Como muitos devem saber, eu e o Breno Masi enfrentamos uma géleda madrugada de fila na frente da Apple Store da 5. avenida, com o objetivo de garantir nossos iPads, logo no dia do lançamento (03/04/2010). A sorte sorriu pra mim e além de garantir o meu, ainda tive a felicidade de ser o primeiro comprador a efetivar a compra do gadget. Mas agora, 45 dias depois do uso, toda essa aventura valeu a pena? O produto está caro? Virá uma versão melhor? Quando chega ao Brasil?
Muita gente anda me perguntando se eu tô satisfeito com o iPad e se recomendo a compra. Alguns poucos previlegiados moram nos Estados Unidos ou estão indo passear por lá e terão a chance de comprar o produto por um preço mais em conta. A enorme maioria dos que me perguntam (principalmente via Twitter) moram aqui no Brasil e querem saber se vale a pena pagar o valor que estão pedindo por aqui, se esperam chegar oficialmente pela Apple, se aguardam uma versão 2.0 do produto, etc.
Apesar de ser um grande fã da Apple, quem me conhece sabe que, quando preciso criticar, eu faço com bastante veemência e não poupo palavrões, quando é o caso. Assim, acredito que posso dar bons conselhos aos interessados.
Tanto o Instapaper, quanto o Read It Later, são programas que não sei exatamente como explicar, mas seria algo como repositórios de coisas que você quer centralizar, não apenas para ler depois, mas para ter organizado num único local, sempre acessível, seja via smartphone, computador, etc.
Ambos custam USD 4.99 na App Store e consegui testá-lo (coisa que queria fazer há tempos), graças ao Macari, que me cedeu os programas. Eu tinha comprado iTunes Gift Card num site, mas os caras são extremamente enrolados! Mais de 24 horas depois da compra e os caras não só não enviaram o email com os códigos, como simplesmente sumiram e não responderam aos emails. Aliás, conforme eu já tinha dito nesse outro post, o Macari vende iTunes Gift Card. É mais caro que os americanos? Sim, mas você pode ter certeza que não vai passar raiva ou tomar prejuízo.
Quanto aos programas, o Read It Later já saiu com duas desvantagens: primeiro, ele é menos conhecido (portanto, menos programas tem integração com ele). Segundo, não tem versão pra iPad. E conforme eu fui usando ambos (como demonstro no vídeo acima), ficou realmente evidente a superioridade do Instapaper. O curioso é que, se você pegar pra ver apenas pelo site dos produtos, achará que o Read It Later é melhor. Mas não se impressione com isso. Apesar de simples (não por falta de recursos, mas por filosofia), o Instapaper dá um show e cumpre o que promete. Já seu concorrente, fica na vontade…
Há algum tempo venho procurando pelo aplicativo ideal para meu uso do Twitter no Mac, e nessa semana encontrei um excelente, o Nambu e achei que seria interessante compartilhar aqui as minhas primeiras impressões sobre o mesmo.
Apesar de possuir nome e ícone bem estranhos, o aplicativo não perde quando comparado aos mais populares se tratando de interface e recursos, além de possuir as funcões oficiais do Twitter, o aplicativo tem algumas à mais como o “Mute for…” (o usuário escolhe um determinado intervalo de tempo para ficar sem receber tweets de alguém), tradução de tweets para os idiomas: inglês, francês e espanhol (em breve o suportará português, italiano, russo, alemão, holandês e japonês) e, uma excelente forma para se acompanhar listas, marcando os tweets lidos e não lidos em uma barra lateral que, pode ser exibida ou não, de acordo com a escolha do usuário.
Como o aplicativo ainda está em fase beta, pode ser que algumas instabilidades sejam encontradas, caso tenha interesse, clique aqui para fazer o download.
Update 07/05/2010 16:15h => O artigo foi complementado com o vídeo do @GordoGeek
Todos temos coisas a serem feitas, seja na vida profissional ou pessoal. Poucos tem uma memória fantástica a ponto de conseguir lembrar de tudo sem o auxílio de alguma ferramenta, seja ela um pda, um programa no computador ou uma agenda convencional. Muitos, esquecem afazeres, priorizam atividades menos importantes em detrimento de outras mais importantes e ae, tá feito o cenário pra o caos em suas vidas. É ae que entra minha dica de hoje: o Things.
O Things, infelizmente, não tem versão pra Windows, mas tem versões pra Mac (USD 50), iPad (USD 20) e iPhone (USD 10). Apesar de parecer muito básico e de até ser um pouco caro para o que ele se propõe a fazer, é nessa simplicidade que está boa parte do seu segredo e da melhoria que ele trás em nossas vidas, com uma organização mais adequada das nossas tarefas.
Já chegaram a me dizer: “nossa, mas que agenda cara!”. Não é bem um programa de agenda. O Things usa o método GTD, de David Allen. Existe todo um conceito por trás do programa, que não vou repetir nesse post, pois já foi amplamente debatido no iPhoneHoje 51, do amigo Alexandre Costa. Posteriormente a esse podcast, o mestre Vladimir Campos também explicou e deu dicas sobre o Things no VCP 132. Recomendo que ouçam ambos os podcasts, pois podem fazer você mudar o rumo das coisas e ter uma vida bem mais organizada e saudável.
Infelizmente eu fico limitado a 10 minutos por vídeo, por uma imposição do Youtube. Com isso, tive que me ater aos pontos mais importantes e acabei cortei muita coisa da edição. Porém, acredit que o vídeo acima vai demonstrar um pouco do poder do Things. Novamente, aconselho que ouçam os podcasts recomendados, pois são referências muito interessantes.
Nesse segundo vídeo de review sobre o iPad, irei demonstrar um pouco do iBooks, o aplicativo que, combinado a uma loja virtual da Apple, fornece a experiência de compra e leitura de livros no dispositivo.
Existem ainda vários outros Apps específicos de jornais e revistas, sendo o mais famoso deles o Kindle da Amazon. Apesar de criar minha conta, não consegui baixar nenhum livro pois ele diz que minha conta não é americana. Assim, nem inclui isso no vídeo.