dez 13

Porque comprar um Moto X Play ao invés de um Zenfone 2

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/12/2015 às 21:41h

     Na semana passada eu fiz um post sobre a decepção que tive ao usar o smartphone Zenfone 2 da Asus. O aparelho foi muito elogiado por um bocado de sites de tecnologia, como sendo super poderoso, arrasando nos benchmark, mas eu simplesmente detestei o gadget.

     Eu pedi o cancelamento da compra no Submarino e, antes mesmo do estorno, acabei comprando um Motorola Moto X Play, que muitos vem dizendo ser uma super decepção da marca, um verdadeiro downgrade pra quem tinha a versão do ano passado. Mas por que eu optei pelo azarão, ao invés do favorito? Vamos lá, pois tenho alguns pontos pra explicar a decisão.

     Se tem uma coisa que a Apple sabe fazer é propiciar uma boa experiência ao usuário, independente das especificações técnicas, que ficam em segundo plano. O iPhone 6, que é um excelente aparelho, tem apenas 1GB de RAM e uma CPU dualcore. Enquanto isso, concorrentes do mundo Android (como o próprio Zenfone 2) trazem 4GB de RAM, outros entregam CPU octa-core, blablabla. Isso realmente importa?

     Muita gente criticou meu vídeo sobre o Zenfone 2 no YouYube dizendo que eu dei ênfase demais em design e isso é uma coisa muito pessoal. Não, não é. Se todo o mercado tivesse fazendo as cagadas que a Asus fez, tudo bem. Mas não é isso que estamos vendo. A Asus tentou copiar a LG em alguns pontos e deu um belo tiro no pé. Colocar caixas de som traseiras, onde o som fica abafado quando o aparelho é apoiado na cama, impossibilitando assim de ver um vídeo, não é legal. O mesmo vale para os botões na traseira, forçando o usuário a virá-lo toda vez que quer ajustar o volume. Ao digitar algo com o aparelho na mesa, ele fica “dançando” devido a sua curvatura avantajada. E por ae vai… Um verdadeiro show de horrores, que ninguém na Asus teve o bom senso de gritar PARE.

     Eu sinceramente não consigo ignorar falhas graves de design como essa, pois me afetam a todo minuto que interajo com o gadget. Porém, vamos deixá-las de lado só por um instante e vamos nos concentrar em outros ítens, como a pífia autonomia de bateria (chega ao meio dia com 45% de bateria), os 59% de RAM que o sistema devora mesmo sem nada carregado ou o fato de ter que abrir o aparelho para inverter os chips das operadoras, pois não dá pra fazer isso via software.

     Com o aumento do dólar e a venda da Motorola para a Lenovo, a linha Moto realmente sofreu um duro baque. Nem de longe são os espetaculares aparelhos de 2013/ 2014. Porém, não são de todo ruim. Eles são equilibrados. E essa é a palavra-chave. Deixaram de lado grandes números, um acabamento mais refinado, mas conseguiram entregar uma boa experiência pro usuário e isso é o que importa no final das contas. Não quero ficar lembrando quantos GB de RAM o aparelho tem. Quero clicar em algo e carregar rápido. E isso o Moto X me entrega.

     Eu optei pelo Moto X Play, concorrente direto do Zenfone 2 (ambos tem a mesma faixa de preço) porque não gosto de apps de terceiros inundando meu aparelho, sem que eu possa desinstalá-los (bloatware). Gosto de um Android puro, sem customização (ainda mais de péssimo gosto como a ZenUI). Isso só deixa o aparelho mais lento e inseguro, tendo em vista que atrasa os updates.

     A Motorola nunca teve uma câmera que se destacasse em seus smartphones. Muito pelo contrário. Mas eles finalmente acertaram a mão e colocaram uma câmera bem razoável nos Moto X desse ano. Aliás, até os Moto G, tiveram uma melhora significativa. Não vou comprar com o iPhone, porque isso seria covardia (e burrice, já que um custo R$ 1.000 e outro R$ 4.000). Mas se você levar em conta que o Sony Xperia Z5 custa mais de R$ 4.000 e tem uma câmera pior que a do Moto X, é um ótimo negócio.

     A bateria também ficou mais “esperta” (enormes 3630mAh) e tem durado mais. Segundo os primeiros testes, dá pra chegar até o final do dia num uso intenso ou um dia e meio pegando mais leve com o bichinho. Pra mim, se durar um dia todo de uso, no meu ritmo, cumpre seu papel. O que não pode é no meio do dia me forçar a pegar leve ou pior: me deixar na mão. Durante a madrugada eu durmo e não uso telefone, então o que espero é ter um aparelho que me aguente durante o dia, enquanto estou acordado e preciso dele. E como eu não moro numa vila indígena sem energia e posso deixá-lo carregando, sem problema de durar “só” um dia.

     Muita gente pode achar bobagem, mas eu sou fã dos comandos de voz do Google. Poder interagir com seu aparelho durante o dia, sem ter que pegá-lo na mão, disparando comandos sem apertar nenhum botão é coisa linda. E depois que você se acostuma, abrir mão disso é muito complicado.

     Apesar da TIM e OI terem liberado novos planos com tarifas super agressivas pra outras operadoras, ambas tem sinal muito ruim na minha cidade (e acredito que em grande parte do país). Claro e Vivo ainda seguem com a melhor cobertura, apesar dos planos mais caros. E é por isso que ainda preciso de um aparelho dualSIM e com possibilidade de usar, senão 4G, pelo menos 3G em ambos os slots, podendo comutar rapidamente, via software, sem ter que abrir a capa do aparelho no meio da rua, ejetar um SIM, colocar no bolso, ejetar outro, colocar no primeiro slot, tirar o outro SIM do bolso..

     Em testes de performance, medidos por aplicativos como GeekBench e AnTuTu, o Moto X Play tomou uma surra do Zenfone 2. Foram em torno de 35% de diferença. Mas, ainda bem, no dia-a-dia, pro meu uso, isso não se mostrou significativo. Pelo contrário. Enquanto eu experimentava alguns lags (travadinhas) no Zenfone, no Moto X Play eu sinto o sistema roda tudo super fluido. Talvez, porque não tem a customização cagada da fabricante pra atrapalhar, mas não posso afirmar que seja isso.

     Confesso que fiquei incomodado quando tava escolhendo entre Moto G de terceira geração e Moto X Play. Cheguei a encontrar promoções do Moto G por R$ 750, enquanto o Moto X Play saiu por R$ 997. Meu desconforto foi saber que o Moto G tem proteção IPx7, podendo ter contato com água, enquanto o Moto X não. Como assim? Eu tô pagando mais caro num modelo superior e ele não traz os mesmos recursos do mais barato? Talvez a Motorola, na sua luta por cortar custos, teve que fazer esse sacrifício (assim como outros). Mas eu fiquei fulo com isso.

     Falando em me deixar fulo, que diabos é aquilo de ter que escolher entre um segundo SIMcard e o cartão microSD no Moto X Style, Motorola? Sério que não dava pra colocar a gaveta do microSD em outro canto e deixar o usuário ficar com 2 operadoras e espaço extra? Burrice tem limites e vocês estão chegando bem perto dele. Conselho de quem gostou muito da marca no passado recente e está ficando descrente.

     Espero que nos próximos dias não surjam novos fatos desagradáveis no uso do Moto X Play, pois até o momento, as primeiras impressões são muito boas e certamente não me arrependo de ter devolvido o Zenfone 2.

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Categoria(s): Android
dez 02

Uma enorme decepção que atende pelo nome de Zenfone 2

15 Comentarios »Postado por GordoGeek em 02/12/2015 às 20:18h

     A crise tá foda. Acho que não sou o único a achar isso, né? E justamente pelo aperto no cinto, faz tempo que não compro gadgets. Mas, nesse BlackFriday, tinha R$ 300 em cupons acumulados no Submarino e eles tavam pra vencer. Ae decidi fazer minha única compra da temporada e apostar as fichas num “super smartphone” com 4GB de RAM. Ele tava de R$ 1.399 por R$ 999 (em 20 vezes no cartão Submarino), menos os R$ 300 dos cupons, saiu R$ 699 em 20 vezes sem juros!

     Como todo bom geek, fiquei todos os dias de olho no status do pedido. Quando saiu pra entrega, roia as unhas para esperar o bicho chegar. Estava super ansioso e entusiasmado, já que um smartphone com 4GB de RAM deve ser o capeta de bom, né? E eu estou usando um modesto Lumia 435 DTV.

     Logo que tirei o aparelho da caixa, comecei a “achar defeitos” que foram se acumulando e me incomodando. Ele é pesado demais, a traseira muito curva e lisa (pedindo pra cair), os chips são microSIM (e não nanoSIM), a bateria não é removível, o software é extremamente poluído com uma customização de péssimo gosto da Asus e por ae vai. Em resumo: detestei com menos de 10 minutos mexendo.

     Quando eu fui gravar o vídeo com meus comentários, eu já sabia que daria polêmica. Eu realmente não gosto de falar mal de um produto. Gosto de fazer boas compras e ficar feliz com elas. Porém, quando minha única compra da BlackFriday é um produto todo cagado, eu tenho obrigação moral com meus leitores, alertando-as da tremenda roubada que é esse aparelho. Especialmente quando o marketing da Asus despeja rios de dinheiro, dando o aparelho para vários influenciadores, que na verdade usam iPhone, mas no dia que recebem o smartphone (e vendem logo em seguida), falam maravilhas (mas nunca mais usam). Vocês já devem ter visto muita blogueira de moda assim, né?

     Eu gosto de ver pequenos “filmes” na cama logo após o almoço. Pode ser algo no YouTube, Netflix, etc. E logo que coloquei o aparelho na cama, percebi várias coisas horríveis. Primeiro, as caixas de som traseiras abafam completamente o som, ficando impraticável usá-lo dessa forma. Segundo, como os botões de volume ficam na traseira, toda vez que você quiser fazer algum ajuste, terá que pegar o aparelho com as duas mãos, virá-lo e acessar os botões. Por fim, a tal traseira abaulada que faz com que o aparelho fique “dançando” quando você dá toques na tela do mesmo, seja pra escolher o conteúdo, dar um pause, acessar uma notificação, etc.

     Um dos comentários mais divertidos que deixaram no YouTube foi que não era justo eu comparar o Sony Xperia Z2 com o Asus Zenfone 2, pois o Z2 é highend e o Asus é midleend. Gente, a Sony lançou o Z2 em fevereiro de 2014 e a Asus lançou o Zenfone 2 mais de um ano e meio depois. E outra: o Zenfone 2 tem o dobro de RAM do Z2. Se a comparação é injusta, só pode ser com a Sony e não com a Asus. Bom senso mandou lembranças..

     Outra leva de comentários disse que são apenas opiniões rasas. Lançar em 2015 um aparelho com microSIM e não nanoSIM é razoável? Encher o aparelho com software customizado que só atrapalha a experiência de uso, compromete a segurança e atrasa os updates é razoável? Botões totalmente fora do convencional, longe do caminho natural dos dedos, ignorando todo o bom senso do design é razoável? Pelo amor de Deus.. Não precisam concordar comigo, mas coloquem argumentos válidos na mesa.

     Os fãs da Asus simplesmente ficaram malucos comigo, mas o fato é que a Asus não teve o mínimo cuidado ao pensar situações de uso do aparelho, coisa que a Apple faz a exaustão. São falhas de design que toda vez que você usar o telefone, vai pensar “caralho Asus, como vocês são burros”. E, por isso, eu prefiro devolver o aparelho enquanto posso, ao invés de passar raiva toda vez que eu for interagir com o smartphone.

     Update 07/12/2015 19:28h => Vou fazer esse update para falar mais algumas coisas que notei no uso do Zenfone 2 por quase 1 semana. Hoje eu vi que realmente o aparelho não é pra mim, apaguei tudo, coloquei na caixa e solicitei a coleta pelo Submarino. Por que fiz isso?

     Mesmo as minhas primeiras impressões sendo horríveis, pensei que talvez pudesse me acostumar. Afinal, não se acha um aparelho com 4GB de RAM por R$ 699 (preço da Black Friday + meus cupons de desconto). Porém, algumas aberrações da Asus ficam “gritando” a todo momento na minha cara, enquanto tento usar o Zenfone 2.

     Sobre os famigerados botões, realmente não me acostumei. Talvez uma semana seja pouco tempo, mas novamente eu me pergunto: se é algo tão bom, por que outras fabricantes não foram atrás, já que tudo que é bom, é copiado? Pelo simples fato de que não é bom! Isso é uma aberração! Empresas não gastam milhões em pesquisa e desenvolvimento a toa. Quando elas chegam a certas conclusões, depois de milhares de horas de estudo, sobre onde por o botão, quer dizer que ali é o lugar “certo”. Não foi frescura.

     Eu sou um heavy-user. Achei que 4GB de RAM iriam me fazer sentir no paraíso. Contudo, logo ao ligar o aparelho, o sistema já consome 58% disso. Ou seja, mais um tapa na cara daqueles que dizem que a tal interface da Asus não pesa. Pesa sim sr! Tem muito aparelho Android com “apenas” 2GB de RAM e que o sistema roda com menos de 700MB e se comporta de forma muito mais lisa. Além disso, a Asus não permite remover um monte de apps, o que é extremamente chato. Por que eu não posso remover o Amazon Kindle que vem instalado? De certo porque a Asus fez parceria com a Amazon, levou uma bela grana e socou o app ali. Isso me irrita muito! Eu paguei pelo telefone. Não sou palhaço pra ficar com um app ali, útil ou não, que eu não possa remover.

     A câmera do Zenfone 2 é realmente bem satisfatória. Não é nada excepcional, mas ela costuma ser rápida e fazer fotos decentes quando existe bastante luz. De noite, ae já complica tudo. Ela raramente acerta o foco.

     Guardei o melhor para o final. Apesar do Zenfone 2 ser um aparelho dual-SIM, apenas o slot 1 possui acesso a dados. Ou seja, se você (como eu), tem 2 planos, com 2 planos de dados, pra poder comutar rapidamente (via software) qual chip usar, a depender da qualidade do sinal, ficará frustrado. Não tem como fazer isso! A única forma é abrir a capinha, tirar os 2 chips e inverter a posição deles. É ridículo isso num aparelho lançado na metade 2015. Inaceitável!

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Categoria(s): Android
out 01

Como verificar se o IMEI do seu telefone está bloqueado

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/10/2015 às 11:29h

     Recentemente minha esposa perdeu o iPhone dela e, após alguns dias, como ele não aparecia, acabei pedindo pra bloquear o IMEI do aparelho quando fiz o boletim de ocorrência eletrônico. Demorou alguns dias para o smartphone ser realmente bloqueado, mas aconteceu. Assim, quem achou o aparelho ficou impedido de usar a função de telefone nas operadoras brasileiras.

     O “problema” é que, uma vez bloqueado, alguém me ligou dizendo que havia achado o aparelho. Provavelmente, a pessoa já vinha usando o aparelho ou tentou vender e, ao se deparar com as sucessivas mensagens que mandei via iCloud, mais o bloqueio do IMEI, acabou fazendo o cidadão por a mão na consciência (ou simplesmente ficou com medo de dar merda).

     Pra desbloquear o IMEI, você precisa ir até alguma operadora de posse da nota fiscal do aparelho e fazer a solicitação. Porém, tem que ser em loja própria (não pode ser apenas autorizada). E o processo é meio mala, pois vão imprimir um pedido formal pra você assinar, reconhecer firma e devolvê-lo ali. Depois de alguns dias (geralmente de 2 a 4) o IMEI será liberado.

     Nas minhas pesquisas no Google, só achava referência a esse site gringo. O site “oficial” para consulta no Brasil é o ConsultaAparelhoImpedido. O curioso é que muitos IMEI que consulto e constam como impedidos no Brasil, aparecem como liberados no gringo. Ou seja, se for comprar um aparelho e quiser ver se ele tem algum tipo de bloqueio, confira na versão nacional.

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set 22

Como colocar um Sony Xperia em recovery mode

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/09/2015 às 16:44h

     Depois de arrebentar meu Sony Xperia Z3 num ataque de fúria, logo após ele se recusar a ligar, acabei tendo que usar meu antigo Xperia Z2. E hoje, logo após fazer um update de uma versão cagada do Cyanogenmod, ele entrou num reboot eterno. Ae veio o problema: como colocá-lo em recovery mode e voltar pra versão antiga, já que eu sempre fazia isso por software e nunca por combinação de teclas?

     O procedimento é tão fácil que parece que está incompleto. Mas basta você desligar o aparelho, esperar alguns segundos, ligá-lo novamente e, logo que ele der sinal de vida, já começar a apertar, seguidamente, a tecla de volume pra cima. Com isso, ele vai entrar no modo de recuperação, permitindo que você execute os procedimento necessários.

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Categoria(s): Android
mar 10

Primeiras impressões do smartphone Sony Xperia Z3

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 10/03/2015 às 15:20h

     Os leitores mais frequentes do blog devem estar carecas de saber a quantidade de problemas que eu tive com o meu Sony Xperia Z2. Jurei que nunca mais iria comprar nada da marca. Porém, acabei mudando de ideia quando, depois de meses esperando um milagroso update de software que nunca veio, resolvi instalar o Cyanogenmod no smartphone e passei a adorá-lo. Virou tudo aquilo que eu gostaria que tivesse sido desde o início.

     Eu sempre quis um smartphone topo de linha com possibilidade de 2 chips de operadora. Não era nem tanto pra economizar, mas sim pra ter contingência. Afinal, com a péssima cobertura das operadoras no Brasil, quem tem 1, não tem nenhum. Quem tem 2, tem 1. E assim por diante. Logo, como alguns já sabem, eu sou cliente das 3 grandes operadoras que operam no estado de São Paulo. Ou seja, tenho que sair com 3 aparelhos, o que não é uma tarefa muito legal. Já teve épocas que comprei aparelhos mais simples (pois só existiam dualsim nessa categoria) como o Moto G, mas acabei desistindo.

     Estou ciente que Samsung, Motorola e outras fabricantes tem aparelhos intermediários com 2 ou até 3 chips. Mas topo de linha, o Xperia Z3 foi realmente o primeiro. Resolvi pagar pra ver, já aceitando que teria que instalar o Cyanogenmod nele, pra funcionar direito, mas qual não foi a minha surpresa ao, pelo menos nesses primeiros dias, me deparar com um aparelho super fluido, o oposto do meu Xperia Z2.

     No vídeo acima eu comparo um pouco o Z3 com o Z2 e dou minhas primeiras impressões sobre o começo dessa relação, que eu espero ser muito longa, com o Sony Xperia Z3. O aparelho me agradou muito, mesmo rodando o software original, o que é algo bastante raro. Ainda não me decidi se irei por o Cyanogenmod, pra ganhar mais flexibilidade e alguns recursos (ele ainda está no KitKat), mas acredito que posso recomendar o Z3 sem medo de me queimar com os leitores.

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Categoria(s): Android
jan 30

     Como eu fiquei mais de um mês sem gerar conteúdo pro blog e pro Youtube, estou compensando, fazendo algo inédito pra gente: respondendo dúvidas em vídeo. Eu sei que outros canais já fazem isso e resolvemos fazer também, especialmente porque o vídeo do Nokia X, em pouco mais de 24 horas, teve quase 3.000 visualizações e 150 likes. Continuem assim, nos motivando a gerar conteúdo e vamos responder, propiciando o material que vocês tanto gostam ;)

     Peguei algumas dúvidas mais comuns, mas também fiz questão de pegar uma específica de cada canal: Instagram, Youtube e Blog. Também citei nominalmente o Washington Valentin (dúvida via Youtube), a Morena Távora (via Instagram) e o Rodrigo Zaratin (blog). Continuem interagindo e vamos fazer mais respostas nesse formato.

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Categoria(s): Android, Windows Phone
jan 28

Vale a pena pagar cerca de R$ 200 no Nokia X?

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/01/2015 às 15:39h

     Há quase um ano a Nokia anunciava o Nokia X, um aparelho que aparentemente roda Windows Phone, mas debaixo do capô, o que move o gadget é uma versão modificada (fork) do Android. Esse era um dos planos B da finlandesa pra tirar o pé da lama, antes de ser engolida pela gigante Microsoft.

     Apesar do projeto ter sido rapidamente abortado, logo após Redmond ter assumido o controle da Nokia, alguém da subsidiária brasileira deve ter visto aquelas pilhas de aparelhos mofando em algum galpão e resolveu colocá-los no mercado, baratinho, pra desová-los. Mas vale a pena pagar cerca de R$ 200 num aparelho descontinuado?

     Pra quem, como eu, é amante de tecnologia, é a chance de ter um aparelho emblemático em casa. Mas e todos os outros meros mortais? Se você for um hard-user, acostumado a aparelhos topo de linha, com certeza o Nokia X não é pra você. Ele vale a pena pra quem tem uma verba muito limitada e quer um aparelho básico, com acesso a redes sociais, comunicadores instantâneos, etc.

     Atualmente você pode encontrar no varejo aparelhos como o Lumia 530 na faixa de R$ 300 e o Motorola Moto E na faixa de R$ 400. Então será que não vale a pena gastar “um pouco” mais e pegar aparelhos “melhores”? Pelos meus testes, acho que a performance do Nokia X é bem interessante. Como dá pra ver no vídeo, não possui a mesma fluidez de outros aparelhos citados, mas com um pouco de paciência, dá pra usar numa boa. E, o preço dele, está extremamente interessante, pelo que entrega de experiência de uso.

     Update 28/01/2015 17:58h => Infelizmente, “alegria de pobre dura pouco”. O preço de R$ 199 era, pelo visto, apenas uma promoção e ela acabou. Agora, o preço do Nokia está por volta de R$ 400, o que o torna inviável, já que, nesse cenário, compensa pegar um Lumia ou um Moto E.

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Categoria(s): Android, Windows Phone
set 10

     Conforme eu mencionei no post de hoje mais cedo, recebi um Sony Xperia Z2 da assessoria da marca para ver se os problemas que enfrento no meu aparelho são algum fato isolado na minha unidade ou se realmente isso é comum em outros Xperia Z2.

     Vale ressaltar que, no aparelho recebido da assessoria da Sony, eu sequer configurei o Wi-Fi, nem coloquei minha conta Google. Ou seja, é impossível que minhas “configurações erradas” (como já li nos comentários) tenham atrapalhado ou até danificado o aparelho. De novo: o aparelho está como veio da Sony.

     Isso dito, eu coloquei ambos os aparelhos para fazerem uma gravação em 4K. Por que nessa resolução? Se você ver o material publicitário da Sony, irá entender. Esse é um dos recursos mais apregoados pela marca. Ou seja, é justo que a gente espere que ele funcione bem, como a propaganda passa a impressão que funciona. Correto?

     Como a gente pode ver no vídeo, num primeiro teste, ambos os aparelhos se comportaram de maneira estranha. Não chegaram a travar, mas com cerca de 1 minuto de gravação, mensagens de alerta surgiram nos dois aparelhos. Eu desliguei ambos os aparelhos, coloquei um ventilador de 45cm ligado por 5 minutos em cima deles e voltei a fazer o teste. Com menos de 3 minutos, os problemas se manifestaram novamente e em ambos os aparelhos. Logo, não me parece que o problema seja isolado ou apenas no meu aparelho.

     Para ser bem justo com a Sony, li relatos de outros aparelhos, que também prometem gravação em 4K, travando em condições semelhantes. Contudo, aparelhos mais baratos, como o OnePlus One, parece que encaram uma gravação de 5 minutos sem ficar quente a ponto de queimar a mão do usuário ou encerrar o app por mal comportamento. Assim, acredito que minhas críticas em relação a esse recurso no Xperia Z2, sejam compatíveis com a realidade e servem de alerta pra quem pensa em pagar quase R$ 2.500 no aparelho para ter esse recurso.

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ago 04

Testando o Sony Xperia Z Ultra, Z2 e Galaxy S5 na água

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 04/08/2014 às 17:14h

     A nova “killer feature” dos smartphones topos de linha do mercado é a certificação IP58, que atesta que os aparelhos são imunes a poeira e submersão a água durante até 30 minutos. Mas será que isso realmente funciona? Munido de muita coragem, fiz o teste abaixo:

     Um dos maiores índices de aparelhos com problema que chegam em assistências técnicas e autorizadas referem-se a aparelhos que tiveram contato com líquidos. Logo, essa proteção é muito bem vinda. Porém, ao contrário do que alguns podem pensar, não é tão fácil usar um aparelho com água em sua tela, já que isso é interpretado como um toque e o sistema fica completamente maluco.

     O que me deixa puto é a Sony, sabendo desse problema, fazer a propaganda do Xperia Z2 mostrando um homem (podia ao menos ser mulher, né? #brinks) usando o aparelho numa banheira, como se fosse possível interagir com toques na tela do celular molhado. Como você pode ver no vídeo acima, isso é impossível. Propaganda enganosa?

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jul 01

Como fazer o Gear 2 e Fit funcionarem em qualquer Android

5 Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/07/2014 às 14:39h

     Há cerca de 2 semanas eu dei a dica aqui no blog sobre como fazer com que o Samsung Gear 2 e Gear Fit funcionassem em qualquer smartphone Android e não apenas nos 12 selecionados pela coreana. Agora, fiz um vídeo mostrando o procedimento:

     É importante observar que no post anterior eu havia falado sobre 2 métodos de hack, sendo um deles mais completo (e que exigia root) e outro mais simples. Como acredito que a maioria dos leitores não tenha root em seus aparelhos, já que não é uma coisa muito simples e envolve perda de garantia, fiz o vídeo baseado no segundo método.

     Vale lembrar também que, em ambos os métodos, nem todas as funções são liberadas, como se fosse um smartphone homologado pela Samsung. Porém, nos dois, funcionam as coisas mais básicas e interessantes, como as notificações chegando em seu pulso.

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Categoria(s): Android
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