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Tablet HP 1401 e Gradiente Tegra Note: valem a pena?

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 10/09/2014 às 13:47h

     Já tem quase um mês que comprei o tablet Android HP 1401 (16GB) e estava enrolando pra fazer o review. Como essa semana eu recebi também o Gradiente Tegra Note, resolvi matar dois coelhos com uma cajadada só e fazer um grande vídeo para responder a pergunta fatídica: vale a pena comprá-los? Porque no final das contas, de nada adianta o equipamento ser bom, se tem concorrentes melhores, na mesma faixa de preço, que acabam por não torná-los uma boa escolha de compra.

     A primeira coisa que me chamou a atenção no tablet da HP foi sua impressionante similaridade com o iPad mini Retina da Apple. Muitos até disseram que pareciam um clone, quando postei as fotos no Instagram. Tirando um detalhe ou outro, a semelhança entre os dois produtos (pelo menos fisicamente) é muito grande. O tamanho de ambos, posicionamento de botões, proporcionalidade da tela e outros itens parecem idênticos. É um mistério que a Apple ainda não tenha processado a HP por isso. Por muito menos, ela foi atrás da Samsung com faca nos dentes.

     Apesar de ser fisicamente muito parecido com o iPad, a experiência é completamente diferente. Primeiro, porque um roda o iOS e o outro o Android. Segundo, porque as especificações são bem diferentes, conforme podemos ver nos aplicativos que medem a performance dos mesmo. E, mesmo esses testes não refletindo muito bem a verdade, servem sim pra nortear o poder de fogo de cada um. E, pelo preço que o HP é normalmente vendido, existem alternativas bem melhores.

     Quando o Gradiente anunciou sua parceria com a NVidia, eu fiquei bem empolgado em testar o Tegra Note. Porém, isso já faz muitos meses e só consegui o aparelho agora. Aliás, ele não é dos equipamentos mais fáceis de ser encontrado por ae, nem novo, nem usado. Ele só é vendido na loja online da Gradiente, pelo preço de R$ 999, o que o tornava uma boa pedida há alguns meses, mas em setembro de 2014 já existe alternativa melhor.

     Conforme eu mostrei nesse vídeo, por ter uma arquitetura de CPU diferente, nem todos os apps (inclusive os de benchmark) rodam bem no Tegra Note. No AnTuTu, a performance do tablet foi muito boa. No uso geral, idem. Não dá pra sentir engasgadas e o sistema é fluido. Porém, quando se chega no quesito preço, os R$ 999 pedidos pela Gradiente parecem um pouco demais para um dispositivo que tem uma performance similar ao LG G Pad V 500, que pode ser encontrado em promoções constantes por menos de R$ 600. Assim, fica um tanto complicado justificar a compra do mais caro, já que o restante dos atributos, como tamanho, peso, qualidade da tela, chassi e outros, são similares ou pendem mais pro lado do concorrente.

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Categoria(s): Android
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     Logo que o Galaxy Tab 7” foi anunciado pela Samsung, eu fiquei muito interessado nele. Infelizmente, não tive como testá-lo. Procurei em várias lojas aqui na região, mas interior é dureza pra um geek. Depois de muito tempo do seu lançamento, acabei comprando um usado no Mercado Livre por um bom preço, conforme comentei por aqui, no meu review do gadget.

     Diferente das minhas experiências anteriores com outros dispositivos rodando Android, que foram bem ruins, como o HTC Magic, o Nexus One e até o Motorola Xoom, com o novíssimo Honeycomb, o conjunto do Galaxy Tab 7” é muito bacana. Não é apenas hardware, nem apenas software. O conjunto foi quem me conquistou.

     Apesar do Motorola Xoom ter um hardware descente, sendo um dos primeiros tablets a rodar com o poderoso chip Tegra 2, o Honeycomb ainda está muito instável pro meu gosto, além de me lembrar um Windows Vista. Pra mim, tablet é tablet, PC é PC. Rodar um software de PC no tablet, não rola. Eu sei, o Honeycomb não é um software de PC e foi pensando pelo Google justamente para uso em tablet. Na minha modesta opinião, não rolou. Quem sabe num futuro.

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