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Bateria TP-Link 10.400mAh (Power Bank TL-PB10400)

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 27/04/2015 às 17:45h

     Sou um aficionado não apenas por gadgets em si, mas também por baterias, já que brinquedinho eletrônico não funciona sem energia. Por isso sempre fico de olho no mercado de baterias portáteis. Em 2010, quando fui pra fila do iPad, comprei uma de 8.000mAh da Energizer (excelente autonomia pra época, mas com um carregador monstruoso). Depois ganhei uma de 7.000mAh da Proporta e, mesmo tendo menos potência, era mais simples de carregar (via microUSB mesmo) e tinha 2 saídas USB (2A e 1A).

     Eu já tinha ouvido falar da bateria TP-Link que está no vídeo acima, mas não havia me interessado, pois já tinha muitas baterias aqui comigo. Porém, como o Walmart estava queimando estoque (de R$ 199 por R$ 99) resolvi comprar pra testar. Caso não fosse legal, acabaria dando pro meu pai, que também é outro maníaco por bateria e tem várias na coleção. Ele sempre fica feliz com esses presentes.

     A bateria em si é muito boa e consegue dar de 4 a 5 recargas (de 20% a 90%) no iPhone 6+. Porém, se você deixar os telefones conectados a madrugada toda, é provável que no outro dia de manhã tenha apenas 50% de bateria. Assim, costumo plugar só quando a bateria está bem baixa (cerca de 20 a 30%) e tirar quando se aproxima de estar cheia (80% a 90%). Isso porque o tempo de se carregar uma bateria de 0% a 80% é o mesmo de se carregá-la de 80% a 100%. Então, fica a dica: só plugue na sua bateria externa quando a carga estiver realmente baixa.

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ago 09

Update: correria, NAS, Cubieboard, TP-Link e outros

4 Comentarios »Postado por GordoGeek em 09/08/2013 às 16:19h

     No começo de abril eu fiz um post aqui explicando um pouco o motivo da falta de posts. Pra quem não leu, vou ser breve no resumo: falta de tempo. Sim, a mesma “desculpa” padrão de 9 entre 10 blogueiros/ podcasters não profissionais. Como a gente não consegue tirar nem uma fração do necessário pra se manter uma família com o blog, já que anunciantes querem te pagar R$ 0,02 por clique efetivo num banner, não tem outra forma. Temos que nos concentrar no que nos provê o sustento.

     Isso dito, esse é uma espécie de post tudo em um. Muitas pessoas acabam conhecendo alguns produtos por aqui, quando faço o post de primeiras impressões, mas ficam na dúvida se vale a pena comprar o produto, já que geralmente prometo fazer um vídeo depois de mais tempo de uso e quase nunca consigo honrar o prometido. Ae, as cobranças via emails e Twitter só crescem. Aliás, não tem mais cobranças via comentários porque deu algum problema no sistema que usávamos, tentei várias horas resolver, não consegui e desisti. Novamente: desculpe. Mas não tenho todo o tempo do mundo pro blog, que é um passatempo e não um trabalho.

     Como eu não tô dando conta de testar direito nem o que eu compro, não estou pedindo mais nada pra assessorias e recusando as ofertas que me fazem, pois não seria justo ficar com um produto, não testá-lo em sua totalidade e emitir uma opinião. A empresa que contratou a assessoria não espera que a gente fale bem do produto. Bom, algumas até esperam, rs. Mas o mínimo que devemos é falar nossas impressões. E sem tempo, fica difícil. Assim, prefiro que o aparelho vá pra outro blog que tenha o devido tempo.

     A respeito do NAS da D-Link, eu queria ter feito testes mais profundos, especialmente com velocidade de cópia, comparando com outras soluções, como o Time Capsule e o AirPort Extreme. Infelizmente ainda não consegui tempo pra isso, mesmo depois de algumas semanas usando o produto. Tem horas que ele tá rápido, outras que tá lento. Precisava realmente desligar tudo da rede, isolar ele num ambiente controlado e fazer os testes. Idem pros outros equipamentos que serviriam de referência, pra ser o mais justo possível e não deixar variáveis externas interferirem nos números. Não é simplesmente pegar meia dúzia de arquivos e copiar, pois cada equipamento tem uma função e carga de trabalho dentro da minha rede. Se eu fizesse algo simplório, os números seriam completamente distorcidos.

     Eu optei pelo D-Link porque foi relativamente barato, se comparado a outros fabricantes, suportava 2 discos de 4TB cada e tinha recursos extras bacanas, como cliente de torrent, servidor de FTP, sistema compatível com Time Machine, etc. A maioria das coisas, de forma bem razoável e tem um custo x benefício bom. Não é um produto excelente. Se você procura por isso, prepara-se pra gastar 4 vezes mais. Mas, na medida do possível, me atendeu.

     Sobre o Cubieboard, muita gente acaba comprando a plaquinha para usar de Media Center. Não foi o meu caso. Apesar dele ter vindo com Android instalado e eu ter feito alguns testes rodando Netflix, arquivos de vários formatos, tanto local como na rede, achei pouco prático o fato dele não reconhecer as interfaces USB Wi-Fi e Bluetooth, que me possibilitariam controlá-lo por um controle remoto ou smartphone. Nas semanas que ele ficou com Android, tive que mexer nele com teclado e mouse com fio.

     O fato é que acabei instalando o Debian na Cubieboard, pois eu queria preencher algumas lacunas que o NAS da D-Link deixou. Em primeiro lugar, o NAS tem um cliente de torrent, mas ele funciona apenas com torrents públicos e uso muito mais torrents privados. Se você não entende nada disso, recomendo que leia esse outro artigo onde explico um pouco mais sobre o assunto.

     Além dessa função, o Cubie por aqui ainda está fazendo proxy transparente para navegação na rede, otimizando os acessos, já que ele faz uma cache pra toda a rede. Também age como servidor de FTP para as minhas câmeras, coisa que eu poderia fazer com o NAS da D-Link, mas não deu muito certo porque ele não permite algumas configurações avançadas que preciso, além de ter um limite máximo de 10 conexões e eu tenho mais câmeras do que isso. Por fim, eu queria ter instalado um HD de notebook na entrada SATA dele, mas não rolou. Quando eu conecto o HD, ele não liga. Provavelmente a plaquinha não tá mandando energia suficiente para o conjunto. Eu já coloquei várias fontes lá e nada. Assim, eu tô usando usando o NAS da D-Link pra ser o destino de gravação do Cubie.

     Eu iria comprar o Cubieboard A20, que é mais poderoso que a versão A10 que eu tenho, mas não consegui. O aparelho esgotou em todos os lugares. Porém, hoje eu recebi um contato do fornecedor que comprei a A10, dizendo que vai me presentear com um, já que eu divulguei o trabalho deles e contribui com um vídeo que eles usaram no site. Provavelmente vou instalar Linux nele também, porque monitorando o uso do meu A10, vejo que a CPU dele está sempre no gargalo. Já adianto que pra mediacenter não é muito recomendado, porque o Netflix não funciona nesse modelo (apenas no A10).

     Sobre o roteador da TP-Link que postei na semana passada, algumas pessoas já tinha me adiantado, antes mesmo da compra, que ele não era lá essas coisas. Como o produto não era muito caro, resolvi pagar pra ver. No final, ainda não me decidi se valeu ou não a pena, pois ele tem altos e baixos.

     O roteador trás enorme na caixa que faz balanceamento de link. Na verdade, essa função é a mais fraca dele. Funciona muito mal e não aconselho pra quem queira pegar 2 ou mais links, achando que vai somá-los num único de velocidade superior. Porém, quando um link cai, ele percebe isso e não deixa quem tava usando esse link sem internet. No entanto, na hora que o link volta, ele demora a mandar o fluxo original pra esse destino, o que é um tanto chato. Mas, vamos lembrar que é um equipamento de menos de R$ 130,00! Tem equipamentos de milhares de reais que fazem isso com perfeição.

     Antes de comprar o TP-Link, eu tinha 3 redes Wi-Fi: Speedy, Via Rádio e 3G da TIM. Quando eu precisava trocar de rede, tinha que me conectar diretamente no roteador sem fio delas. Com isso, eu perdia acesso a todos os outros computadores e equipamentos da minha rede. Era um inferno! Agora, eu entro no TP-Link e digo: esse equipamento agora sai pelo Speedy e não mais pelo Via Rádio. Geralmente isso funciona de imediato. Tem horas que demora alguns segundos e outras só reiniciando. Mesmo assim, tá melhor do que era antes.

     Acho que ainda vale a pena comentar sobre o caso do meu Galaxy Note 2. pra quem não se lembra, ele foi três vezes pra autorizada, sendo que da última ainda não voltou. Das duas primeiras ele ficou cerca de 20 dias e voltou com o mesmo problema. Parece que nem tinham mexido. Porém, essa semana, o pessoal que cuida do perfil da Samsung no Twitter, vendo minhas insistentes reclamações, me ligaram pra ajudar. Hoje, retornaram dizendo que foi autorizada a troca por um novo, que deve chegar entre 10 a 20 dias úteis. É muito? Sim. Deu trabalho? Deu. Mas pra quem estava desde junho sem o aparelho, já tinha usado ReclameAqui, Procon e a perspectiva era enfrentar meses no Juizado Especial Civil, melhor assim.

     Outra coisa que muita gente andou me perguntando é sobre os cartões da SanDisk com problema. Eu mandei tudo pra eles em julho, conforme me solicitaram, o prazo que me deram vence hoje e nem sinal dos novos cartões. Sinceramente, tô tão atolado que não tive tempo de brigar mais por isso. Vou esperar até o final do mês e, se ae não chegar, vejo o que vou fazer.

     Sobre o meu processo contra a Vivo, ainda não foi marcada audiência. Acho que nem vai, pois o juiz optou por fazer um julgamento com base nas provas apresentadas. A Vivo, desorganizada como ela só, anexou ao processo dois canhotos de notas fiscais assinadas por mim. Porém, não eram dos produtos que não entregaram e sim de outros produtos que comprei com eles. Não sei se tentaram fraudar a parada, se são muito burros, se quiseram ver se colava ou o que. O fato é que o caso ainda está andando.

     Tem ainda o meu processo contra o Mercado Livre. Assim como no caso da Vivo, ainda tá correndo e o juiz dispensou audiência. A alegação do Mercado Livre é que bloquearam minha conta porque eu violei os termos de uso, anunciando um produto por um preço muito baixo. Oi? A intenção não é vender? Vou vender num preço mais alto, se posso fazer mais barato, por qual motivo? Detalhe: ignoraram que o próprio comprador tinha me qualificado como positivo e autorizado a liberar a grana. E tem mais, só me responderam depois de meses, quando o processo deve ter chegado pra eles, pois até então, estavam me ignorando.

     Deu pra ver, num post com mais de 1.500 palavras, que a correria aqui realmente está grande, né? Se você deixou comentário no Instagram, no Twitter, mandou email e não teve resposta, ao invés de nutrir o seu ódio por esse gordo tecnológico, tenta se por um pouco no meu lugar e ver que as coisas não estão fáceis.

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ago 01

Primeiras impressões em vídeo do TP-Link TL-R470T+

9 Comentarios »Postado por GordoGeek em 01/08/2013 às 23:38h

     Recentemente eu comprei um roteador com 3G da TP-Link, na esperança de fazer uma contingência de link, já que ele ativa o 3G automaticamente quando a conexão principal na porta WAN cai. Porém, como tenho 3 links em casa, essa solução não foi suficiente.

     Essa semana eu acabei comprando o TP-Link TL-R470T+. Por incrível que pareça, ele custou menos de R$ 120,00 e possui recursos fantásticos, conforme mostro no vídeo acima. Como ele chegou hoje a tarde e mexi muito pouco nele, ainda é cedo pra dar um parecer definitivo, mas as primeiras impressões foram as melhores possíveis.

maio 22

Como criar uma contingência de internet usando o 3G

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 22/05/2013 às 12:55h

     Muita gente sofre com conexões de internet, que acabam ficando lentas (em determinadas horas do dia, como depois das 19h), instáveis (perda de pacotes, alta latência, etc.), com falhas no roteamento (impedindo que acessem determinados sites e serviços), etc. Eu mesmo tenho uma conexão Speedy da Vivo e em várias ocasiões ela acaba ficando mais lenta que um 3G da TIM. Por mais absurdo que isso possa parecer, acontece bastante aqui comigo. Mas como podemos criar uma contingência quando isso acontece e precisamos trabalhar usando a internet?

     No mês passado eu resenhei aqui no blog o Draytek VigorFly 210, um equipamento muito bom, mas um pouco salgado, especialmente para o mercado residencial. Entre as características que gostei estava o fato dele suportar um modem 3G e comutar para essa conexão sempre que a principal (via cabo na porta WAN) ficasse indisponível.

     Comecei a procurar alternativas mais em conta, achei vários roteadores com essa função, mas fiquei com receio de não serem compatíveis com meu modem 3G, que vai espetado na porta USB. Como o vendedor me garantiu que era compatível, acabei comprando um modelo TL-MR3420 da TP-Link. Afinal, senão funcionasse, eu iria devolver. Assim, fiz a compra na semana passada e ontem fiz a instalação. Pra minha sorte, realmente era compatível e já estou rodando com a solução.

     Como eu não queria mexer na minha infra-estrutura de rede atual, eu acabei fazendo o seguinte: coloquei o TP-Link bem ao lado do Time Capsule. No equipamento da Apple, que antes autenticava a conexão PPPoE do Speedy, eu coloquei para ficar com DHCP na WAN. Essa porta, eu conectei na porta LAN 1 do TP-Link que ficou autenticando o Speedy na porta WAN e conectado ao 3G via USB. Dessa forma, não precisei alterar mais nada na minha rede para criar a contingência, deixando o Speedy como principal e, caso ele falhe, muda automaticamente pro 3G. Eu também posso fazer isso manualmente, caso o Speedy esteja ativo, mas lento demais ou com problemas de roteamento, perda de pacotes, alta latência, etc.

     Durante alguns meses, eu usei meu Galaxy Note 2 como roteador Wi-Fi em casos de contingência. Porém, essa não é a solução ideal. Primeiro que ele não tem potência de sinal Wi-Fi suficiente. Segundo, porque ele não suporta muitos equipamentos conectados nele. Terceiro, porque ele só fornece a internet via Wi-Fi, ou seja, os equipamentos conectados via cabo, ficam fora da internet. Quarto, quando eu mudava o iMac pra acessar a internet via Wi-Fi do Android, perdia acesso a rede local via RJ-45. Ou seja, os problemas eram diversos e acabei resolvendo todos com esse roteador de menos de R$ 150,00 (com frete Sedex incluso).

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