim, eu assinei um provedor via rádio e, durante alguns meses, fiquei com 4Mb de download e upload. Com isso, comecei a subir os vídeos em fullHD e não mais em SD. Porém, de algumas semanas pra cá, a qualidade desabou e pra eu subir um vídeo de 400MB em SD, chega a levar 8 horas. Pra subir a versão em fullHD, que chega a 4GB, vocês calculem ae…

     Para não deixar o canal sem conteúdo, eu tive que fazer vídeos mais curtos, pros arquivos ficarem menores. Além disso, estou subindo primeiro a versão em SD e, depois, com calma, a fullHD. É por isso que os vídeos estão sendo divididos em “capítulos” e tem versão em SD e fullHD. Sempre que alguém me perguntar a respeito, vou mandar o link desse post pra explicar em detalhes.

     Eu estou tentando resolver o problema com o meu provedor “numa boa” e hoje enviei um email pra eles, pedindo uma solução o quanto antes. Se a mesma não vier, vou ter que ir ao Procon e, se for o caso, no Juizado Especial Civil, uma vez eu contratei uma coisa, usei durante meses, cancelei o fornecedor anterior e agora tão me entregando apenas 25%. E, pra piorar, nos últimos 3 dias, eu deixo o vídeo subindo e, depois de um tempo, noto que ele está parado. Eu tenho que fechar a aba e começar de novo. Tudo indica que estão usando algum tipo de filtro na minha conexão, o que é ilegal e o Marco Civil prevê punição para tal prática.

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jun 10

Frustração do dia: cobertura da WWDC 13

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/06/2013 às 15:52h

     Mesmo pagando três provedores de internet, tudo pra ter contingência e conseguir trabalhar usando a internet, às vezes Murphy nos sacaneia de uma forma inacreditável. Se contar, ninguém acredita. Mas se mostrar um vídeo, fica mais fácil de aceitar, né? Então vejam abaixo:

     Recentemente eu migrei para um provedor via rádio aqui na cidade, chamado Process. Eu pago R$ 120,00 por uma conexão de 4Mb (sim, é caro) e ainda fiquei fidelizado por 2 anos. Eu ia cancelar o Speedy, mas acabei negociando um desconto com a Vivo, de forma que eu achei melhor ter esse custo extra para contingência. E, pra fechar, também sou cliente da Claro, Tim e Vivo (móvel).

     Como dizem que uma desgraça não vem sozinha, o Twitter também resolveu bloquear meu acesso porque eu ultrapassei os limites diários. Eu pagaria com gosto uma conta premium do serviço, pra não ter esses limites ridículos, mas como eles não sabem como fazer dinheiro… Enfim, peço desculpas pra quem iria acompanhar a WWDC comigo. Falhei.

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jun 01

Saga Vivo: como não se relacionar com um cliente

9 Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/06/2013 às 16:35h

     Acho que se alguém fizesse um ranking das empresas mais odiadas do Brasil, a Telefonica seria uma concorrente de peso para ocupar a primeira colocação. E, sabendo disso, o pessoal de marketing da operadora resolveu sumir com uma marca tão queimada no mercado, dando lugar a Vivo, que até então era uma das empresas mais elogiadas do seu segmento. A Vivo era uma daquelas empresas que eram reconhecidas por ter um serviço um pouco mais caro, mas que tinha também um serviço superior, pelo qual valia pagar. Mas, me parece, por experiência própria e pelo que ando acompanhando, que a nova marca tem tudo pra, daqui alguns anos, também ser jogada no lixo, tamanha a rejeição que anda criando.

     Em 2009 eu era cliente da Telefonica e tinha 4Mb de Speedy. Quando mudei de casa, pedi a transferência dos serviços e, lá chegando, vi que eles instalaram apenas a linha. O Speedy, segundo eles, não tinha viabilidade técnica. Como trabalho em home-office e internet é uma ferramenta fundamental pra mim, acabei assinando “espetaculares” 128kbps de internet via rádio com um provedor local (num preço similar ao que eu pagava pelos 4Mb da Telefonica). Nesse intervalo, ligava quase diariamente pra Telefonica, na tentativa de conseguir meu Speedy de volta. Depois de uns 4 meses, quando finalmente consegui, instalaram o 2Mb, metade do que eu tinha, mas ainda assim, muito melhor que o rádio, que era a única alternativa viável na cidade. Aqui não tem Net, GVT ou qualquer outra opção viável. Só tem pequenos provedores com preços, qualidade e práticas comerciais bastante questionáveis.

     Passaram-se 4 longos anos e, toda 6. feira, meu smartphone tocava um alarme: “Ligar para Speedy”. É uma rotina semanal que criei: ligar pra empresa, toda semana, tentando obter uma velocidade maior na minha banda larga. Infelizmente, era sempre a mesma ladainha: “sr., não temos disponibilidade técnica no momento”. A impressão que me dá é que a empresa parou no tempo. Não tem metas de qualidade? Afinal, 4 anos é tempo suficiente para construir o que fosse necessário pra atender melhor os clientes. Ou não?

     Já farto da baixa produtividade em virtude da internet em casa, resolvi alugar uma salinha comercial no centro, próximo a central da Vivo. Pedi uma linha e o Speedy 8Mb, que viviam me ligando pra oferecer. Quando instalaram, colocaram o 2Mb. Ao ligar pra reclamar, disseram que, quando o técnico chegou no local, só tinha isso disponível. Detalhe 1: de tão perto, dá pra ver a central da Vivo do escritório. Detalhe 2: vários vizinhos tem o Speedy 8Mb. Detalhe 3: eles viviam me ligando pra me vender os tais 8Mb.

     Eu reclamei em tudo que é setor da Telefonica, desde o mais baixo nível do 10315, passando pela Ouvidoria, Procon e Anatel. Como o provimento de internet não é considerado serviço essencial (beijo pra Dilma), nem serviço de telecomunicações (absurdo, né?!) e sim SVA (serviço de valor agregado), as metas praticamente não existem. Regulação da Anatel? Quase nula. Em resumo: a empresa não é obrigada a me vender. Vende se quiser, o que quiser, por quanto quiser.

     Na tentativa de por panos quentes na situação, o setor da Vivo responsável em atender os casos do Procon, me ofereceu 50% de desconto por 12 meses. Acabei aceitando, pois o escritório é em cima do salão de beleza da minha esposa, que não tinha internet. Assim, acabei deixando pra ela usar. Nesse intervalo, eu aproveitava que ligava toda 6. feira pra ver se tinha uma velocidade maior pra casa e pedia pra ver também no escritório. Nunca tinha.

     Há alguns dias eu acabei assinando uma internet via rádio com um provedor local. Apesar de não gostar da tecnologia (que oscila muito), nem das práticas comerciais da empresa (que entre outras coisas, fideliza o cliente com contrato de 2 anos), acabei cedendo. Estava impossível de trabalhar usando o Speedy. Só pra se ter uma ideia, subir um vídeo comum do blog para o Youtube, em qualidade HD, levava 14hs (detalhe que eu gravo tudo em fullHD e preciso converter pra algo pior pra não ficar tão grande). Nesse meio tempo, enquanto fazia o upload toda internet ficava um lixo e eu não conseguia trabalhar em outra coisa.

     Essa semana eu liguei pra Vivo e disse que senão conseguissem por os 8Mb no escritório, podiam cancelar a linha. Colocaram os 8Mb? Não. Optaram por perder o cliente. Eles alegam que não tem disponibilidade de porta 8Mb na central DSLAM, mas eu conheço alguns técnicos que prestam serviço pra Vivo e me dizem que tem portas aos montes, pois é uma central nova. O que acontece é que eles vendem 2Mb por R$ 54,90 e 8Mb por R$ 84,90. Assim, eles ganham “só” R$ 30,00 num serviço que iria consumir 4 vezes mais recurso. Na visão deles, não compensa. Até porque não tem concorrentes para “incentivá-los” a oferecer algo melhor. É a famosa cultura do imediatismo que grande parte do empresariado brasileiro adota: eles preferem ganhar muito agora, mesmo que isso sacrifique sua marca, gerando verdadeiro ódio no cliente, do que apostar num relacionamento de longo prazo, pra ganhar um pouco menos, mas ganhar sempre.

     Além da linha do escritório, hoje liguei pra cancelar também a de casa. Naquelas tentativas de reter o cliente que está com eles há 4 anos, me fizeram várias propostas “maravilhosas”, como reduzir o valor do meu Speedy de R$ 54,90 para R$ 43,00. Olha que descontão! Muito atrativo, né? Bom, como o Via Rádio foi instalado tem menos de 24hs e não sei se a qualidade vai permanecer a mesma, já que em contrato eles garantem só 10%, optei em não mais cancelar a Vivo e sim inativar a linha por 4 meses, que é um direito que tenho. Assim, se eu optar por reativá-lo, não pago taxa de adesão e não fico fidelizado por mais 12 meses. Detalhe: só de taxa de adesão da linha são quase R$ 120,00, pra me dar direito a falar para um fixo local pagando R$ 0,30/ min., sendo que pago R$ 0,05 para qualquer outro Vivo no Brasil todo, no pré-pago!

     Olhando o site da Vivo, eu fico perplexo com os serviços que eles oferecem. Parece uma empresa que ficou presa na década passada. A linha mais barata deles, que é a que eu já tenho, custa R$ 16,90 e não dá direito a nada. Não tem franquia. Como não uso telefone deles (optei por VoIP há anos), eu só precisava da linha como meio físico para o Speedy. Eu fico me perguntando: se eu posso ter um número móvel deles no pré-pago, sem franquia mínima, sem pagar mensalidade, porque diabos eu preciso pagar quase R$ 20,00 só pra ter uma linha, sem minutos inclusos? Sério, não consigo entender esse modelo de negócios ultrapassado.

     Qualquer estudante de marketing aprende logo nos primeiros meses que o investimento pra se conseguir um cliente é bem alto. Sai muito mais barato investir para manter os atuais. Pra conseguir trazer um cliente descontente de volta então… Mas parece que as pessoas que comandam a Vivo faltaram a essa aula.

     Em tempo: a velocidade nominal máxima de download na tecnologia 3G é de 14Mb. No Brasil, mesmo no lançamento do serviço, acho que nunca chegou a tanto. Em outros países, chegasse fácil a metade disso. A Vivo chegou a vender os planos de 3G oferecendo 5Mb de download. Não faz muito tempo, eles lançaram o 3G+, que tem velocidade nominal máxima de 84Mb, mas que aqui era prometido uns 8Mb. Recentemente, chegou o 4G+ (por que não apenas LTE ou 4G, sem o plus?!) que tem velocidade nominal de 100Mb. Como a Vivo é muito esperta e o cliente que se exploda, ela reduziu as taxas prometidas. Agora, o 3G não passa de 1Mb, o 3G+ não passa de 3Mb e o 4G+ chega a 5Mb. Ou seja, o cliente precisa pagar sempre mais, pra manter a velocidade que tinha antes. Não é demais?

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out 02

Como usar Spotify Premium no Brasil

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/10/2012 às 15:38h

     Em fevereiro desse ano eu mudei os hábitos que tinha para escutar música. Depois de passar a empolgação do lançamento da iTunes Store no Brasil, onde gastei uma boa quantia, resolvi dar uma chance a serviços de música via streaming, mesmo não dispondo de uma banda muito rápida.

     Apesar de gostar bastante do Oi Rdio, que uso há vários meses, não é incomum eu procurar por uma música, ela aparecer listada, mas não disponível para o Brasil. A cada vez que isso acontecia, eu xingava e ficava puto. Foi quando eu decidi conhecer mais a fundo o Spotify, o concorrente direto do Rdio, pelo menos lá fora, já que no Brasil o serviço ainda não está disponível e é necessária uma certa gambiarra pra conseguir desfrutar dele.

     Como eu tenho uma conta em banco americano, assinar serviços exclusivos ao mercado americano não é mais problema pra mim. Todavia, sei que muitos dos leitores não tem esse “luxo” e precisam de outras alternativas. No caso do Spotify, é possível apelar para o Entropay ou GoSpotify.

     Existem basicamente dois planos no Spotify, sendo um grátis e outro pago. No grátis, basta usar uma VPN e você já conseguirá ouvir as músicas no computador. Já a conta Premium (USD 9.99), lhe permite ouvir música não só no computador (sem propagandas) como também em dispositivos móveis (iPhone, iPad, Android, etc.), além de armazenar músicas localmente pra ouvir quando não tiver internet.

     Uma das vantagens do plano premium é que não existe o problema do IP ser brasileiro, ou seja, dá pra ouvir tudo, seja no computador, tablet ou smartphone sem precisar de VPN ativa. Se você quiser mais facilidade, compensa comprar os cartões presentes na GoSpotify por R$ 29,90 o pagamento único ou R$ 14,90 o plano anual. Já se quiser economizar uns trocos e tiver paciência, pode usar os cartões virtuais gerados pelo Entropay, onde você cria quantos cartões quiser e os credita usando seu cartão de crédito internacional.

     Se você chegou nesse ponto e está pensando: “por que eu vou pagar se posso baixar via torrent?”, provavelmente você ainda está naquela fase da vida que é melhor perder um pouco mais de tempo e economizar uma graninha do que pagar pra ter facilidade. Eu já não tenho mais paciência de ficar procurando músicas em torrent, sincronizando entre dispositivos, etc. No spotify, eu procuro o que quero ouvir, já aparece rapidinho, dou play, se gosto mando sincronizar como os dispositivos móveis e tudo funciona perfeitamente.

     Caso você tenha filho pequeno, vale a pena criar uma playlist com músicas da Galinha Pintadinha, Xuxa – Só para Baixinhos e Reginaldo Frazzato Jr.

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mar 30

Top 50 da iTunes Store americana no Oi Rdio

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 30/03/2012 às 19:45h

     No começo de fevereiro eu falei aqui no blog sobre o serviço Oi Rdio. Algumas pessoas tiveram dificuldade de entender que, apesar do que o nome dar essa impressão, não se trata simplesmente de uma rádio online. Geralmente em rádios online, você não tem como escolher que música quer ouvir, nem fazer uma playlist. Você simplesmente “sintoniza” uma rádio e ouve a playlist configurada por alguém. Esse não é o caso do Oi Rdio, já que você procura as músicas, monta playlist e pode inclusive baixar pra ouvir offline nos dispositivos, como iPhone, iPad e Android.

     Uma coisa que sinto falta no Oi Rdio é de uma listagem das músicas mais tocadas. Existe alguma coisa lá, mas parece que nunca muda e está sempre com Adele e David Guetta, o que acaba me irritando um pouco. Obviamente eu posso procurar o artista que eu quiser e depois mandar procurar por similares, mas isso não me agrada muito. Por isso, hoje eu tive um trabalho chato de entrar na iTunes americana e procurar, uma a uma, as músicas no Oi Rdio, colocando as 50 mais vendidas numa playlist. Compartilho ae com vocês o resultado. Caso ainda não seja assinante, pode fazer um cadastro gratuitamente (não pede cartão de crédito) e testar por uma semana.

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mar 27

Mog x Rhapsody x Zune Pass: Fight!

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/03/2011 às 21:23h

     Recentemente eu fiz vários comentários por aqui (e principalmente no Twitter) em relação ao meu teste do Zune Pass. Pra quem ainda não conhece, é um serviço oferecido pela Microsoft, no qual o usuário paga USD 15 mensais e tem acesso ilimitado a milhões de músicas, podendo inclusive baixá-las para ouvir no PC, XBox, Zune ou algum telefone rodando Windows Phone 7. Infelizmente, nada de Mac (streaming no site, funciona, mas download, não) ou iOS. Justamente por causa disso, o @Roniuj me aconselhou dois outros.

     O Rhapsody tem um catálogo de 11 milhões de músicas e é compatível com Mac (streaming), iPhone, Android, Blackberry e outros mp3 players da SanDisk e Philips. O serviço custa USD 10 mensais. O software pra iPhone funciona, mas está longe do ideal. Achei super confuso e não me senti a vontade usando-o.

     O mais barato dos três é o MOG, que custa apenas USD 5 mensais (ou USD 10 pra ouvir em dispositivos móveis). O repositório é de 9 milhões de músicas, um pouco menos que os anteriores, mas que talvez você não sinta muita falta, pois as mais conhecidas estão por lá. O serviço ganhou um prêmio da Billboard no ano passado e funciona tanto em Mac (streaming), como iPhone e Android.

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