dez 13

Comentários do relógio Huami Xiaomi Amazfit Pace

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/12/2017 às 23:35h

     Continuando na minha saga para achar um bom substituto para a Xiaomi MiBand 2, hoje eu recebi o relógio Amazfit Pace, também da Xiaomi. Na realidade, ele é feito por uma empresa chamada Huami, que é uma subsidiária da marca chinesa mais conhecida dos brasileiros. E por que eu resolvi comprar esse aparelho? Porque muita gente anda falando super bem dela, especialmente YouTubers de tecnologia.

     No vídeo logo acima eu faço meus comentários a respeito da pulseira. Em resumo: você achou bonito e tem um Android? Pode comprar. Tem um iPhone? Esquece. Isso porque os apps são tão diferentes que nem parecem da mesma empresa. Além do visual, os recursos, estabilidade e bugs são bem diferentes, sendo que no Android funciona super bem e no iOS é um lixo, com vários travamentos, desconexões e falhas de sincronia.

     Durante os meus testes, no decorrer de uma caminhada de aproximadamente 20 minutos, eu fui fazendo medições do batimento cardíaco e, estranhamente, em todas as 7 medições, o resultado foi exatamente o mesmo: 84 BPM. Improvável, mas possível. Porém, eu estava com outros 4 aparelhos de controle: uma cinta Garmin, outra Polar, o Galaxy S8 e a MiBand 2. Todas acusaram que a medição do Amazfit Pace estava muito errada.

     Além disso, no vídeo também fica claro a instabilidade do app para iPhone, que não conseguia sequer sincronizar os passos. Isso porque, antes disso, eu já tinha tido vários problemas para sincronizar o próprio relógio, como você pode ver aqui nesse outro vídeo. Eu fiz questão de gravar tudo porque esse gadget é muito amado e, ao criticá-lo, sei que os fãs vão falar que o problema é comigo e não com o gadget. Bom, os vídeos estão ae para mostrar.

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ago 25

Breve análise da Microsoft Band: uma grande bosta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 25/08/2015 às 00:11h

     Desde que a Microsoft anunciou a sua pulseira, em outubro e 2014, eu estou doido para testá-la. Isso porque ela tem GPS e monitor cardíaco embutidos (o que permite sair pra treinar apenas com ela, sem levar celular), ter vários sensores (inclusive um medidor de raios ultravioletas), além de ser multiplataforma e funcionar com iOS, Android e Windows Phone. Ou seja, tinha tudo pra ser um excelente produto, apesar de caro (USD 200/ R$ 854 na cotação de hoje do meu cartão). Vamos aos vídeos então:

     Logo ao tirar da caixa, senti o primeiro defeito: o peso. Estou acostumado a usar gadgets vestíveis nos dois braços, sendo o Pebble no esquerdo e a Mi Band na direita. Já testei alguns outros relógios e pulseiras inteligentes e nunca peguei um tão pesado como esse. Pra quem tá acostumado e não usar nada nos braços ou a usar uma pulseira mais leve, vai ser um choque. Evidente que, pra quem curte relógios maiores (um abraço pro Faustão), isso não será problema.

     Como a Microsoft só vende a pulseira nos Estados Unidos, tive dificuldades em baixar os apps nos respectivos aparelhos. Tive que apelar pra gambiarras. No caso do iPhone, como desloguei a minha conta da iTunes brasileira, pra logar na americana, adeus meu cache de músicas offline do Apple Music. Isso me deixa muito p.! e contou pontos negativos pra mim.

     Uma vez baixado o app, tive enormes dificuldades em parear a pulseira com o telefone. O que deveria ser uma coisa simples e usual, levou mais de 1 hora. Pode ser porque eu estou usando o iOS 9? Pode, mas eu fiz o pareamento de uma caixa de som bluetooth de USD 10 e foi de boa. Por que um relógio de USD 200 deu tanto trabalho? Fiquei tentando entender, mas ainda não cheguei a conclusão alguma.

     Depois do parto que foi pra conseguir parear, abri o app e me deparei com algo confuso e mal feito, bem no estilo de app feito pra uma plataforma e portada para outra. O que era pra ser um trunfo (funcionar em várias plataformas), se tornou um ponto negativo pra jogar na planilha.

     Quando finalmente coloquei a pulseira no pulso, notei que ela fica estranha, já que a tela é plana e não curva, como de outros relógios e pulseiras. Algumas pessoas me disseram que eu deveria usar a tela para baixo e eu fiz isso, mas ae criamos outro problema: atrapalha a digitação. A tela fica raspando na superfície do notebook e isso não é nada legal. Faz um barulho irritante, machuca o pulso e provavelmente iria danificar a tela do relógio e raspar todo notebook com o tempo.

     Depois dessa breve saga, eu já estava deveras brochado em continuar testando o produto. Mesmo a Best Buy me dando 14 dias para me arrepender, o que me permitiria talvez mudar de ideia em relação ao produto, estava tão frustrado, por algo que eu queria testar a meses e que se mostrou bem abaixo das expectativas, que resolvi dar um reset, voltá-la para a caixa e devolver.

     Depois de uns minutos, acabei tirando-a da caixa de novo e tentando mais uma vez me acostumar com ela, fechando os olhos pros pontos negativos. Configurei-a de novo, testei as notificações, dei uma volta no quarteirão pra ver o monitoramento e finalmente fui dormir com ela. Ae veio outra frustração: eu tenho que ativar um modo noturno quando vou pra cama. Por que diabos a minha Mi Band da Xiaomi, que custa USD 18, detecta quando eu vou dormir e a Microsoft Band, de USD 200, não? Muito pouco inteligente. E, do jeito que eu sou esquecido, acabaria perdendo o registro de algumas noites.

     Por fim, existem rumores de que a Microsoft irá lançar novos telefones highend em breve, bem como um novo Surface e uma Band 2. Com isso, em apenas um mês, eu já ficaria com um produto defasado. Espero que alguém lá em Redmond perceba todas as cagadas que foram feitas na primeira versão do produto e as corrijam. Quem sabe eu não compro a nova versão no futuro.

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mai 16

Como fazer um relógio Android Wear funcionar com iPhone

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 16/05/2015 às 18:07h

     Confesso que eu gostava do relógio Gear 2 da Samsung. Não era perfeito, mas me atendia bem. Porém, ele só funcionava (nativamente) com um smartphone da Samsung. E, como eu quero essa marca bem longe da minha vida, acabei abrindo do mesmo e atualmente uso um Pebble, que funciona tanto com Android, quanto com iPhone.

     Um dos grandes problemas dos relógios com Android Wear é que eles só funcionam com dispositivos Android (de qualquer fabricante, desde que rodem Android superior a 4.3). Porém, quem tem iPhone, não vai poder fazer uso desses relógios. O Google até já prometeu arrumar as coisas, mas enquanto isso não acontece, desenvolvedores pelo mundo fazem hacks/ gambiarras pra coisa funcionar.

     Sinceramente, acho que muito usuário de iPhone não vai querer um relógio inteligente, que dirá um que não seja da Apple. Porém, como o Apple Watch está em falta, mesmo nos Estados Unidos e quando chegar ao Brasil, vai vir custando os olhos da cara (em torno de R$ 2.000,00), pode ser que alguns usuários topem comprar um Android Wear (na faixa de R$ 450,00), só pra ter notificações no pulso. Será?

     De qualquer forma, recebi a dica do hoje no Twitter e resolvi fazer o teste. Baixei um app no Android, baixei o app no iPhone e fiz a bagaça funcionar como no tutorial que havia recebido. Pode não ser muito intuitivo, mas na realidade é super simples. Vamos a um passo a passo.

     A primeira coisa a fazer é deixar o Android Wear conectado ao Android. Ao instalar o app da loja, irá aparecer o aplicativo no relógio. Basta rodá-lo e ativar o serviço para iOS e o push. Em seguida, desligue o bluetooth do Android e deixe o relógio sem parear. Em seguida, abra o aplicativo no iPhone e mande procurar. Ao mesmo tempo, mande também localizar o iPhone, pelo app do relógio. Uma vez conectados, faça o teste e veja se funcionou. Lembrando: só funciona pra receber. Não dá pra responder.

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fev 19

Por que o Gear 2 não exibe o nome do contato que ligou?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/02/2015 às 16:42h

     Depois de meses na gaveta, acabei vendendo meu relógio Gear 2 para o meu pai. Eu sempre achei que ele não teria paciência pra um smartwatch, especialmente a parte de carregá-lo diariamente. Mas, para a minha surpresa, não só ele adorou, como muitos amigos dele também e estão doido atrás do relógio.


Ivan Garcia / Shutterstock.com

     No feriadão de carnaval eu fui visitar a família e, pra variar, meu pai tinha uma listinha (bem pequena, assim, umas 200 coisas, rs.) pra eu ajudá-lo a fazer. Uma delas era o fato do Gear 2 mostrar apenas o número de quem está ligando e não o nome. Apenas com o número, ele não conseguia identificar quem era e isso vinha lhe aborrecendo. Totalmente compreensível, correto?

     No curto período que usei o relógio, eu lembrava que aparecia o nome do contato que ligou. Fiquei pensando que poderia ser alguma alteração em novas versões do software (do relógio ou do smartphone), mas depois de muito mexer, descobri que era uma coisa bem simples.

     Meu pai instalou um daqueles apps de portabilidade e esse app alterou todos os contatos dele, colocando o 01517 (operadora e DDD dele) na frente dos contatos. Só que o app fez isso inclusive pros telefones locais, do mesmo DDD. Assim, quando a pessoa liga, o software do relógio não reconhece o contato. A solução foi baixar outro software de nono dígito e configurar corretamente o DDD padrão.

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Categoria(s): Android
set 26

Primeiras impressões do smartwatch Samsung Gear Live

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/09/2014 às 17:57h

     Há algumas semanas eu tive meu primeiro contato com o sistema Android Wear através do relógio inteligente (vulgo smartwatch) LG G Watch. Dá pra notar bem claramente a minha decepção no vídeo de primeiras impressões dele. Mas, conforme os dias foram passando, achei algumas coisas legais, como responder um tweet por voz diretamente no relógio, sem pegar o smartphone, bem como o controle de mídia pelo pulso (novamente, sem ter que recorrer ao smartphone).

     Eu tenho um relógio Samsung Gear 2, que roda o sistema Tizen. O vídeo de primeiras impressões dele está aqui. Com ele eu consigo fazer coisas mais bacanas do que consigo com o Android Wear. Porém, ainda não me sinto a vontade para recomendar que alguém invista R$ 1.000 nele.

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Categoria(s): Android
set 19

Quanto de RAM os lixos da Samsung consomem?

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/09/2014 às 13:17h

     Todo mundo que entende um pouco de tecnologia sabe que os fabricantes de aparelhos Android adoram modificar o sistema, tentando ao máximo personalizar a cara do produto, o que, geralmente, não acaba em boa coisa, pois atrasam os updates, deixam o gadget mais lento, além de tirar um pouco da experiência que o Google idealizou para o usuário.

     A Samsung é uma das empresas que mais mexem em seus aparelhos, adotando a famigerada TouchWiz. Quando eu comprava algo da marca, não demorava mais que uma semana pra tirar a ROM original e colocar outra, como Cyanogenmod ou Play Edition, que davam outra vida ao aparelho. A bateria passava a durar mais, o sistema estava sempre voando baixo, super fluido, etc. Mas, claro, isso trazia algumas coisas ruins, como a perda da garantia e de alguns recursos nativos, como o controle de infra-vermelho, suporte a ANT+, perda da Samsung Apps, incompatibilidade nativa com relógios Samsung, etc.

     Recentemente eu comprei um Galaxy S5 para poder desfrutar de uma perfeita integração com o relógio Gear 2, também da Samsung. Eu já usava o smartwatch com gambiarras em outros aparelhos, mas não estava satisfeito, já que algumas funções eram exclusivas de se rodar da forma nativa. Assim, comprei o tal aparelho, achando que ia ter uma bela experiência e….

     O resultado de algumas semanas de uso do Galaxy S5 é esse ae em cima. Tá pior que Windows, que vai ficando mais lento a cada dia de uso. Algumas pessoas argumentam: mas poxa, olha quantos apps você tem instalado. Amigo, se eu não fosse hard-user, eu não iria pagar R$ 2.500 num aparelho topo de linha. Eu teria pago R$ 400 num Motorola Moto E. Além disso, tanto o Nexus 5, quanto o Moto X, rodam com as mesmas configurações (launcher, apps, etc.) sem ficar essa porcaria do vídeo acima.

     Aliás, a brincadeira com os filhos da puta no primeiro vídeo, é justamente pra dar uma leve comida de rabo nos comentaristas brilhantes do Youtube. O povo não vê o vídeo com a devida atenção e fazem os mais diversos comentários. Ora, podem comentar, podem criticar, mas tudo com bom senso, embasando o que é dito. Caso contrário, vai pra lixeira.

     Como eu não vivo de blog, eu desfruto de uma liberdade impar. Por mais que alguns blogs e outros veículos sejam corretos, nem de longe eles tem a mesma liberdade. Já ouvi muitas histórias de gente que avaliou mal um produto e depois ficou na geladeira, não sendo chamado pra novos lançamentos, não recebendo produtos, ficando sem publieditorial, etc. Ou seja, meu maior compromisso aqui é com o leitor. Se o produto é ruim, eu vou falar e vou mostrar, para que ele não gaste suas economias em produtos que não valem a pena.

     Dando uma leve requentada num vídeo do começo da semana, vejam ae em cima minhas primeiras impressões sobre o novo Moto X. No mesmo vídeo eu mostro testes com outros aparelhos, como o Nexus 5, S5 e Note 3. Observem a nota que tirou cada um deles nos testes de benchmark.

     Em tempo: os novos iPhones lançados hoje tem apenas 1GB de RAM, segundo as empresas que desmontaram os produtos. Ou seja, a Apple consegue deixar o iOS super fluido com apenas 1GB de RAM. A Samsung precisa atoxar memória nos aparelhos porque sabe o quanto ela enche o sistema com coisas que ninguém quer.

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Categoria(s): Android
set 10

     Existem dezenas de soluções para monitoramento de exercícios, especialmente voltada para amadores. Eu uso há alguns anos o Motorola Moto ACTV, que mesmo descontinuado pela marca e sem update há um bom tempo, continua a me atender bem, pois funciona de maneira autônoma, sem depender de smartphone.

     Esses dias estava mexendo no app da Runtastic e vi que eles tem uma integração com o relógio Samsung Gear 2. Curioso, baixei, instalei, configurei e fui ver como funcionava. Eu confesso que iria gostar mais se me permitisse um pouco mais de customização, me fazendo navegar menos entre as telas, mas não dá pra negar que é uma funcionalidade bacana você poder acompanhar várias informações do exercício sem tirar o smartphone do bolso.

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jul 30

Problema com notificações no Galaxy S5 e Samsung Gear 2

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 30/07/2014 às 12:12h

     Já ensinei aqui no blog como é possível usar o relógio Gear 2 em um smartphone não homologado pela Samsung. Nos meus testes, consegui fazer funcionar com Nexus 4, Nexus 5, Xperia Z Ultra, Xperia Z2 e vários outros. Porém, não são todas os recursos que estão disponíveis, como controlar a música do smartphone pelo relógio.

     Como apareceu uma promoção bacana do Galaxy S5 e eu queria usar o Gear 2 com todos os recursos, sem gambiarras, acabei comprando o mais novo topo de linha da Samsung. O chato, pra minha surpresa, é que nem com ele as coisas funcionaram como deveriam, conforme eu mostro no vídeo acima.

     Fiquei extremamente desapontado com a Samsung por isso ter ocorrido. Eu sei que não existe empresa com integração perfeita como a Apple, mas pagar uma pequena fortuna nesse “kit” e ele não funcionar ao menos de maneira razoável é pra deixar qualquer um muito p. da vida pelo mal dinheiro investido.

     Tentei contato algumas vezes com a Samsung nas redes sociais e fui sumariamente ignorada (como geralmente acontece). Assim, não me resta outra alternativa senão começar a via crucis: Reclame Aqui, Procon e Juizado Especial Civil. É lamentável que a Samsung coloque no mercado aparelhos tão caros e que não funcionam de maneira razoável. Pior ainda é o pós venda que, sempre que preciso, é uma porcaria.

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jul 08

Primeiras impressões em vídeo da pulseira Jawbone UP

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 08/07/2014 às 00:42h

     Já tinha ouvido falar bastante da pulseira Jawbone UP, especialmente depois que o Vladimir Campos e a Bia Kunze a escolheram dentre inúmeros outros gadgets com a mesma finalidade. Mas o que afinal ela tem de mais? Ela é melhor que a Nike Fuelband ou Sony Smartband?

     É impossível fazer um review super completo estando com o produto a pouco mais de um dia. Porém, como muitos curiosos estavam me perguntando no Twitter se a pulseira era legal, achei interessante fazer um vídeo de primeiras impressões, dando aspectos gerais da Jawbone UP.

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jul 01

     Quando criança eu via muitos filmes e desenhos onde personagens usavam o relógio pra se comunicar. Eu, claro, achava aquilo a coisa mais maravilhosa do mundo (#DuFuturo). E hoje, a Samsung tornou esse futuro realidade, com o seu relógio Gear 2.

     Eu estava super empolgado com essa função, mas a primeira vez que a usei na prática, estava aguardando num consultório médico. Minha esposa me ligou, pra saber se eu tinha achado o consultório e fiquei totalmente desconcertado, porque o som da chamada saiu no relógio, muito alto e todo mundo me olhando. Sabe aqueles chatos de Nextel? Então…

     Dá sim pra você comutar a chamada entre smartphone/ tablet e relógio, mas muitos vão achar esse recurso totalmente inútil. Veja o vídeo e dê sua opinião. É legal? Vale a pena?

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