nov 08

Primeiras impressões do notebook gamer Samsung Odyssey

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 08/11/2017 às 00:38h

     Depois de 5 anos usando um modesto MacBook Air de 11 polegadas com míseros 64GB de SSD, acabei tendo que comprar um notebook que suportasse editar vídeos em 4K. Cheguei a cogitar montar um PC, mas como o custo de montagem de uma boa máquina estava beirando os R$ 5.000,00 e acabei encontrando esse Samsung Odyssey por R$ 3.500,00 em 15 vezes, conclui que seria melhor optar pela portabilidade e simplicidade de uma máquina já montada, de marca conhecida, etc.

     Eu geralmente tenho boas experiências com o Submarino, mas dessa vez, parecia até um presságio que algo daria errado. Comprei a máquina no dia 17/10 e, depois de muita reclamação, ela acabou sendo entregue hoje (07/11). Foram longos 20 dias esperando ansiosamente por uma máquina que eu julgava ser a solução dos meus problemas, pois estava equipado com uma poderosa CPU Intel i7700K (penúltima geração), 8GB de RAM e uma placa de vídeo GTX 1050 de 4GB de RAM. Porém, logo ao ligar o computador, as coisas foram se mostrando um pouco mais difíceis do que eu imaginava.

     Apesar de mexer ocasionalmente no Windows, desde 2006 que eu sou um usuário de Mac. Eu bem que queria ter comprado outro computador da Apple, mas com um iMac começando em R$ 8.000,00 e um MacBook em quase R$ 10.000,00 (preços oficiais na loja online da empresa) tive de descartar minha primeira opção e me contentar com um PC Windows. Já sabia que a transição podia trazer alguns problemas, mas como a ideia do novo notebook era ficar mais voltado a edição de vídeo, achei que conseguiria conviver com os dois mundos numa boa.

     Talvez seja uma coisa normal no mundo Windows, mas eu fiquei muito surpreso na quantidade de problemas logo ao tirar o computador da caixa, especialmente esse problema do disco ficar em 99%. Pelos reviews que tinha lido, eu já sabia que o HD do Odyssey, por ser de 5.400 RPM, era um gargalo. Porém, imaginei que fosse aceitável e não um tremendo problema como acabou se revelando. Assim, fui buscar algumas soluções com amigos, com a própria Microsoft e depois de alguns ajustes em registro e afins, o problema persistia. Vi até um vídeo no YouTube onde o cara dava 27 dicas pra acabar com esse problema. 27!

     Hoje foi um dia cheio de problemas no trabalho e não consegui mexer muito com no computador. Deixei ele de lado, baixando as várias atualizações do Windows e imaginei que, depois de um tempo ligado, baixando, instalando e otimizando tudo, no final do dia ele estaria melhor. Ledo engano. Eu já fiz uns 4 reboots de novas instalações, ele volta querendo atualizar mais coisas e dá-lhe 99% de uso de disco.

     Sobre o hardware em si, eu achei que um computador maior, com 15.6” de tela, me traria um conforto que há tempos não tenho, com o MacBook Air de 11′. Porém, mesmo com um teclado bem grande e espaçoso, do mesmo tamanho do que uso no PC tradicional, ele se revelou muito ruim, com um toque péssimo e uma luz de fundo extremamente fraca. Outro grande problema que me atrapalha é a qualidade do touchpad. Diferente dos produtos da Apple, que são de vidro e deslizam perfeitamente, o da Samsung é feito de um plástico de baixíssima qualidade e sem a menor precisão. O mesmo vale para o acabamento geral do computador, que nem de longe lembra algum premium (gamer). Parece um desses CCE que se compra por R$ 799,00. Por fim, a tela parece de baixa qualidade, muito lavada e péssima para leitura.

     No final das contas, eu nem consegui instalar o Sony Vegas no aparelho até agora, que foi o objetivo principal da compra do equipamento. Já pedi o cancelamento da compra no Submarino e, enquanto eles não vem buscar o produto, vou continuar tentando ver como ele se comporta nos próximos dias, sem grandes esperanças de melhora.

     Muito provavelmente você verá esse computador em promoção na Black Friday e o intuito desse post é justamente fazer o alerta sobre a qualidade do mesmo. Não recomendo de forma alguma esse produto. Se quiser comprar, vá por sua conta e risco.

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Categoria(s): Gadgets
mai 16

Como fazer um relógio Android Wear funcionar com iPhone

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 16/05/2015 às 18:07h

     Confesso que eu gostava do relógio Gear 2 da Samsung. Não era perfeito, mas me atendia bem. Porém, ele só funcionava (nativamente) com um smartphone da Samsung. E, como eu quero essa marca bem longe da minha vida, acabei abrindo do mesmo e atualmente uso um Pebble, que funciona tanto com Android, quanto com iPhone.

     Um dos grandes problemas dos relógios com Android Wear é que eles só funcionam com dispositivos Android (de qualquer fabricante, desde que rodem Android superior a 4.3). Porém, quem tem iPhone, não vai poder fazer uso desses relógios. O Google até já prometeu arrumar as coisas, mas enquanto isso não acontece, desenvolvedores pelo mundo fazem hacks/ gambiarras pra coisa funcionar.

     Sinceramente, acho que muito usuário de iPhone não vai querer um relógio inteligente, que dirá um que não seja da Apple. Porém, como o Apple Watch está em falta, mesmo nos Estados Unidos e quando chegar ao Brasil, vai vir custando os olhos da cara (em torno de R$ 2.000,00), pode ser que alguns usuários topem comprar um Android Wear (na faixa de R$ 450,00), só pra ter notificações no pulso. Será?

     De qualquer forma, recebi a dica do hoje no Twitter e resolvi fazer o teste. Baixei um app no Android, baixei o app no iPhone e fiz a bagaça funcionar como no tutorial que havia recebido. Pode não ser muito intuitivo, mas na realidade é super simples. Vamos a um passo a passo.

     A primeira coisa a fazer é deixar o Android Wear conectado ao Android. Ao instalar o app da loja, irá aparecer o aplicativo no relógio. Basta rodá-lo e ativar o serviço para iOS e o push. Em seguida, desligue o bluetooth do Android e deixe o relógio sem parear. Em seguida, abra o aplicativo no iPhone e mande procurar. Ao mesmo tempo, mande também localizar o iPhone, pelo app do relógio. Uma vez conectados, faça o teste e veja se funcionou. Lembrando: só funciona pra receber. Não dá pra responder.

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mar 02

E a Samsung finalmente lançou sua cópia do iPhone 6

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/03/2015 às 03:24h

     Depois de muitos rumores, especulações, teasers e afins, a Samsung finalmente anunciou seus novos smartphones: Galaxy S6 e S6 Edge. Em resumo: sim, eles são extremamente parecidos com o iPhone 6 e abandonaram aquele acabamento de merda (pRásticu Dolly) que a empresa coreana insistia em vender.


Ivan Garcia / Shutterstock.com

     Um dos rumores é que a Samsung não usaria a CPU da Qualcomm, alegando que ela esquenta demais. Segundo a fabricante de chips, isso é pretexto de quem não soube adaptar o projeto (toma!). Mas o fato é que a Samsung realmente desprezou os chips da americana e está usando CPU própria. Segundo eles, é mais poderosa (Octa Core) que as do Galaxy Note Edge, além de mais econômica.

     Aliás, uma das novidades dos novos aparelhos é que agora eles não tem mais slot pra cartões microSD e bateria removível. É a Samsung copiando (ok, ok, se inspirando) a Apple na cara dura. Não duvido que, em breve, vejamos algum processinho rolando por ae, como já ocorreu no passado, já que os aparelhos se parecem bastante. Eu particularmente achei bonito e bem acabado.

Continue a leitura..

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Categoria(s): Android
fev 19

Por que o Gear 2 não exibe o nome do contato que ligou?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/02/2015 às 16:42h

     Depois de meses na gaveta, acabei vendendo meu relógio Gear 2 para o meu pai. Eu sempre achei que ele não teria paciência pra um smartwatch, especialmente a parte de carregá-lo diariamente. Mas, para a minha surpresa, não só ele adorou, como muitos amigos dele também e estão doido atrás do relógio.


Ivan Garcia / Shutterstock.com

     No feriadão de carnaval eu fui visitar a família e, pra variar, meu pai tinha uma listinha (bem pequena, assim, umas 200 coisas, rs.) pra eu ajudá-lo a fazer. Uma delas era o fato do Gear 2 mostrar apenas o número de quem está ligando e não o nome. Apenas com o número, ele não conseguia identificar quem era e isso vinha lhe aborrecendo. Totalmente compreensível, correto?

     No curto período que usei o relógio, eu lembrava que aparecia o nome do contato que ligou. Fiquei pensando que poderia ser alguma alteração em novas versões do software (do relógio ou do smartphone), mas depois de muito mexer, descobri que era uma coisa bem simples.

     Meu pai instalou um daqueles apps de portabilidade e esse app alterou todos os contatos dele, colocando o 01517 (operadora e DDD dele) na frente dos contatos. Só que o app fez isso inclusive pros telefones locais, do mesmo DDD. Assim, quando a pessoa liga, o software do relógio não reconhece o contato. A solução foi baixar outro software de nono dígito e configurar corretamente o DDD padrão.

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set 26

Primeiras impressões do smartwatch Samsung Gear Live

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/09/2014 às 17:57h

     Há algumas semanas eu tive meu primeiro contato com o sistema Android Wear através do relógio inteligente (vulgo smartwatch) LG G Watch. Dá pra notar bem claramente a minha decepção no vídeo de primeiras impressões dele. Mas, conforme os dias foram passando, achei algumas coisas legais, como responder um tweet por voz diretamente no relógio, sem pegar o smartphone, bem como o controle de mídia pelo pulso (novamente, sem ter que recorrer ao smartphone).

     Eu tenho um relógio Samsung Gear 2, que roda o sistema Tizen. O vídeo de primeiras impressões dele está aqui. Com ele eu consigo fazer coisas mais bacanas do que consigo com o Android Wear. Porém, ainda não me sinto a vontade para recomendar que alguém invista R$ 1.000 nele.

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Categoria(s): Android
set 26

Abri mão dos smartphones topos de linha e estou feliz

8 Comentarios »Postado por GordoGeek em 26/09/2014 às 10:43h

     Acho que o sonho de boa parte dos geeks é ter condições financeiros de conseguir se manter atualizado tecnologicamente, comprando os mais novos lançamentos. Quem me acompanha há algum tempo sabe que estou sempre trocando de smartphone, geralmente pegando os topos de linhas de Samsung, Sony, etc. E cheguei a conclusão que não preciso deles pra ser feliz.

     Esse não é um daqueles posts onde eu vou ensinar você a poupar dinheiro, controlar o consumismo, etc. Depois de alguns anos comprando o Galaxy Sx, Galaxy Note x e mais recentemente os Xperia Zx da vida, vi que eles mais me frustravam do que me realizavam. Afinal, quem paga R$ 2.500 num aparelho (ao invés de R$ 500 num modelo mais em conta), espera que a experiência seja muito boa.

     Nos últimos meses eu fiz diversos vídeos falando sobre os problemas do Sony Xperia Z2, o topo de linha da Sony. Ele esquenta demais, a câmera não é tão boa assim, trava uma barbaridade, etc. Já o Galaxy S5 e o Galaxy Note 3, especialmente pelas tranqueiras que a Samsung insiste em por na TouchWiz, acabam deixando os aparelhos se arrastando em pouco tempo. Se tiver curioso, dá uma procurada aqui no blog pra ver mais sobre cada uma dessas coisas. Tem tudo documentado em vídeo, pra mostrar que são problemas reais e não meras impressões.

     Tem cerca de uma semana que estou usando o Nexus 5 e o Moto X (2014) como aparelhos principais. Até já coloquei meus outros aparelhos pra vender no OLX, já que perdi totalmente o tesão neles. É incrível a fluidez desses dois aparelhos, que geralmente custam a metade dos topos de linhas. Enquanto em outros aparelhos eu experimentava pequenas travadinhas e constantes gargalos, nesses dois tudo roda liso. Detalhe: rodando exatamente os mesmos apps, inclusive launchers, dos outros aparelhos.

     Estou sentindo falta do leitor de digital (S5), emissor de infra-vermelho (S5), cartão microSD, proteção contra água (Z2 e S5), TV Digital (Z2), um acabamento mais premium e tudo o mais? Sinceramente: sim, mas consigo viver muito bem sem eles. Até o “pouco espaço”, já que sou um ávido consumidor de Spotify e Pocketcasts, estou conseguindo me virar. Atualmente tenho 3GB livre no Nexus 5 e 5GB livre no Moto X (esse último tem 32GB de armazenamento interno nominal, contra 16GB do Nexus 5, então sincronizo mais playlists).

     Diariamente eu recebo dezenas de dúvidas no Twitter e entre as mais recorrentes estão: “que aparelho eu compro? X ou Y”. E geralmente X e Z são Galaxy S5, Galaxy Note 3, LG G3, Sony Xperia Z2 e por ae vai. Ou seja, a pessoa se dispôs a pagar uma baba no telefone, esperando ter uma boa experiência. Assim, acho leviano da minha parte indicar algo que eu não acredito, dando meu aval pra pessoa gastar grana onde não deve. Mas claro, cada caso é um caso e os atributos que são importantes pra mim, podem não ser para a pessoa. Assim, faça uma lista do que é importante pra você, destacando o que é fundamental, o que é desejável, o que gostaria, mas toparia abrir mão e o que pouco importa.

     Nem o Nexus 5, nem o Moto X, tem câmeras muito boas e isso não é de hoje. Eu tenho um post aqui no blog onde eu comparo as câmeras de 9 aparelhos. Ainda vou atualizar esse post com as fotos do Moto X, mas ela não é muita coisa melhor do que a do Nexus 5, que já está no post anterior. Mas convenhamos, se você quer ter um smartphone com uma câmera muito boa, você terá que partir para a linha Lumia, que roda Windows Phone. Ou então pagar R$ 3.500 num iPhone.

     É muito provável que se você me perguntar sobre que aparelho comprar, eu vou te mandar esse post, pois está muito mais completo do que uma resposta dada em 140 caracteres no Twitter. Não é pouco caso com seu “problema” e sim uma forma racional de respondê-lo.

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set 19

Quanto de RAM os lixos da Samsung consomem?

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 19/09/2014 às 13:17h

     Todo mundo que entende um pouco de tecnologia sabe que os fabricantes de aparelhos Android adoram modificar o sistema, tentando ao máximo personalizar a cara do produto, o que, geralmente, não acaba em boa coisa, pois atrasam os updates, deixam o gadget mais lento, além de tirar um pouco da experiência que o Google idealizou para o usuário.

     A Samsung é uma das empresas que mais mexem em seus aparelhos, adotando a famigerada TouchWiz. Quando eu comprava algo da marca, não demorava mais que uma semana pra tirar a ROM original e colocar outra, como Cyanogenmod ou Play Edition, que davam outra vida ao aparelho. A bateria passava a durar mais, o sistema estava sempre voando baixo, super fluido, etc. Mas, claro, isso trazia algumas coisas ruins, como a perda da garantia e de alguns recursos nativos, como o controle de infra-vermelho, suporte a ANT+, perda da Samsung Apps, incompatibilidade nativa com relógios Samsung, etc.

     Recentemente eu comprei um Galaxy S5 para poder desfrutar de uma perfeita integração com o relógio Gear 2, também da Samsung. Eu já usava o smartwatch com gambiarras em outros aparelhos, mas não estava satisfeito, já que algumas funções eram exclusivas de se rodar da forma nativa. Assim, comprei o tal aparelho, achando que ia ter uma bela experiência e….

     O resultado de algumas semanas de uso do Galaxy S5 é esse ae em cima. Tá pior que Windows, que vai ficando mais lento a cada dia de uso. Algumas pessoas argumentam: mas poxa, olha quantos apps você tem instalado. Amigo, se eu não fosse hard-user, eu não iria pagar R$ 2.500 num aparelho topo de linha. Eu teria pago R$ 400 num Motorola Moto E. Além disso, tanto o Nexus 5, quanto o Moto X, rodam com as mesmas configurações (launcher, apps, etc.) sem ficar essa porcaria do vídeo acima.

     Aliás, a brincadeira com os filhos da puta no primeiro vídeo, é justamente pra dar uma leve comida de rabo nos comentaristas brilhantes do Youtube. O povo não vê o vídeo com a devida atenção e fazem os mais diversos comentários. Ora, podem comentar, podem criticar, mas tudo com bom senso, embasando o que é dito. Caso contrário, vai pra lixeira.

     Como eu não vivo de blog, eu desfruto de uma liberdade impar. Por mais que alguns blogs e outros veículos sejam corretos, nem de longe eles tem a mesma liberdade. Já ouvi muitas histórias de gente que avaliou mal um produto e depois ficou na geladeira, não sendo chamado pra novos lançamentos, não recebendo produtos, ficando sem publieditorial, etc. Ou seja, meu maior compromisso aqui é com o leitor. Se o produto é ruim, eu vou falar e vou mostrar, para que ele não gaste suas economias em produtos que não valem a pena.

     Dando uma leve requentada num vídeo do começo da semana, vejam ae em cima minhas primeiras impressões sobre o novo Moto X. No mesmo vídeo eu mostro testes com outros aparelhos, como o Nexus 5, S5 e Note 3. Observem a nota que tirou cada um deles nos testes de benchmark.

     Em tempo: os novos iPhones lançados hoje tem apenas 1GB de RAM, segundo as empresas que desmontaram os produtos. Ou seja, a Apple consegue deixar o iOS super fluido com apenas 1GB de RAM. A Samsung precisa atoxar memória nos aparelhos porque sabe o quanto ela enche o sistema com coisas que ninguém quer.

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Categoria(s): Android
set 10

     Existem dezenas de soluções para monitoramento de exercícios, especialmente voltada para amadores. Eu uso há alguns anos o Motorola Moto ACTV, que mesmo descontinuado pela marca e sem update há um bom tempo, continua a me atender bem, pois funciona de maneira autônoma, sem depender de smartphone.

     Esses dias estava mexendo no app da Runtastic e vi que eles tem uma integração com o relógio Samsung Gear 2. Curioso, baixei, instalei, configurei e fui ver como funcionava. Eu confesso que iria gostar mais se me permitisse um pouco mais de customização, me fazendo navegar menos entre as telas, mas não dá pra negar que é uma funcionalidade bacana você poder acompanhar várias informações do exercício sem tirar o smartphone do bolso.

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ago 04

Testando o Sony Xperia Z Ultra, Z2 e Galaxy S5 na água

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 04/08/2014 às 17:14h

     A nova “killer feature” dos smartphones topos de linha do mercado é a certificação IP58, que atesta que os aparelhos são imunes a poeira e submersão a água durante até 30 minutos. Mas será que isso realmente funciona? Munido de muita coragem, fiz o teste abaixo:

     Um dos maiores índices de aparelhos com problema que chegam em assistências técnicas e autorizadas referem-se a aparelhos que tiveram contato com líquidos. Logo, essa proteção é muito bem vinda. Porém, ao contrário do que alguns podem pensar, não é tão fácil usar um aparelho com água em sua tela, já que isso é interpretado como um toque e o sistema fica completamente maluco.

     O que me deixa puto é a Sony, sabendo desse problema, fazer a propaganda do Xperia Z2 mostrando um homem (podia ao menos ser mulher, né? #brinks) usando o aparelho numa banheira, como se fosse possível interagir com toques na tela do celular molhado. Como você pode ver no vídeo acima, isso é impossível. Propaganda enganosa?

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ago 02

Samsung Galaxy S5 também tem problemas no Wi-Fi

34 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/08/2014 às 09:07h

     Algumas pessoas dizem que eu tenho o “dedo podre”, ou seja, tudo que eu compro vem com problema. Será que é esse mesmo o problema ou os fabricantes estão menos exigentes nos testes pré-lançamento e colocam qualquer porcaria no mercado, mesmo custando os olhos da cara?

     Relatei aqui no blog que eu tive inúmeros problemas com o meu Samsung Galaxy Note 3. Entre eles, um problema que fazia o aparelho ficar reiniciando do nada e outro no Wi-Fi. Como eu tenho plano da Pitzi no aparelho, nem esquentei a cabeça com as péssimas autorizadas da Samsung. Mandei pra Pitzi e recebi um aparelho novo (verifiquei o número serial e IMEI). Mas adivinha? Os problemas continuaram, o que me leva a crer que não era apenas uma unidade com problema.

     Já falei algumas vezes no Twitter e aqui no blog que nunca mais compraria nada da Samsung. Porém, como eu sou um idiota, acabo comprando. E isso se repetiu com o Galaxy S5. E, novamente, fiquei frustrado com o aparelho. Primeiro, porque não consigo usá-lo como deveria com o relógio Gear 2. Segundo, porque o Wi-Fi dele, assim como o do Galaxy Note 3, apresenta alguns problemas, como demonstro no vídeo acima. Além desse problema demonstrado, ele é instável e lento. Enquanto outros aparelhos conseguem trafegar dados a até 3MB/s na rede, o S5 fica oscilando entre 300KB/s e 1,5MB/s.

     Peço que, antes de dizerem que eu não sei testar, que o problema é comigo ou na minha rede, veja o vídeo. Note que, outros aparelhos, como o Sony Xperia Z2, funciona nas mesmas redes Wi-Fi sem nenhum problema. Ou seja, imagino que, um aparelho de R$ 2.599,00, também deveria funcionar de maneira razoável. Ou estou enganado? Se tiver, peço desculpas e já faço o convite: pague R$ 2.599,00 e compre meu aparelho, já que você acha normal pagar quase R$ 3.000,00 num aparelho e ter esse tipo de comportamento. Assim você saberá exatamente qual a sensação de pagar uma pequena fortuna num smartphone que não funciona.

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