ago 23

Como regularizar seu drone pra voar tranquilo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/08/2017 às 00:52h

     Muita gente ainda não sabe, mas não basta apenas carregar seu drone, buscar um local pra decolar e sair brincando. Antes de dar o pontapé inicial, você precisa seguir alguns procedimentos relativamente simples, mas que muita gente tem deixado de lado, o que pode causar problemas legais, apreensão do equipamento, entre outras dores de cabeça.

     A primeira coisa é ter um drone homologado pela Anatel. Mesmo que você tenha comprado seu drone fora do pais, se o modelo é vendido aqui oficialmente, seja pela própria fabricante, seja por revendas autorizadas, muito provavelmente ele já possui a homologação na agência reguladora responsável por equipamentos que emitam radiofrequência. Assim, não há com o que se preocupar, pois o fabricante já enviou pra Anatel tudo que era necessário. Porém, se o seu drone não é vendido oficialmente por aqui, será necessário homologá-lo preenchendo um cadastro e pagando uma taxa de R$ 200,00.

     Uma vez que o drone possui autorização da Anatel, agora você precisa cadastrá-lo na ANAC, outra agência reguladora, dessa vez, da aviação civil. Se o seu equipamento tiver menos de 250g, está livre do cadastro. Se tiver acima disso, até 25Kg, precisa fazer um breve cadastro aqui. Feito isso (não leva 5 minutos), imprima a matrícula da sua aeronave e leve sempre com você nos voos. Importante frisar que essa autorização é válida apenas para voos até 120 metros. Se a intenção é voar acima desse teto, serão necessários licença, habilitação e certificado médico aeronáutico.

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ago 10

O Find My iPhone da Apple é realmente útil? NÃO!

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/08/2015 às 10:05h

     Não é raro, especialmente nos dias de hoje, com celulares custando mais de R$ 3.000,00, que os mesmos sejam alvos fáceis para bandidos. Eles são pequenos, leves e podem ser facilmente roubados/ furtados. Mas a Apple tem um grande sistema de proteção, que inibe esse tipo de crime, deixando o usuário mais seguro. Né? Tadinho de você que respondeu que sim ;)

     Hoje em dia, praticamente todo smartphone, desde o mais baratinho, até o mais topo de linha, tem algum sistema de rastreamento embutido. Tanto a Europa, como os Estados Unidos, pressionaram as fabricantes e adotarem tecnologia visando diminuir o roubo de aparelhos. Assim, Android, iOS e Windows Phone, acabam trazendo ferramentas que dificultam a revenda de aparelhos roubados e também ajudam na recuperação do item.

     No mês passado minha irmã foi vítima de um assalto em São Paulo e levaram o iPhone 4 dela. Ok, já era velhinho, mas era dela. E comprar um novo hoje em dia, não é tarefa muito fácil, ainda mais com o dólar que não para de subir e a Apple sendo “obrigada” a reajustar os preços.

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mar 10

Alerta: fique esperto com a “pegadinha” da Pitzi

14 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/03/2014 às 12:35h

     Já fiz vários posts aqui no blog a respeito da Pitzi. Até então, indicava pra todo mundo, já que sempre que precisei usar, foram muito eficientes. Inclusive, tem um banner deles ae do lado. Esse banner não é pago. Coloquei pra divulgar o serviço, já que toda semana aparece alguém comentando que o celular caiu no chão e não vale a pena arrumar. Algumas vezes, um aparelho de R$ 1.000,00 recebe um orçamento de R$ 800,00 pra trocar uma tela.

     Em virtude das minhas péssimas experiências com as autorizadas da Samsung, decidi que todo aparelho novo que eu comprasse, faria um plano da Pitzi, já que eles arrumam tudo em menos de uma semana, sem muita complicação. Foi assim nas duas vezes que minha esposa derrubou o Galaxy S3 no chão, quebrou a tela e arrumaram muito rapidamente. Em ambos os casos, o plano era super recente e não foi solicitada a nota fiscal de compra. Até mesmo porque, geralmente compro Android semi-novo (porque a depreciação já afetou o preço dele) e nem sempre vem nota fiscal junto.

     Hoje eu fui acionar o serviço porque meu Galaxy Note 3 está uma merda só e se recusaram a atender porque eu não tenho a nota fiscal e sim apenas um “pedido” da loja. Como eu comprei esse aparelho usado, de segunda mão, nem tinha me atentado a isso. E pra piorar, ele é modelo canadense e não brasileiro. Detalhes: quando eu fiz o plano, eles pediram vários dados pra validar o cadastro do aparelho e isso foi feito. Ou seja, foi validado. Em nenhum momento exigiram a nota fiscal pra incluir o aparelho no plano, nem pra começar a cobrar pelo serviço. Só agora, quando eu precisei usar, começaram essa palhaçada. E vejam no email que eu recebi, a frase: “Agora você está 100% protegido contra falhas, acidentes e defeitos e já pode desfrutar da tranquilidade de ser um membro Pitzi! Eba!! :)”. Em nenhum momento me disseram que meu cadastro estava incompleto, dependendo de nota fiscal ou qualquer outra coisa.

     Pra resumir a minha indignação: querem pedir a nota fiscal, fotos de vários ângulos, que se instale um app ou qualquer outra coisa? É legítimo. Mas deixa isso claro! Submeter o aparelho a um processo de validação manual, confirmar a validação, cobrar pelo serviço e na hora que o cliente precisa, criar complicações, eu não acho legítimo. Se o cliente não informou qualquer coisa, não valida o aparelho e não comece a cobrança por um serviço que não irá efetivamente prestar. O Código de Defesa do Consumidor é bem claro: se a empresa errou, seja diretamente ou por omissão (como me parece o caso), ela é obrigada a reparar o problema causado.

     Fico muito triste com esse caso, não apenas por mim, mas pelas dezenas de pessoas que eu apresentei o serviço, como se fosse uma maravilha. Me sinto na obrigação de divulgar esse caso, uma vez que, muitos podem estar na mesma situação: pagando pra ter um serviço de garantia extra e, quando precisar acionar, vão dar com a cara na parede. Eu, como de costume, já usei o Reclame Aqui e Procon. Estou a espera de uma solução.

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out 31

Pitzi: o anjo da guarda que você precisa ter contigo

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 31/10/2013 às 21:17h

     Hoje eu estava ouvindo um podcast no Galaxy S4 enquanto caminhava no parque e, do nada, ele resolveu ficar mudo. Achei que talvez tivesse esbarrado sem querer em um dos botões de controle e ao tirá-lo do bolso, vi que estava desligado. Estranhei bastante, já que eu sai de casa com muita bateria. Tentei ligá-lo novamente e nada. Tirei a bateria, coloquei novamente, liguei, ae começou a carregar, mas não saia da tela inicial. Por sorte eu sempre ando com dois aparelhos no bolso. Senão tinha que voltar correndo pra casa, já que trabalho com suporte em sistema 24×7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) e preciso ter sempre acesso a internet e telefone.

     Há alguns meses eu tive um problema parecido no meu Galaxy Note 2, conforme narrei nesse outro post. Por mais absurda que possa parecer a história, meu aparelho foi três vezes pra autorizada e fiquei sem o aparelho por quase dois meses. Já tinha até ido ao Procon e estava pronto pra ajuizar uma ação, quando alguém de bom senso na Samsung (existem poucas pessoas com esse atributo lá) me ligou pra resolver a questão. Recebi um aparelho novo, o que por um lado me deixou feliz, mas é exatamente isso que a lei determina. Me livrei de alguns anos brigando na justiça, mas aprendi uma lição. E sei que isso não é exclusividade da Samsung. Já vi inúmeros relatos envolvendo as mais diversas marcas.

     Como já sou gato escaldado, não vou enviar meu Galaxy S4 pra eles, apesar de estar novo, ainda na garantia. “Mas como assim, GG? Vai pagar pra outra assistência?”. Não. Na verdade, não vou nem pagar o Sedex e vou ter o aparelho de volta, arrumado e pronto pro combate, em menos de uma semana. Milagre? Não! Respeito, competência e logística afinada! E por isso compartilho essa ideia sempre que posso.

     Já falei da Pitzi aqui no blog, no Twitter, Facebook, Instagram, etc. Esse é o tipo de serviço que uso e recomendo aos quatro ventos. Acho que todos deveriam ter, pois qualquer aparelho eletrônico, por melhor que seja, algum dia vai te deixar na mão, seja por culpa do fabricante, do software, do tempo ou até de você mesmo, que pode deixá-lo cair no chão ou algo assim.

     O serviço oferecido pela Pitzi é clube de proteção, ou seja, você precisa ter o serviço contratado antes de acioná-lo. Não adianta deixar acontecer algum desastre e depois correr atrás, como já vi ocorrer dezenas de vezes com meus leitores. Depois do leite derramado, não adianta chorar. Muitas vezes a pessoa fica semanas sem aparelho, além de desembolsar altas quantias. Quem me acompanha no Twitter já deve ter me visto dando RT de inúmeros casos. E acredite: Murphy está ae pra te atormentar mais que o Saci. Uma hora, ele te acerta.

     Minha esposa sai de casa às 7:30h com nossos dois filhos, um de 3 anos e outra de apenas 1 ano. Trabalha o dia todo em seu próprio negócio, enquanto cuida deles. Costumam voltar pra casa só depois das 20hs. Nesse intervalo, leva um pra escolhinha, vai ao parque, faz mercado, etc. Nessas e outras, ocorre algum acidente, como o telefone beijar o chão. Nos últimos 3 meses, isso aconteceu 2 vezes. Por sorte, o telefone dela estava coberto pela Pitzi e a franquia ficou em apenas R$ 75,00 (com Sedex de ida e volta grátis). Sabe quanto ficaria numa autorizada? R$ 800,00! Detalhe: nas duas vezes, o aparelho foi e voltou tão rápido (cerca de 4 dias) que eu fiquei espantado com tanta agilidade.

     Ae você deve estar pensando: “poxa, mas sua esposa não é cuidadosa. Eu sou!”. Por mais carinho que a pessoa tenha com seu aparelho, usando capinhas, películas e afins, acidentes acontecem. Faz parte da vida. Smartphones estão sempre com você e foram feitos pra te acompanhar em todos os lugares. Não tem coisa mais chata que tratar um aparelho como uma jóia preciosa e nem poder usá-lo direito, com medo de quebrar. Claro que temos que ter cuidado com aparelhos que estão cada vez mais caros (tipo o Galaxy Note 3 por quase R$ 3.000,00!), mas não devemos ficar com essa neura.

     Apesar deu recomendar que todos façam essa adesão logo que comprarem seus aparelhos, a Pitzi não limita a cobertura apenas a aparelhos novos. Desde que ele tenha até um ano, será coberto. E outra coisa que vale a pena falar: não precisa ter sido comprado no Brasil. Ou seja, aquele seu iPhone 5 comprado nos Estados Unidos e que a Apple, apesar da garantia mundial, faz jogo duro pra te atender aqui, pode ser reparado pela Pitzi caso o pior aconteça.

     Faça um favor pra si mesmo, entre no site da Pitzi, consulte quanto fica o seguro do seu aparelho e tenha esse verdadeiro anjo da guardo ao seu lado. Tenho certeza que serão os R$ 20,00 (eu pago em torno disso) mais bem investidos por você em muito tempo. Ah, caso queira cancelar por qualquer motivo, pode cancelar. Não tem fidelidade, carência, multa, etc.

     Se você puder (e quisar) dar uma força pra esse gordinho que voz escreve, faça seu cadastro usando esse link, pois ambos vamos ganhar um mês grátis de cobertura. Como eu tenho 3 aparelhos cobertos pela Pitzi, qualquer ajuda dos queridos leitores é muito bem vinda.

     Update 01/11/2013 22:34h => Algumas pessoas confundem o serviço da Pitzi com o de uma seguradora. Se você precisa de um seguro contra roubo, furto e afins, o negócio é pesquisar junto a Porto Seguro e outras empresas desse segmento. O que se contrata com a Pitzi está mais para uma garantia extra, como a Apple faz com o Apple+ nos Estados Unidos, onde a pessoa pode pagar USD 99 e ter benefícios diferenciados para seu iPhone, como conserto de tela e outros.

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set 25

Recuperando um smartphone com arroz. Funciona?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 25/09/2013 às 17:58h

     Acredito que boa parte dos leitores já deve ter se deparado com o “mito” (ou não) de que, se o seu smartphone cair na água, o melhor a fazer é rapidamente resgatá-lo, desligar, tirar a bateria, secar tudo e por num pote com arroz (e não deixar secar ao sol). Mas isso funciona mesmo?

     O pessoal da CNET da Inglaterra fez o vídeo acima e mostrou que o procedimento pode sim ajudar. Não existe milagre, é claro. Alguns componentes podem ter sido danificados e terão de ser trocados. Contudo, tanto um Galaxy S4, quanto um iPhone 5, voltaram a vida depois de 4 dias “enterrados” num pote com arroz.

     Um fato bastante curioso é que o iPhone 5 morreu em cerca de 22 segundos depois de tomar contato com a água. Já o Galaxy S4, demorou quase 2 minutos e meio. Além disso, foram feitos outros testes de resistência, nos quais o Galaxy também se saiu melhor.

     Se você não quer contar com a sorte e nem com o poder divino do arroz, meu conselho é visitar o site da Pitzi e fazer o seguro deles. Conforme narrei nesse outro post, eu já tive que trocar a tela do Galaxy S3 da minha esposa e valeu muito a pena, porque o conserto numa autorizada iria ficar em torno de R$ 800,00.

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mai 08

Pitzi: evitando um tremendo desgosto por R$ 20 ao mês

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 08/05/2013 às 11:53h

     Já tem algum tempo que conheço a Pitzi, cogitei assinar várias vezes, mas sempre ficava pensando: “pra que eu vou gastar R$ 20 por mês nisso? eu sou cuidadoso. nada de ruim irá acontecer com meu smartphone”. Mas amigo, Murphy está sempre atrás da gente, só esperando uma oportunidade pra lhe trollar. Mais cedo ou mais tarde, ele apronta.

     Há alguns anos, pagar R$ 1.000,00 num celular era um algo absurdo. Com o passar do tempo, foi se tornando aceitável e o valor dos aparelhos top foi subindo pra R$ 1.500,00, R$ 2.000,00, R$ 2.500,00 e agora um iPhone 5 64GB já bate R$ 3.000,00!!! A média dos aparelhos top com 16GB é R$ 2.499,00. Não sei vocês, mas eu acho isso absurdo e me recuso a pagar isso num celular, de qualquer fabricante, por melhor que ele seja. Espero uns meses, aparecem novidades, a depreciação ataca (especialmente no mundo Android) e você economiza fácil uns R$ 1.000,00.

     Já tem uns 2 meses que estou com um Galaxy Note 2 N7100. Estou adorando o aparelho, que tem uma tela gigante, CPU quadcore e 2GB de RAM. Além disso, turbinei ele com um microSD de 64GB. Não penso em trocá-lo em breve. Assim, resolvi não dar mole pro azar e assinei os serviços da Pitzi ontem. Deixei lá meus R$ 20,00 por mês e me garanti. Mas Murphy.. Ah Murphy, ele é um grande filho da puta.

     Depois de detonar inúmeros aparelhos, decidi relevar os fatos passados e comprei um Galaxy S3 pra esposa, que vinha sofrendo com um iPhone 4 todo detonado. O que aconteceu hoje, menos de 12hs depois de ter assinado a Pitzi pro meu Galaxy Note 2? Ela, não sabe como (mas garante que não derrubou – ahan, ahan), detonou a tela do S3. Ficou inteira quebrada, com o vidro grudado numa película, que eu usava pra não arranhar a tela. Imagina o meu desgosto! Se eu tivesse assinado o plano pra ela também, pagando R$ 18,00 por mês, agora eu estaria indo até os Correios enviar o S3 pra reparo e nem o frete pagaria, pois a Pitzi já inclui isso na mensalidade.

     Apesar desse post ter toda a pinta de ser patrocinado, não é. Bem que poderia, né? Mas eu queria alertá-los para esse risco que todos corremos, por mais cuidados que tenhamos. Uma hora ou outra você vai deixar o celular na mesa e algum imbecil vai esbarrar nele ou vai derrubar líquido, etc. Tudo isso, a Pitzi conserta pra você. É uma espécie de seguro, num valor super acessível, que só não cobre furto e roubo. De resto, seja o problema que for, eles reparam. Me arrependo amargamente de não ter feito isso pro S3 da esposa.

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fev 06

Cadê o PagSeguro/ Mercado Pago dos Correios?

8 Comentarios »Postado por GordoGeek em 06/02/2013 às 13:03h

     Apesar de ser uma empresa estatal com baixíssima agilidade e qualidade de atendimento, muita gente acaba optando pelos Correios na hora de escolher a empresa que fará a entrega de produtos comprados via internet. Popularidade? Facilidade? Confiança? Preços competitivos? Não sei ao certo os motivos que levam o consumidor a optar pelos Correios, mas o certo é que muita gente acaba usando as modalidades Sedex e PAC.

     Ultimamente eu fiz várias vendas de produtos usados via internet e, uma vez que estou com o cadastro bloqueado no Mercado Livre (e já processando eles por isso), fui obrigado a partir pra outras ferramentas, como OLX, Toda Oferta, Bom Negócio.com, etc. Quase todos são vinculadas a um serviço de “pagamento seguro” (como PagSeguro, Mercado Pago, etc.), que além de fornecer a possibilidade de parcelamento, dizem proteger os clientes contra golpes. Será mesmo?

     Não são raros os casos na internet de consumidores que compraram um produto e receberam outro. Já li casos inclusive que isso aconteceu duas vezes seguidas com a mesma pessoa, que comprou um notebook e recebeu um macarrão instantâneo. Já pensou o susto?

     Devido a sua enorme capilaridade, os Correios tem a faca e o queijo nas mãos para oferecer um serviço extra para garantia que o consumidor não caia em golpes como esse. Praticamente toda agência (senão todas) tem um sistema básico de segurança, usando câmeras de circuito interno de TV. Imagine a facilidade de, na hora de você retirar o produto no guichê, o funcionário acompanhar o processo, devidamente filmado e garantir que o conteúdo da caixa é mesmo o que foi comprado e não um tijolo ou um pacote de macarrão.

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