abr 11

Considerações sobre o monitor cardíaco Polar H6

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 11/04/2014 às 11:34h

     Escrevi há alguns anos aqui no blog sobre o relógio inteligente MotoACTV da Motorola. Sim amiguinhos, ele nasceu em 2011, muito antes de Sony, Samsung, Google, Apple e outras falarem no assunto. E, apesar de pioneiro, a Motorola resolveu matar o projeto dele no ano passado, provavelmente por estar trabalhando no relógio do Google.

     Pra quem nunca ouviu falar dele, o bichinho roda um Android modificado. Dá inclusive pra hackear o aparelho e colocá-lo para rodar apps, como Angry Birds. Apesar da minha curiosidade, resolvi não fazer isso pois uso ele pra outra finalidade: monitorar a minha atividade física. Com ele, consigo ouvir músicas via bluetooth ou cabo, fazer o monitoramento cardíaco e, como ele tem GPS e Wi-Fi, fazer upload do exercício no site da Motorola, acompanhando gráficos bem legais. Tudo, sem a necessidade de um smartphone e com os dados disponíveis para rápido acesso ali no pulso, sem ter que tirar nada do bolso.

     Fiz essa introdução sobre o MotoACTV, mas na verdade o post é sobre a cinta de monitoramento cardíaco H6 da Polar. Como explico no vídeo, tem uns 2 anos que uso o monitor cardíaco ANT+ da Garmin. Porém, já tem quase um ano que ele começou a ficar instável. Eu troquei a bateria várias vezes, achando que pudesse ser isso, mas pelo visto não é. Ele começa a monitorar o exercício bem, mas depois de poucos minutos a marcação fica maluca, onde os batimentos chegam a cair a 28BPM. Por isso decidi comprei a Polar H6.

     Pelas minhas pesquisas, encontrei a cinta de monitoramento cardíaco H6 da Polar na faixa de R$ 300,00. Optei por ela porque eu queria comprar um produto com garantia e ela é facilmente encontrada em autorizadas Polar. Porém, nem no site da marca, nem nas lojas, é possível saber exatamente com o que ela é compatível, bem como suas limitações. Como o Código de Defesa do Consumidor (CDC) me garante o direito de arrependimento, acabei pagando pra ver. Senão funcionasse, bastava devolver. Mas não comprei de bobo alegre, alguns vendedores diziam que funcionava com vários apps conhecidos (como o RunKeeper) e outros não, dizendo que apenas o modelo H7 funcionaria. O problema é que o H7 não é vendido oficialmente no Brasil e quem o produto, dá apenas 90 dias de garantia.

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maio 19

Primeiras impressões: Wahoo Blue HR

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/05/2012 às 13:49h

     Há algumas semanas eu comecei a pesquisar sobre monitores cardíacos e ao pedir ajudar no Twitter, muitos me recomendaram os produtos da Wahoo. Até então eu nunca tinha ouvido falar da marca. Porém, como falaram muito bem dela e vi que no site do RunKeeper eles revendem o produto, resolvi arriscar.

     A maioria dos monitores cardíacos que possuem integração com smartphones trabalham usando a comunicação ANT+, o que exige um pequeno dongle na base do telefone. Eu sou totalmente averso a espetar coisas nessa porta e sair por ae com ela no bolso. Eu acho que é dar mole pro azar e Murphy vai quebrar alguma coisa. Por isso, ao invés do kit Wahoo ANT+, que funciona em quase todos os iPhones (3G, 3GS e 4), eu optei pelo Wahoo Blue HR (USD 80), que por trabalhar apenas com Bluetooth 4.0, limita-se ao iPhone 4S.

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maio 16

Primeiras impressões: monitor cardíaco Scosche myTrek

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 16/05/2012 às 23:59h

     Já comentei aqui no blog anteriormente sobre o Polar WearLink+ Bluetooth, uma cinta de monitoramento cardíaca compatível com smartphones Android. Escrevi também a respeito do relógio turbinado MotoACTV, tanto contando as primeiras impressões, como depois de três semanas de uso, concluindo se vale a pena ou não. Falei também sobre outros gadgets bacanas de acompanhamento de exercício, nesse outro post. Mas agora irei falar do monitor cardíaco Scosche myTrek, que tem como grande diferencial funcionar em iPhones e Android. Acompanhe no vídeo abaixo:

     Como tenho um iPhone 4S e um Galaxy Note, fiquei algumas semanas à procura de um dispositivo que fosse compatível com ambos, o que não é uma tarefa lá muito fácil. Devido principalmente as enormes restrições impostas pela Apple, é muito complicado achar um aparelho que trabalhe com seus smartphones e com os Androids. Um dos poucos produtos que atendem a essa demanda é o Scosche myTrek, que já ganhou alguns prêmios bem interessantes no ano passado, como o “Macworld Best of Show 2011”.

     Outra coisa um tanto diferente no myTrek é que ele não tem um formato muito tradicional, que geralmente é de relógio ou de cinta peitoral. Ele é usado no antebraço, próximo ao cotovelo. Eu vi isso como um vantagem, pois fica bem confortável, diferente das cintas, que geralmente incomodam bastante, especialmente em exercícios mais longos. Falando nisso, a autonomia dele é de 5 horas, sendo alimentado por uma bateria interna recarregável. O mais comum nesse tipo de equipamento é o uso de baterias de relógio, que geralmente precisam ser trocadas a cada 10 dias.

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abr 02

Primeiras impressões do Polar WearLink+ Bluetooth

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/04/2012 às 15:33h

     Apesar do meu avatar deixar claro que sou gordo (e geek), isso não quer dizer que eu seja sedentário. Eu procuro fazer caminhadas diárias de cerca de 1 hora (6Km) e sempre gostei de monitorá-las pelo iPhone, seja usando o RunKeeper ou o Nike+. Não que eu fique monitorando a minha performance, querendo andar cada vez mais rápido e bater metas. Eu prefiro sair andando “de boa”, usando esse tempo também para relaxar e geralmente vou ouvindo podcast, tweetando, tirando alguma foto pro Instagram, consultando um feed RSS, etc. Mas é legal ter as estatísticas dos exercícios, especialmente quando você forma um grupo de amigos (mesmo que virtuais) e ficam competindo pra ver quem pratica mais.

     Faz tempo que estava de olho num monitor cardíaco que fosse compatível com o iPhone. Nunca achei nada bacana e num preço aceitável. Essa semana eu achei o Polar WearLink+ Bluetooth, que apesar de não funcionar com iPhone, funciona com Android. Ela é um conjunto de cinta elástica com um pequeno transmissor que envia esses dados pra um dispositivo compatível. Uma coisa que não gostei é que ela envia os dados apenas para o smartphone, não sendo compatível com nenhum relógio (nem da própria marca).

     O Gerson da GSShop, me enviou uma cinta dessas para teste. Ela custa praticamente R$ 300,00. Não é um produto barato, mas é o preço desse tipo de equipamento. Não consegui encontrar nada mais em conta nas minhas pesquisas. Aliás, eles tem outros produtos também, que eu pretendo testar no futuro, inclusive compatíveis com iPhone, mas eles costumam trabalhar com um pequeno dispositivo (ANT+) que vai encaixado no conector de 30 pinos. Eu sinceramente tenho medo disso acabar quebrando no meu bolso, mas graças as limitações que a Apple impõe ao bluetooth dos seus dispositivos, essa tem sido a saída escolhida pelos fabricantes.

     Assim que o produto chegou, eu fui fazer a pareamento dele com o Galaxy Note. Não resisti e tentei fazer também no iPhone, só por desencargo de consciência e realmente nem apareceu listado. Já no Galaxy, foi de primeira, sem qualquer problema. Uma vez pareado, comecei a baixar os apps que são compatíveis com o dispositivo: Sports Tracker, Endomondo, SportyPal, RunKeeper, Cardio Trainer, Runtastic e Run.GPS. Eu fiquei bem decepcionado com o site da Polar, pois não existe um PDF detalhando o produto, com características e tudo o mais.

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dez 04

RunKeeper: monitore sua corrida com o iPhone

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 04/12/2009 às 14:25h

     Já faz algum tempo que ouço o Vladimir Campos recomendando a aplicação RunKeeper para monitoramento de corridas/ caminhadas/ outros, mas nunca me interessei em testar. Isso porque, como todo gordinho/ nerd sedentário, pratico pouco esporte e quando pratico, prefiro dar uns aremessos (basquete), do que sair pra caminhadas. Porém, ontem resolvi testar o aplicativo e sai pra uma caminhada.

     O mais bacana é que existe uma versão free da aplicação, para que você possa testar antes de comprar. Foi exatamente essa versão que eu usei ontem, no meu teste. A diferença dessa versão para a pro, que custa USD 9,99 na App Store, é que a paga não trás propagandas, permite controlar as músicas do iPhone/ iPod diretamente na App e o mais legal: subir o resultado dos treinos para o site, conforme demonstro no vídeo acima, o que te permite monitorar todo o seu exercício, integrado ao Google Maps.

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