mar 10

Primeiras impressões do smartphone Sony Xperia Z3

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 10/03/2015 às 15:20h

     Os leitores mais frequentes do blog devem estar carecas de saber a quantidade de problemas que eu tive com o meu Sony Xperia Z2. Jurei que nunca mais iria comprar nada da marca. Porém, acabei mudando de ideia quando, depois de meses esperando um milagroso update de software que nunca veio, resolvi instalar o Cyanogenmod no smartphone e passei a adorá-lo. Virou tudo aquilo que eu gostaria que tivesse sido desde o início.

     Eu sempre quis um smartphone topo de linha com possibilidade de 2 chips de operadora. Não era nem tanto pra economizar, mas sim pra ter contingência. Afinal, com a péssima cobertura das operadoras no Brasil, quem tem 1, não tem nenhum. Quem tem 2, tem 1. E assim por diante. Logo, como alguns já sabem, eu sou cliente das 3 grandes operadoras que operam no estado de São Paulo. Ou seja, tenho que sair com 3 aparelhos, o que não é uma tarefa muito legal. Já teve épocas que comprei aparelhos mais simples (pois só existiam dualsim nessa categoria) como o Moto G, mas acabei desistindo.

     Estou ciente que Samsung, Motorola e outras fabricantes tem aparelhos intermediários com 2 ou até 3 chips. Mas topo de linha, o Xperia Z3 foi realmente o primeiro. Resolvi pagar pra ver, já aceitando que teria que instalar o Cyanogenmod nele, pra funcionar direito, mas qual não foi a minha surpresa ao, pelo menos nesses primeiros dias, me deparar com um aparelho super fluido, o oposto do meu Xperia Z2.

     No vídeo acima eu comparo um pouco o Z3 com o Z2 e dou minhas primeiras impressões sobre o começo dessa relação, que eu espero ser muito longa, com o Sony Xperia Z3. O aparelho me agradou muito, mesmo rodando o software original, o que é algo bastante raro. Ainda não me decidi se irei por o Cyanogenmod, pra ganhar mais flexibilidade e alguns recursos (ele ainda está no KitKat), mas acredito que posso recomendar o Z3 sem medo de me queimar com os leitores.

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mar 10

Primeiras impressões da pulseira fitness Xiaomi Mi Band

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/03/2015 às 15:17h

     Atualmente, toda empresa de tecnologia que se preze, tem que ter a sua “pulseira inteligente”. Verdade ou não, tem muito CEO que parece pensar isso. E, num universo onde vários produtos ultrapassam os USD 100 facilmente, é com surpresa que recebemos produtos mais modestos, com a Mi, da Xiaomi, que custa módicos USD 20.

     Eu já tinha ouvido falar do produto, bem por cima, mas quem me chamou a atenção pra ela foi o leitor Daniel. Ele comentou comigo que havia comprado num desses sites chineses e adorou. Inclusive, começou a comprar mais pra revender, de tão impressionado que ficou com o produto. E com esse comentário, claro que eu não pude me segurar e paguei pra ver.

     Comprei a minha Mi Band no começo de janeiro, seguindo a recomendação do leitor e optando por um vendedor específico da AliExpress, já que a dele tinha chegado em menos de 3 semanas e sem pagar imposto de importação. Porém, não dei tanta sorte assim. A minha demorou longos 3 meses e ainda acabei pagando impostos (mais ou menos R$ 50, incluindo a taxa dos Correios(. Mas, como eu recebi um email da AliExpress perguntando se tinha saído tudo bem na compra e eu havia dito que não, devido a demora do produto em Curitiba, eles me reembolsaram do valor que eu havia pago (algo em torno de R$ 75, no boleto). O processo foi super simples.

     A pulseira em si é super simples. Ela não é feita de nenhuma material de alta qualidade, nem chama a atenção pela beleza. Contudo, temos que ter em mente que ela custa USD 20. Claro, com o dólar a peso de ouro, demora na liberação dos produtos, tributação e tal, ela chega aqui em torno de R$ 150. Porém, pelo que eu li a respeito dela, vale a pena, pois ela tem muitos pontos positivos, como ressalto no vídeo. Entre eles: bateria de longa duração, monitoramento de passos e sono, além de integração com o app Saúde do iOS.

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out 23

O que vale mais a pena: Nokia Lumia 930 ou Moto X 2014

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/10/2014 às 12:56h

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set 08

Primeiras impressões: luva touch e bateria Proporta

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 08/09/2014 às 11:28h

     Essa semana recebi dois novos produtos da Proporta para review, os quais estão no vídeo abaixo. O primeiro deles é uma luva que tem o toque reconhecido em telas touch e o segundo é uma bateria super compacta, do tamanho de um cartão de crédito.

     As luvas custam 18 euros e estão disponíveis em tamanho único, mas em 3 opções de cores: creme e marron, cinza e branco ou vermelho. Pra quem vive em lugares quentes o ano todo, esse produto é totalmente dispensável. Porém, pra quem vive ou viaja para regiões frias, como a Bia Kunze lá em Curitiba, é um acessório muito interessante.

     A bateria custa 15 euros e, pelo que vi agora a pouco, infelizmente está fora de estoque. Apesar de ter apenas 680mAh, o que permite uma carga de cerca 40% da bateria do seu smartphone, o fato dela ser do tamanho de um cartão de crédito é algo muito interessante, especialmente pra quem se incomoda em carregar algo maior e mais pesado no bolso.

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set 03

Comparando JVC GC-XA1 x GoPro White x Sony HDR AS-15

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 03/09/2014 às 17:28h

     Há algumas semanas comprei um câmera compacta da Sony (post aqui) e alguns leitores me indicam a JVC GC-X1, que tem um preço muito chamativo, além de características bem interessantes, como o fato de não precisar de case (como a GoPro e a Sony), além de já vir com o LCD embutido no corpo da câmera.

     Quando a JVC lançou sua compacta no Brasil ela custava a pagatela de R$ 1.499, um preço muito similar ao da GoPro e ao preço de lançamento da Sony. Como não há como concorrer de igual pra igual com a marca símbolo de qualidade na categoria, tanto a Sony, quanto a JVC, tiveram que reduzir os preços de venda. No meu caso, confesso que só comprei ambas porque os preços estavam atrativos. Se fosse pra pagar mais de R$ 1.000 em cada, teria optado pela GoPro.

     A câmera da Sony me agradou em alguns pontos, como possibilidade de gravar em 120 graus ou 170 graus, melhor qualidade de cores, estabilização de imagem (disponível apenas em 120 graus) e possibilidade de usar um microfone exterior sem precisar de adaptador. Porém, a qualidade da imagem da GoPro ainda é superior, além de ter uma facilidade muito maior em se achar acessórios, tanto no mercado oficial, como no paralelo.

     E como fica a JVC GC-X1 competindo com essas duas? Eu gostei dela já vir com um LCD embutido, apesar de achá-lo bem ruinzinho, além de mal posicionado. O fato de não precisar de um case para filmagens com água e também ser resistente a impactos é interessante, mas isso eu ainda não consegui testar, pois vou precisar preparar um ambiente próprio (já pensou parar de funcionar sem eu ter documentado que segui a risca a garantia?).

     A qualidade das imagens da JVC é razoável, mas eu ainda sinto que a GoPro leva a melhor nesse fator. Além disso, o áudio da JVC é sofrível e tanto a GoPro, quanto a Sony, levam a melhor nesse quesito. Mas, se levarmos em conta o preço da JVC, bem como sua resistência a água e choques (sem case), somados a sua tela embutida, não dá pra dizer que o produto é de todo ruim. E, com mais alguns dias de uso, vou conseguir pesar melhor se vale a pena comprá-la ou não.

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ago 20

Primeiras impressões da câmera compacta Sony HDR-AS15

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 20/08/2014 às 18:28h

     Ontem eu publiquei aqui no blog um post comparando a qualidade das câmeras GoPro White e Sony HDR-AS15. Aproveitei para mostrar também como dá pra melhorar ainda mais o áudio da Sony, colocando um microfone na porta P2, que já vem embutida nela (diferente da GoPro, que exige acessório).

     No post de hoje eu mostro um pouco mais sobre a caixa da HDR-AS15, o que vem com ela, comparo com a GoPro e conhecemos um pouco mais sobre seu design, que eu acabei não mostrando anteriormente, pois estava mais focado em exibir a qualidade de gravação de ambas.

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ago 19

Comparando a qualidade da GoPro com a Sony HDR-AS15

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/08/2014 às 17:35h

     Depois de alimentar por algum tempo o sonho de ter uma câmera GoPro, acabei aproveitando uma oportunidade de pegá-la num preço bacana (usada de uma amiga) e mandei bala. Além do preço alto (aqui no Brasil), o principal motivo pra eu ter adiado a compra por alguns anos foi o fato de não conseguir responder a uma pergunta bem simples: “não sendo eu um esportista ou praticante de nada radical, pra que diabos eu vou usar a GoPro?”.

     Acredito que muitas pessoas, assim como eu, também se fizeram essa pergunta e acharam que seria um péssimo investimento. Confesso que, nos primeiros dias, me vi meio perdido, sem ter onde realmente usá-la. Acabei colocando primeiramente no carro, gravando meus trajetos, pra servir como prova caso eu tomasse uma multa que eu julgasse injusta, sofresse um acidente onde eu precisaria de provas ou até pra capturar alguma improvável situação atípica e engraçada.

     Conforme o tempo foi passado, acabei usando a GoPro em vídeos pro canal (já que ela tem um ângulo de visão muito superior ao de outras câmeras) e especialmente pra documentar momentos em família, como uma ida ao parque, já que meu filho adora uma montanha russa, tobogã e afins. E devo confessar que, por esse ângulo, tem valido cada centavo que paguei nela. Porém, nos últimos tempos, duas coisas vinha me incomodando nela: qualidade das cores (sempre desbotadas) e a tremedeira, por mais que eu tentasse firmar a mão.

     Eu já tinha visto alguns vídeos comparativos no Youtube e as câmeras da concorrência sempre se saiam tão bem (ou até melhor) que a GoPro. Fiquei pensando se a GoPro era realmente boa ou apenas um hype, como Apple, Beats e afins. Eu resolvi pagar pra ver e aproveitei uma promoção na Ricardo Eletro para conferir pessoalmente se realmente valia a pena. E, comprando online, a gente tem sempre o benefício previsto no Código de Defesa do Consumidor: o produto não atendeu as suas expectativas, pode devolver.

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jul 01

Review em vídeo do smartphone Sony Xperia Z2

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/07/2014 às 00:00h

     Eu geralmente testo um aparelho durante algumas semanas até fazer o review dele. Porém, como estou tendo sérios problemas com a câmera do Xperia Z2 (conforme mencionei aqui), talvez eu devolve esse aparelho em breve. Assim, aproveitei que estou com ele e fiz essa análise, mesmo tendo ficado com ele apenas dois dias.

     A Sony anunciou o X2 em fevereiro desse ano, sendo que ele foi efetivamente colocado a venda em abril. Algumas pessoas já conseguiram comprar versões gringas dele. No Brasil, as vendas começaram oficialmente hoje. O meu aparelho foi comprado de segunda mão, sendo que o vendedor o comprou no final de semana. Paguei R$ 1.700,00 nele.

     O aparelho em si é bem construído, é resistente a água, tem especificações de respeito, mas as customizações da Sony acabaram descarectizando o Android, além de o deixar mais lento. Por fim, problemas com a estabilidade e qualidade das fotos me fazem não recomendar esse aparelho. Veja mais nos vídeos acima.

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jun 26

Review em vídeo do Google Chromecast e genéricos

12 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/06/2014 às 10:47h

     Na semana passada eu falei aqui no blog sobre o Chromecast e tentei responder a uma pergunta que recebo diariamente via redes sociais: “vale a pena pagar R$ 199 no Chromecast?”. Agora, complemento o artigo anterior com esses vídeos. Caso ainda não tenha lido o outro post, recomendo que veja também.

     Conforme eu comentei no final do primeiro vídeo, estou seguindo a sugestão de alguns leitores e mudando algumas coisas no canal, a começar pelo tamanho dos vídeos. Era muito frequente meus vídeos passar dos 20 minutos. Em alguns casos, chegavam a até 45 minutos! Isso porque, eu quero passar tudo que acho importante para vocês tomarem uma boa decisão na hora de comprar um produto, mas acabava ficando muito chato e cansativo ver 30 minutos de vídeo numa tacada só.

     Pra eu não reduzir a qualidade do conteúdo, me forçando a cortar muita coisa que acho importante, decidimos dividir os vídeos por tópicos. Dessa forma, não privo o público que quer vídeos longos de ter acesso a toda informação, mas também deixo mais acessível a aqueles que querem algo mais direto ao ponto. Na hora de compartilhar, pra quem tiver uma dúvida específica, também fica melhor.

     Como muitos leitores mais antigos devem saber, moro no interior e aqui não tem GVT, Net, etc. Ou seja, não tenho acesso a banda larga de altas velocidade, como em grandes centros. E, subir vídeos em fullHD, com quase 4GB, usando uma conexão de apenas 1 Mb de upload é bem demorado. Dividindo os vídeos, eu consigo subir um a cada 4 ou 5 horas. Por isso, se você ver menção de um próximo vídeo, mas não encontrá-lo, aguarde! Assine o canal e será avisado quando ele for disponibilizado.

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mai 07

Sony Xperia Z Ultra: o que é bom e o que é ruim

Comentários desativadosPostado por GordoGeek em 07/05/2014 às 13:06h

     Na semana passada eu fiz um post aqui no blog, onde divulguei um vídeo comparativo do Samsung Galaxy Note 3 e do Sony Xperia Z Ultra. Como eu estava com o aparelho há pouco tempo e no vídeo eu mostro ambos os aparelhos, acabei não deixando muito claro pontos positivos e negativos do Xperia. Então, irei fazer isso agora.

     Um dos grandes destaques do aparelho é sua tela fullHD, com resolução de 1080 x 1920 pixels em 6.4 polegadas, o que dá 344 pixels por polegada. Não é a melhor do mercado, pois tem aparelhos que se aproximam dos 500ppi, mas com certeza é uma tela digna de respeito. Você dificilmente notará os pixels na tela, a não ser que se esforce muito para achá-los. A qualidade da tela em si não é espetacular, como do Galaxy S5, devido a diferença na tecnologia empregada, mas nem de longe pode ser considerado ruim. Pelo contrário. Acredito que merece uma nota 9 tranquilo.

     Colocar uma tela gigante num smartphone não é das tarefas mais fáceis. Apesar do aparelho ser muito fino (apenas 0,65cm), ele é um verdadeiro trambolho, tendo 17,94cm de altura, 9,22cm de largura e pensando 212g. Apenas como referência, o iPhone 5S tem 12,38cm de altura, 5,86cm de largura e pesa 112g. Apesar de gostar de smartphones do tipo fablet, até pra mim foi um exagero. Ele cabe nos bolsos, mas fica um pedaço de fora. Quando se está de pé, até vai lá, mas ao se sentar, especialmente no carro, acaba incomodando. Não dá pra dizer que isso é um ponto positivo ou negativo, já que depende do perfil do usuário. Tem gente que vai adorar a tela gigante, outros vão odiar. Mas é algo que não dá pra se ignorar no aparelho. O fato é que ele ainda tem algumas bordas grossas (especialmente na parte debaixo) que poderiam ser menores, deixando o aparelho um pouco menor, o que ajudaria bastante, tanto pra segurá-lo, como para guardá-lo no bolso.

     Um aspecto a se destacar no bicho é sua beleza de construção! Pra quem, como eu, ficou anos comprando os plásticos da Samsung, foi uma super mudança. Ele é todo de vidro (como era o iPhone 4S, mas sem as bordas de metal) e apesar de grande é bem fino. Infelizmente eu já deixei ele cair algumas vezes e graças a meu anjo protetor não teve nenhum dano. Além disso, se você quer um aparelho com resistência a poeira e até a 30 minutos debaixo d’água (certificação IP58), pode contar com ele. Pode parecer bobagem, mas grande parte dos aparelhos que vão pra assistência é devido a contato com água, seja de piscina, privada (urghhh) ou uma chuva mais intensa.

     Com exceção da porta p2 para o fone de ouvido, todas as outras portas do aparelho tem uma tampinha de vedação. Assim, não entra água nele. Não sei ao certo porque o fone P2 não precisa da tampa e a porta microUSB sim, mas o fato é que ficar abrindo e fechando a tampa na hora de carregar é algo chato. O smartphone até lhe dá alertas avisando pra fechar bem a tampa quando você tira o carregador. Seria legal um carregador por indução nativo. Seria uma enorme praticidade pro usuário, além de evitar que a maldita tampa dê problema no médio prazo, deixando entrar água no mesmo. Aliás, a escolha do local onde por a entrada P2 foi horrorosa. Ela fica na lateral direita, bem no topo. Atrapalha demais quando se quer ouvir música com o aparelho no bolso. Claro, um fone bluetooth resolve, mas foi uma escolha muito infeliz e que merecia ser citada aqui.

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