mar 17

     Antes de mais nada, me desculpem aqueles que odeiam a palavra “foblet”, mas eu não podia perder a chance de usá-la. Pra quem ainda não conhece, esse é a expressão criada por algum jênio para citar os gadgets que ficam entre um smartphone e um tablet. Afinal, eles são grandes demais para serem um smartphone tradicional (geralmente com telas até 4 polegadas) e muito pequenos para serem chamados de tablet (com um mínimo de 7 polegadas).

     Permitam-me também dar uma puxadinha de orelha pública na assessoria da Samsung. Eles sempre foram muito atenciosos comigo, me enviando vários produtos para testes, mas eu solicitei um Galaxy Note pra teste em 08 de dezembro de 2011, assim que vi o aparelho disponível numa FNAC, mas não consegui mexer porque estava sem bateria. Me prometeram que eu estava no topo da lista, mas eu já vi várias resenhas do aparelho por ae e o mesmo não chegou na minha mão. Não sei se teve alguma relação por eu não ter gostado do Galaxy Tab 10.1 e da SmarTV 3D, mas se a ideia é só enviar produtos pra quem for falar bem do mesmo, a decisão foi acertada, porque da mesma forma que eu babei o ovo do Galaxy Tab 7”, do Galaxy S e do S2, eu tenho o direito de não gostar de outros produtos da empresa. Aliás, acho que a Samsung devia justamente me ouvir, sabendo que sou um grande fã de produtos Apple e digo o que precisa ser dito, o que pode ser um importante feedback para aprimorar os produtos. Isso dito, vamos em frente.

     Já tem quase 4 meses que tomei contato com o Galaxy Note, mas nunca consegui mexer com ele. Isso ficou remoendo a minha curiosidade até que eu decidi comprar um pra ver qual era. Isso foi um pouco penoso pra mim, pois estava muito na dúvida se iria gostar do aparelho, tendo em vista a sua tela gigante. A grana que eu usei pra comprá-lo estava destinada ao Galaxy S2, que agora roda o Android 4.0 (ICS), então espero não ter que vendê-lo muito em breve.

     Eu comentei no Twitter o processo de compra, que foi um tanto curioso. Eu achei um vendedor no Mercado Livre vendendo o Galaxy Note por meros R$ 1.000,00. Como o vendedor tinha aberto cadastro naquele dia (13/3), não tinha feito nenhuma venda, não aceitava Mercado Pago e tava vendendo o produto muito abaixo do preço de mercado (R$ 1.600,00), obviamente eu fiquei desconfiado. Usando o espaço para perguntas e resposta, coloquei tudo isso pro vendedor e ele topou me enviar o produto primeiro, pra eu pagar depois. Eu fechei a compra por lá, ele me ligou, disse que estava passando pela minha região e poderia até trazer em mãos. Conversando um pouco mais, ele entendeu que não era tão próximo assim e sugeriu mandar por Correios. Algumas horas depois, recebo um email do Mercado Livre dizendo pra eu não ir adiante na transação, pois ela estava sob suspeita. Encaminhei isso pro cara e disse que se ele tivesse enviado via sedex a cobrar, onde eu tenho que pagar pra retirar, nada feito, pois se ele manda um produto com defeito ou até mesmo um tijolo, eu iria ficar a ver navios. Pra minha surpresa, o produto chegou via sedex normal (ele mandou na total confiança), com nota fiscal e tudo o mais.

     Depois de enrolar vocês por longos quatro parágrafos, vamos ao que interessa: o que eu achei? De cara, ao abrir a caixa (bem bacana por sinal) e dar de cara com esse monstro de 5.3 polegadas, achei maravilhoso. Comecei a compará-lo com outros gadgets (iPhone, Galaxy S, Galaxy Tab 7”, iPad, etc.) e dá pra ver o tanto que o bicho é monstruoso. Dá uma conferida nessa foto por exemplo.

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fev 08

     No dia 25 do mês passado eu recebi o One Touch 890D da assessoria da Alcatel. Alguns minutos mexendo no aparelho e fiz um post com as primeiras impressões, prometendo voltar ao assunto depois de duas semanas de uso. Pois bem, cá estou estou de volta com o vídeo:

     Não vou me repetir nesse post, mas apenas resumir minhas impressões. Evidente que o público alvo desse aparelho não é o geek que se dispõe a pagar R$ 2.000,00 num aparelho. Afinal, ele custa 25% disso. Assim, não podemos exigir que ele se comporte como um iPhone, Galaxy ou qualquer topo de linha. Alguns leitores sugeriram que outros aparelhos (LG P698 e Motorola XT317) seriam opções melhores. Em termos de hardware, eu concordo, mas como o LG custa R$ 150,00 a mais e o Motorola R$ 250,00 a mais, não acho que seria uma comparação justa.

     Isso posto, se você está com a grana curta e quer um smartphone dualchip com Android abaixo de R$ 500,00 e ainda poder parcelar em 12 vezes, considere seriamente o OT-890D. Com ele você poderá ficar sempre conectado a emails, redes sociais, web, ouvir música, etc. Já se você gosta de jogos, lamento informar que esse aparelho tem um desempenho bem fraco, como demonstro no vídeo. No geral, recomendo a compra.

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jan 04

     Geralmente testamos aparelhos mais topo de linha (e caros). Porém, sempre recebemos perguntas (principalmente no Twitter e até mesmo de familiares) sobre aparelhos mais baratos, na faixa dos R$ 500,00. É importante lembrar que, pra muita gente, R$ 500,00 nem é assim um valor tão barato pra se pagar num celular. Com essa grana dá pra fazer muita coisa. Mas claro, perto de aparelhos de R$ 2.000,00 (ou até mais), vamos considerar que R$ 500,00 seja um valor barato.

     No meio do ano passado eu citei que minha mãe iria comprar um smartphone Android mais em conta. Escrevi sobre isso nesse post, onde comparei o ZTE X850 e o Samsung Galaxy 5. Como conclusão, vi que a melhor opção era o Galaxy, pois apesar de modesto, muitos donos do aparelho acabavam recomendando-o. Isso já não acontecia com o ZTE, que recebia muitas críticas dizendo que era fraco demais. Após uma sumida do mercado, onde era bem comum achar avisos de que o produto estava esgostado, o Galaxy 5 foi aos poucos voltando aos estoques e pode ser encontrado na faixa de R$ 350,00, parcelado em 12 vezes.

     Como boa parte de vocês deve saber, a Samsung tem uma linha bem grande de smartphones. Isso provoca várias piadinhas, mas pro consumidor é excelente ter modelos que se encaixam em quase todo tipo de orçamento. Recentemente ela disponibilizou o Galaxy Ace e o Galaxy W. Porém, como ficam um pouco acima dos R$ 500,00, não irei levá-los em consideração para esse post. Outra novidade, dentro da nossa faixa de preço proposta é o Galaxy Y. Ele tem configurações similares ao Galaxy 5, mas tem um layout mais moderno e uma CPU melhor (832MHz contra os 600MHz da maioria dos concorrentes). Infelizmente, ele está esgotado e é muito difícil encontrá-lo. Nessa mesma faixa de preço encontra-se o Galaxy Mini, mas eu não vejo motivos pra pagar R$ 499,00 num aparelho que tem especificações similares a um de R$ 350,00.

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dez 01

     Acho que não preciso dizer que sou um grande comprador da DealExtreme, né? Quem visita o blog há algum tempo e/ ou me segue no Twitter já sabe disso. Só em 2011 foram mais de 200 pedidos. Dentre as coisas que sempre comprei estão cabos e carregadores. Porém, de uns tempos pra cá, vejo que são uma verdadeira ameaça e merece nossa atenção.

     Como já contei por aqui antes, há pouco mais de um mês eu comprei umas pilhas recarregáveis na DealExtreme e ao colocá-las no meu teclado bluetooth da Apple, ele simplesmente morreu. Durante os últimos meses eu comprei inúmeros carregadores lá, tanto para iPhone/ iPad como para o Galaxy S/ Tab, veiculares e de parede. A enorme maioria não funcionou, especialmente os para os gadgets da Apple, que recusavam logo de cara, dizendo que o acessório era incompatível. No caso dos da Samsung, como não tive advertência alguma, parecia que tava tudo Ok.

     No começo de novembro eu recebi para review o Galaxy Tab 10.1” e o Galaxy S II. Com isso, acabei encostando meu Galaxy S, de forma a usar o Galaxy S II diariamente e ter uma imersão mais completa na experiência do produto. Mais de três semanas depois, ao devolver os produtos, retomei o uso do Galaxy S e notei que a bateria estava muito estranha, pois não carregava mais inteira. Ou melhor, não chegava nem a metade, pois não passava de 40%. Achei que ela poderia ter estragado por ter ficado algumas semanas sem uso. Por sorte, resolvi testar em outro carregador e o mistério foi resolvido.

     Assim como acontecia com as pilhas genéricas, o carregador também vinha prejudicando o Galaxy S, não a ponto de queimá-lo, como aconteceu com o teclado, mas a ponto de me deixar muito preocupado. Assim, fica o meu alerta pra quem faz uso de carregadores, pilhas e baterias genéricas. Eu bem sei o quanto as originais são mais caras e a tentação de comprar as paralelas é grande, mas o barato pode sair caro.

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nov 04

     Há muito tempo atrás, Ford disse: “Os clientes podem escolher qualquer cor, desde que seja preto.”. Em 1917, quando Ford estava revolucionando o mundo com a linha de montagem e tornando acessível seu Ford T, customização era algo impensável. Porém, nos dias atuais, os consumidores querem algo cada vez mais customizado as suas realidades. A Dell entendeu o recado há vários anos e permitiu que seus clientes fizessem isso através do seu site, de forma rápida e prática. Seria bom que isso se expandisse para outras áreas, como a de smartphones e tablets.

     Muitas pessoas fazem piada com o fato da Samsung ter uma infinidade de produtos com a marca Galaxy, sejam smartphones ou tablets, desde os mais acessíveis, até os mais topo de linha. Outra coisa que também chama a atenção é a enorme variedade de tamanhos de tela, modelos com e sem teclado, de simcard único ou duplo, com e sem TV, etc. Isso é completamente o oposto do que a Apple entrega e eu sinto uma enorme falta disso, apesar de gerar uma grande vantagem na logística da empresa.

     Sei que seria bem complicado de se implementar algo do tipo, além de certamente encarecer o preço do produto, mas eu sonho com o dia em que poderia entrar no site da Samsung e customizar um aparelho para as minhas necessidades, podendo escolher o tamanho da tela, capacidade de CPU, quantidade de RAM, armazenamento, 3G/ 4G, bateria slim ou uma mais grossa (longa duração), com TV, Android ou Windows Phone, etc. Seria demais!

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Categoria(s): Geral
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