jan 15

Quando USD 20 se transformam em R$ 155

10 Comentarios »Postado por GordoGeek em 15/01/2013 às 13:48h

     No sábado eu comentei no Twitter que estava atrás de tags NFC pra otimizar algumas rotinas nos meus dispositivos Androids que tem esse recurso (infelizmente, não presente nos aparelhos da Apple). Como eu já havia procurado em alguns sites chineses e não havia encontrado, a galera me sugeriu alguns e acabei comprando na TagStand.

     Infelizmente, quando eu fiz a compra pela Google Play, não havia outro método de frete senão o expresso. Assim, eu comprei 21 tags NFC por USD 20, o que daria menos de R$ 1,50 cada. Porém, o valor do frete foi quase mais caro que o produto em si: USD 19. Hoje, me ligara da UPS pra confirmar que estarei recebendo o produto já amanhã e deveria deixar um cheque ou dinheiro no valor de R$ 70,00, referente aos impostos recolhidos. Ou seja, os USD 20 se transformaram em R$ 155.

     Antes que me xinguem de burro, por ter optado pelo frete expresso, como eu já havia comentado no sábado mesmo, não havia outra opção. Como eu também já havia comentado, eu sei que tudo que vem pela UPS paga imposto, não importa o valor ou o que seja. Eles fazem isso pra agilizar a entrega, pois o negócio deles é justamente esse. E funcionou: eu comprei no sábado (dia não útil), na segunda-feira a empresa disse que despachou e amanhã estarei recebendo: ou seja, em 2 dias úteis após o despacho, estarei recebendo uma encomenda dos Estados Unidos no interior de São Paulo.

     Mesmo com o alto valor do frete e tributos, cada tag NFC vai me sair em torno de R$ 7,50, ou seja, muito mais em conta que os R$ 25 que encontrei pra vender no Mercado Livre. É excelente morar no Brasil, não?

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nov 13

VivoON x Vivo Sempre: qual o melhor plano para celular?

3 Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/11/2012 às 11:29h

     Já comentei por aqui que por muitos meses eu usei o plano VivoON, sendo que desisti dele quando a operadora passou a cobrar os acessos fora das redes sociais, deixando de ser vantajoso pra mim (e para muitos). Comecei então a usar o Vivo Internet Sempre, que me dá 200MB de franquia de internet 3G (até 1Mbps), reduzindo para 32kbps depois dessa cota atingida. Como trabalho em home-office e tenho internet sempre disponível via Wi-Fi, essa cota de tráfego me serve bem, desde que eu tenha um uso moderado, não deixando pra atualizar apps via 3G, ler os feeds completos com fotos e vídeos, etc.

     Há alguns meses, além do plano de internet 3G, ativei na minha linha do smartphone o pacote Vivo Sempre, que me permite falar com qualquer Vivo, seja local ou no Brasil todo, pagando apenas R$ 0,05 o minuto. Além disso, posso enviar SMS pra qualquer operadora por R$ 0,05 e ligações para telefones fixos custam R$ 0,35 o minuto. Ou seja, pra quem fala bastante, acaba compensando mais esse pacote do que o VivoON. E, apesar deu não ser muito esse público, como as ligações estavam muito baratas, acabei me acostumando a ligar pra familiares todos os dias, mesmo quando não tinha nada importante pra falar.

     No final do mês passado eu acabei voltando a ativar o VivoON na minha linha, conforme eu narrei aqui no blog. Minha intenção era não ter a velocidade reduzida após atingir a cota dos 200MB. Porém, eu senti um efeito colateral grave, que é o motivo desse post.

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