dez 07

Como criar facilmente uma rede Wi-Fi para convidados

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 07/12/2015 às 11:20h

     Esses dias eu comentei no Twitter que havia criado uma rede Wi-Fi para convidados que vem em casa e me perguntaram como se faz isso. O mais curioso é que muita gente achou que isso é complicado ou caro de se fazer. Não é.

     A maior vantagem em se criar uma rede para convidados é separar a sua rede local da rede que os convidados terão acesso. Assim, ao se conectar na rede para visitas, eles só poderão usar a internet e não terão permissão de ver seus computadores. Assim, você diminui os riscos de alguém acessar algo que não deva (como aquelas suas fotos íntimas).

     Infelizmente não existe um padrão e cada fabricante tem uma interface diferente para seus produtos. Acontece inclusive do mesmo fabricante ter interfaces diferentes dependendo dos modelos de roteadores comercializados.

     Eu tenho vários roteadores em casa, pois a pessoa que a construiu deve ter utilizado paredes de chumbo. Pouco tempo depois de me mudar, eu gastei uma graninha passando cabos RJ-45 Gigabit para os cômodos. Foi trabalhoso e um tanto caro, mas consegui interligar os roteados por um cabo de alta velocidade e não via Wi-Fi em modo WDS, como geralmente as pessoas fazem quando não querem ter muito trabalho.

     O meu roteador central (onde chega o cabo do modem do provedor da internet) é um TP-Link N750 (TL-WDR4300). Na época que comprei, ele estava por volta de R$ 275. Hoje, pelo que vi no Buscapé, está bem mais caro (agradeço ao dólar alto). O lugar mais em conta (e confiável) que encontrei foi no Walmart por R$ 379 em 3x.

     Apesar do meu roteador não ser dos mais baratos, eu já vi essa função de criar rede para convidados em aparelhos na faixa de R$ 200. Acredito que, apesar de diferentes, as interfaces são um tanto parecidas e as “palavras chaves”, que podem te levar a achar o recurso em seu modelo, também são.

     Aqui no meu caso, no menu esquerdo, eu clico “Guest Network”. Capturei a tela do meu roteador pra ficar mais fácil. Veja aqui.

     Meu roteador, por ser mais caro, ele tem muitos recursos. Mas o básico que você precisa configurar pra ativar a rede Wi-Fi de convidados é o seguinte. Preencha o nome da rede (Network Name), algo como “Convidados”. Escolha o tipo de segurança empregada na autenticação (Wireless Security): WPA/ WPA2. Por último, defina a senha (PSK Password).

     Mesmo sendo uma rede só para internet, separada dos seus computadores, não recomendo que você a deixe sem senha ou escolha algo muito fácil. Afinal, o sinal acaba vazando e seus vizinhos podem fazer uso da sua internet sem a sua permissão. Isso não apenas degrada a sua velocidade, como pode lhe colocar em problemas, tendo em vista que eles podem fazer uso indevido (algo ilegal) e o IP que vai aparecer nos logs é o seu. Logo, você será responsabilizado.

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dez 02

Como saber se um site ou servidor está realmente fora

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 02/12/2015 às 15:55h

     Se tem uma coisa que eu vejo todo santo dia no trabalho é usuário me perguntando se determinado site/ servidor/ serviço está realmente fora ou se é apenas com ele. E saber isso é algo extremamente fácil! Não precisa contar com a colaboração de mais ninguém nas redes sociais.

     Antes de dizer a “mágica”, como não sei o nível técnico de cada leitor, preciso fazer uma breve introdução sobre a estrutura da internet, que é um emaranhado de cabos, conectando diversos equipamentos, como uma rodovia. Vamos pra um exemplo que sempre uso no meu dia-a-dia.

     Imagine que você está indo de casa pro trabalho, seguindo a mesma avenida de sempre e num determinado dia ela está com algum problema, seja um reparo, um alagamento, uma árvore que caiu, etc. Qualquer coisa que te impeça de seguir por ela. O que você faz? Provavelmente, vai procurar outras vias pra chegar até o seu destino, mesmo que demore mais, tenha mais trânsito, etc. Na internet, é basicamente a mesma coisa.

     Quando você tenta acessar um determinado site e ele está fora, não quer dizer que está fora pra todo mundo. Pode ser que o seu caminho (a sua rota) pra chegar até ele esteja com problema e o sinal da sua operadora não tenha conseguido outras rotas alternativas. Dae, a aparência que está tudo fora.

     Existem diversos sites (pagos e gratuitos) que fornecem serviços pra detectar se um determinado servidor está ativo ou não. Um dos mais simples e que recomendo é o IsUpMe (nome pra lá de sugestivo). Uma vez nele, basta informar o domínio do site e o serviço vai tentar acessá-lo, pra mostrar se o site está fora mesmo ou não.

     Como trabalho administrando servidores e recebo chamados do Brasil todo, com usuários de diversas operadoras, é comum alguém do Sul usando GVT não consiga acessar determinado serviço, mas no resto do Brasil estar Ok. Pra ter mais informações sobre isso, uso um serviço pago que tem servidores espalhados em diversos locais, no Brasil e no exterior. O relatório dele é mais completo e me exibe não apenas se o site está fora ou não, mas mostra isso do ponto de vista de cada servidor, exibindo também o tempo de acesso (latência) de cada um.

     Se você tentar acessar um site e ele estiver fora, mas o IsUpMe mostrar que ele está ativo, você pode abrir o terminal do seu computador e digitar algo como “traceroute www.sitequedesejo.com”. Essa ferramenta varia de uma plataforma pra outra, mas geralmente é traceroute mesmo. Ela mostra o sinal saindo do seu computador, passando pelo seu roteador, indo pra operadora e seguindo por vários outros equipamentos até chegar ao destino. Quando o sinal é interrompido, é comum ter um * * * no meio do caminho, indicando onde ele parou. De posse disso, você pode reclamar na sua operadora e manda um printscreen dessa tela. Vai ajudar muito na resolução do problema!

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ago 01

Primeiras impressões em vídeo do TP-Link TL-R470T+

9 Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/08/2013 às 23:38h

     Recentemente eu comprei um roteador com 3G da TP-Link, na esperança de fazer uma contingência de link, já que ele ativa o 3G automaticamente quando a conexão principal na porta WAN cai. Porém, como tenho 3 links em casa, essa solução não foi suficiente.

     Essa semana eu acabei comprando o TP-Link TL-R470T+. Por incrível que pareça, ele custou menos de R$ 120,00 e possui recursos fantásticos, conforme mostro no vídeo acima. Como ele chegou hoje a tarde e mexi muito pouco nele, ainda é cedo pra dar um parecer definitivo, mas as primeiras impressões foram as melhores possíveis.

abr 02

Review em vídeo: roteador Draytek VigorFly 210

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/04/2013 às 15:06h

     Há algumas semanas o pessoal de marketing da IK1 Tecnologia, representante exclusiva da Draytek no Brasil, entrou em contato conosco pra analisarmos os produtos da marca. É mais um parceiro que vai nos mandar produtos e assim, poderemos conhecer, explorá-los e dar nossa opinião se o produto é para o que você procura ou não.

     Como sou administrador de redes e atuo há bastante tempo na área de tecnologia, a marca é uma velha conhecida. Já usei alguns equipamentos deles em projetos diversos. Aliás, a empresa atua apenas através de revendas autorizadas e não faz venda direta ao consumidor. No site deles tem uma área destinada a localizar as revendas. Uma das que já comprei e dá pra ver os produtos e preços online, sem necessidade de cotação é a FourServ.

     O primeiro aparelho que nós recebemos foi o Draytek VigorFly 210, um roteador sem fio pequeno, mas poderoso. Como digo no vídeo acima, ele não é tão pequeno quanto outros competidores, como o AirPort Express, mas esse não é o seu foco. A marca Draytek é bastante conhecida pelos profissionais, mas não vem a mente dos consumidores residenciais com facilidade. Um dos motivos é o preço dos produtos, que geralmente ficam acima das soluções residenciais oferecidas por empresas como D-Link, TP-Link, Asus, etc.

     Apesar de voltado para o público corporativo, o VigorFly 210 é bonito. O mesmo já não podemos dizer da sua interface, que é bem espartana. A performance e área de cobertura do sinal Wi-Fi são o ponto alto do produto, que fazem valer o preço mais elevado. Muitos usuários que compraram produtos facilmente encontrados em hipermercados e são um pouco mais geeks, já me procuraram pra saber que tipo de equipamento seria melhor pra eles, já que os de entrada não atendem tão bem suas expectativas. É nesse mercado que a Draytek trabalha: quem precisa de mais.

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fev 25

SSID Seletor: mudança rápida de rede Wi-Fi no Android

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 25/02/2013 às 12:06h

     Já comentei em alguns artigos aqui no blog que fiz várias experiências com roteadores Wi-Fi em casa. Quando eu vi que, com aparelhos mais baratos, a coisa não tava funcionando como eu queria, acabei indo para aparelhos mais caros e profissionais. Infelizmente, a melhora não foi muita. Atualmente eu tenho um Time Capsule no escritório, conectado a um switch gigabit de 24 portas e ao modem DSL. No térreo, tenho um AirPort Extreme e no sótão eu tenho um AirPort Express. Em tese, era pra tudo funcionar a mil maravilhas, né? Mas não funciona tão bem quanto eu gostaria.

     Alguns roteadores, geralmente da mesma marca, conseguem trabalhar num modo em que se usa o mesmo nome de rede Wi-Fi (ex.: GG_Network) nos três equipamentos ligados a mesma rede e tudo funcionaria magicamente. Como já explicado, atualmente aqui em casa é tudo da Apple e não funcionava muito bem. Era comum eu estar com o aparelho bem perto do AirPort Express e o mesmo ainda estar conectado ao AirPort Extreme de outro andar, com o sinal super fraco. Assim, resolvi colocar os aparelhos pra trabalhar com nomes de redes diferentes, de modo que eu pudesse forçar com que eles se conectassem onde eu quisesse. Mas ae surgiu um problema: quando eu mudo de cômodo, tenho que ficar selecionando que rede eu quero.

     Nos meus aparelhos Android eu consegui agilizar a troca de rede Wi-Fi com o SSID Selector (R$ 2,00 na Google Play). Infelizmente ele não automatiza completamente a tarefa de escolher a rede Wi-Fi com o melhor sinal, mas ele cria um widget com todos os roteadores que você tem disponível, permitindo que você alterne entre eles com um único clique, sem ter que entrar em configurações, rede, etc. Ele tem também um botão que faz a verificação do melhor sinal e se conecta nele, o que é muito bacana.

     Eu já testei vários apps na Google Play, gratuitos e pagos, mas não encontrei nada melhor que o SSID Selector, especialmente um que tenha a função de mudança automática de rede. Eu até cheguei a colar etiquetas NFC em alguns cômodos, de forma que eu só encosto o aparelho nela e já mudo pra melhor rede ali disponível, mas ainda assim, levantar so sofá pra ter que ir até a etiqueta inteligente é pouco cômodo. Então, continuo na procura de algo mais automatizado. Se alguém conhecer, por favor me indique.

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Categoria(s): Android
jul 21

Primeiras impressões do MiFi TMobile e Clear

7 Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/07/2012 às 23:08h

     Depois de muito sofrer com a minha câmera velha de guerra da Sony, esse é o primeiro vídeo com a novíssima Nikon Coolpix S9300. Pelo que eu notei, ainda preciso mexer um pouco mais nos ajustes de foco. Ela não ficou perdida, como a Sony ficava, mas focou no fundo e não no aparelho que eu estava segurando em mãos.

     No vídeo acima eu mostro um pouco mais sobre os MiFi, os aparelhos que compartilham a internet 3G/ 4G via Wi-Fi, funcionando como roteador portátil. Eu já havia falado um pouco sobre eles nesse outro post. Agora, em vídeo, faço explicações adicionais sobre seu funcionamento, planos, preços, etc.

     Update 22/07/2012 11:48Hs => Conforme comentei no vídeo, tentei fazer o desbloqueio do modem da TMobile. A princípio, funcionou, pois a mensagem de SIM Lock sumiu. Porém, agora ele fica procurando sinal e não encontra. Tentei chips das operadoras Tim, Claro e Vivo. Não sei se existe algum outro bloqueio, via firmware, ou se é por problemas técnicos, referentes as frequências de banda de cada operadora.

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jul 10

Internet nos Estados Unidos: vai de MiFi da Clear!

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/07/2012 às 21:50h

     Eu sei que alguns vão pensar “poxa, de novo esse alerta”, mas eu vou fazer em todos posts referentes a viagem pra evitar que nos comentários (como às vezes acontece) alguém venha me chamar de burro e dizer que o post foi uma porcaria, que não ajudou em nada, que eu quero me passar por sabichão e não sei nada, etc. Acreditem, por mais que eu faça os posts pra ajudar, ainda tenho que ler coisas desse tipo. Então, na tentativa de minimizar tais comentários, vou sempre colocá-los no início dos posts. Você, que já leu, pode começar sempre a ler do segundo parágrafo. Isso dito, lá vai: essa série de posts sobre a viagem que fiz são para compartilhar o pouco que sei e tais informações podem não ser as melhores alternativas pra você. Conto com os comentários dos leitores para me corrigirem e enriquecer o conteúdo.

     Quem me acompanha pelo Twitter já sabe que estou viajando desde o início do mês. Estou em Nova Iorque e em breve irei também para Washington. Em viagem, não dá pra ficar mantendo o blog atualizado, pois é tudo muito corrido e cansativo. Mas estou juntando muito material para postar assim que voltar. Convido a quem, ainda não segue, seguir lá no Twitter, Instagram, Foursquare, etc.

     Apesar de ter ativado o roaming internacional, graças a Deus não precisei usá-lo. Logo que cheguei por aqui eu contratei um plano da AT&T, pagando USD 50 pra 250 minutos de ligações e SMS ilimitados, além de 1GB de internet. Caso eu estoure, poderia contratar mais 1GB pagando outros USD 25. Uma fato curioso: em todas as viagens que fiz pra cá, eu sempre optei pela AT&T. Porém, quando eu chegava na loja e dizia que era para um iPhone, eles me tratavam com certa hostilidade. Dessa vez, quando disse que era um Android, não sei se foi coincidência, mas o atendimento foi completamente diferente. Me atenderam super bem.

     No segundo dia de viagem eu fui a uma loja da TMobile e fiz um plano 3G ilimitado, pra ficar mais a vontade pra usar a internet sem ficar de olho no consumo. Como meu irmão está comigo, fizemos dois planos. Foram USD 50 de cada plano, tendo minutos e SMS ilimitados, além do 3G. Porém, como alguns devem saber, no iPhone só funciona em EDGE. Por isso, tenho comutado no Nexus o chip da AT&T e TMobile, pra usufruir do 3G.

     Depois que eu já tinha feito os planos 3G ilimitado, resolvi fazer também um “4G” com um MiFi, que é um roteador sem fio portátil, do tamanho de um celular pequeno. O MiFi da TMobile é bloqueado e custa USD 129. Ele compartilha a internet com até 5 dispositivos ao mesmo tempo e o plano de internet “4G” de 5GB custou USD 50. Repararam que estou usando “4G” entre aspas? Isso porque, aqui nos Estados Unidos, várias operadoras chamam o que conhecemos no Brasil como 3G+ (HSPA+) como 4G. O 4G real, é conhecido como LTE. Apesar de ser “apenas” um 3G aditivado, peguei velocidades muito boas e como eles usam as mesmas frequências do Brasil, dá pra levar o aparelho, desbloquear por lá (gambiarras que contarei depois) e usar numa operadora brasileira.

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Categoria(s): Dicas
jan 26

Oferta Relâmpago: Time Capsule 2TB por R$ 849,00 em 12x

12 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/01/2012 às 14:35h

     Enchemos tanto o saco do Ponto Frio no Twitter que ele fez uma promoção especial, por tempo limitado, pra gente: Time Capsule 2TB por R$ 849,00 em 12 vezes sem juros e frete grátis. Quem quiser, precisa entrar na loja através desse link.

     Pra quem ainda não conhece, o Time Capsule é um roteador sem fio (Wi-Fi) da Apple, que possui um HD interno embutido. Com ele, dá pra você deixar seu Mac/ PC desligado e mesmo assim ter seus arquivos sempre a mão, seja localmente ou via internet. Se você tem um Apple TV, por exemplo, é uma excelente escolhe, já que o mesmo não possui HD pra armazenar arquivos. Assim, você deixa os arquivos (fotos, músicas, filmes, seriados, etc.) no HD do Time Capsule e eles estarão sempre acessíveis.

     Ainda sobre a promoção, o preço normal do produto na Apple Store Online é R$ 999,00. Eu até preferia que vocês comprassem na Apple Store Online, pois o blog ganha comissão. Já no Ponto Frio, não. Mas como a diferença é considerável, mesmo não ganhando nada do Ponto Frio, achei que valia a pena divulgar.

     Update 30/01/2012 11:30H => Já recebi o produto, por incrível que pareça. A previsão era de 7 dias úteis, mas entregaram bem antes disso. Aproveito essa atualização para esclarecer uma dúvida quanto a versão do equipamento. Quando vi o preço no Ponto Frio, fiquei na dúvida se era o modelo atual ou se estavam desovando estoque velho. Pra isso, peguei o Part Number do produto (que estava no título do anúncio: MD032BZ) e joguei no site da Apple. Lá, aparecia o modelo mais recente. Hoje, quando o produto chegou, fiquei na dúvida, pois o utilitário de configuração indicava que era a 4. geração. O causador da dúvida é que o AirPort Extreme está na 5. geração, enquanto o Time Capsule é uma versãoa menos. Porém, ambos tem as mesmas características, como podemos ver no MacTracker.

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maio 06

AirPort Extreme: nem tão bom assim

21 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/05/2011 às 17:16h

     Ontem eu escrevi aqui no blog sobre o AirPort Extreme, o roteador sem fio topo de linha da Apple. Pelos meus testes, a uma curta distância, a performance do equipamento é mesmo sensacional. Porém, ocorre uma degradação severa de performance conforme se distância da base e nem precisa ser tanto assim.

     No local padrão onde o roteador fica em casa, num outro piso, há cerca de 10 metros do meu escritório, o D-Link copiou 4,5GB de arquivos em 15 minutos. Já o AirPort Extreme, pro meu total desgosto, levou cerca de 1 hora. Ou seja, muito pior.

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Categoria(s): Apple
maio 05

O AirPort Extreme é isso tudo? Confira aqui o review.

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 05/05/2011 às 23:32h

     Há anos eu ensaio comprar um AirPort Extreme, mas o seu alto custo sempre me desmotivou. Acabei “sofrendo” várias vezes usando roteadores mais baratos, de marcas bastante conhecidas, como D-Link e Linksys. Até que, no mês passado, resolvi usar a comissão do blog pela venda de produtos da própria Apple pra efetivar a compra. Aliás, obrigado a quem sempre compra na Apple através de nossos banners. Isso é muito importante pra nos deixar motivados a postar por aqui.

     Já convencido que eu deveria investir num equipamento melhor, minha dúvida agora era se escolhia o AirPort Extreme ou o Time Capsule, que é basicamente o AirPort Extreme com HD integrado. Minha razões pela escolho do AirPort Extreme estão aqui nesse outro post, que fiz no mês passado. Em resumo, pesou muito a desconfiança sobre a durabilidade do equipamento, como vocês podem ver melhor os motivos no outro post.

     Decidido a comprar o produto, fui na Apple Store Online e fechei o pedido, mas fiz um erro na hora de colocar a ordem e optei pelo pagamento à vista. Como não existe desconto pra essa forma de pagamento, queria alterar para 12 vezes sem juros no cartão. Liguei no pós-venda cerca de 10 minutos depois do pedido colocado, mas fui informado que eles não poderiam mudar. Eu teria que cancelar o pedido e colocar outro. Pior, me informaram que o pedido já tinha sido processado e eles iriam despachar o pedido, cobrar no meu cartão e depois eu teria que remetê-lo de volta, pedindo reembolso. Burrice, não? Mas não adiantou argumentar.

     Só pra variar, houve um problema com a famosa Rapidão Cometa, empresa responsável pelas entregas da Apple no Brasil. Estouraram prazo, não repassaram informação correta pra Apple na devolução, etc. Um verdadeiro desprazer que poderia ter sido evitado se a Apple tivesse o mesmo cuidado que tem com seus produtos, na escolha dos seus fornecedores e na flexibilidade dos seus procedimentos. Mas bem, esse post é pra falar do AirPort Extreme. Vamos a análise!

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