dez 10

     Há alguns meses eu relatei aqui no blog uma péssima experiência proporcionada pela Apple quando fui fazer update do iOS no meu iPhone 3G. Ele simplesmente esquentou demais e torrou a placa responsável pelo Wi-Fi. Claro, só fui saber sobre isso algum tempo depois, pesquisando na internet. E vi também que isso é relativamente comum, sendo que existem centenas de pessoas reportando o problema. Tentei contato com a Apple, que disse que o suporte para iPhones no Brasil era apenas com as operadoras e tirou o corpo fora. Depois disso fui ao Procon e chegamos a notificar a empresa, que nem se deu ao trabalho de responder.

     Em outros tempos eu não teria pensado duas vezes em acionar a empresa na justiça. Porém, como não queria me estressar (ainda mais), resolvi deixar quieto e assumir o prejuízo. Comecei a procurar autorizadas que poderiam fazer o reparo. Nas minhas pesquisas eu li que esse problema poderia ser consertado apenas refazendo a solda da placa. Isso me animou a enviar o aparelho para uma empresa em Curitiba (não vou citar nomes). Infelizmente, além de não resolverem meu problema, o iPhone que só estava com problema no Wi-Fi, voltou sem ligar. Ele ligava fisicamente, mas só ficava na tela da maçã. Talvez possa ter sido consequência de algum procedimento que fizeram na tentativa de reparar o aparelho, mas não jogaram aberto comigo. Disseram que o aparelho simplesmente chegou lá dessa forma, quando não era verdade. Ele saiu daqui perfeito, com excessão do Wi-Fi.

     Já estava decidido a deixar o iPhone encostado, quando me recomendaram uma nova empresa. Pesquisei sobre ela e o retorno foi bem positivo. Assim, resolvi novamente fazer um teste. Mandei o equipamento pra eles e cerca de duas semanas depois recebi ele de volta. Estava ligando, mas sem o Wi-Fi, pois só seria possível arrumar trocando uma placa e eu não estava disposto a desembolsar mais uns R$ 400,00 no aparelho. O problema é que o dispositivo estava esquentando muito e durante uma sincronia longa (vários apps, músicas, vídeos, etc.), onde preparava o aparelho pra dar de presente ao meu irmão, ele simplesmente entrou em boot eterno de novo, nem saindo da maçã. Confesso que fiquei bem chateado, pois deu a impressão que não testaram o aparelho suficiente.

     Entrei novamente em contato com a empresa, que rapidamente se prontificou a arrumá-lo (novamente) e já depositou o valor do frete, sem ao menos eu ter mencionado isso. Cerca de duas semanas se passaram e me disseram que haviam feito um procedimento, trocando algumas peças e não iriam me cobrar nada por isso. O aparelho voltou funcionando perfeitamente, inclusive com o Wi-Fi funcionando e sem esquentar. Agora espero que meu irmão faça um bom uso dele.

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Categoria(s): Apple, Dicas
set 02

     Você costuma cumprir com a palavra? Bem, ao que tudo indica, parece que a Motorola não. A empresa alardeou aos quatro ventos que iria soltar updates do Android para alguns aparelhos, assumiu um compromisso com seus clientes e os deixou na mão. Isso, por si só, já seria algo “muito feio”, pra dizer o mínimo. É uma quebra de confiança na relação com o consumidor. Agora imagine você, tentando de todas as formas fazer com que ela cumpra com o prometido. Nada mais. Você só quer o que foi combinado. Sem resposta da empresa, você perde tempo (e dinheiro), processa a empresa, ganha, mas não leva. Como você se sentiria?

     Ontem, quando eu soube que a Motorola havia sido processado (e perdido a causa em primeira instância), eu fiz algumas especulação no meu Twitter. Imagino que customizar uma versão de um Android para um determinado aparelho não seja nada barato, caso contrário, a empresa já o teria feito. Assim, ao invés de investir tempo de uma equipe nisso, seria mais fácil a Motorola tentar um acordo, oferecendo um aparelho mais moderno ao cliente. Correto? Isso seria bom senso. Mas a Motorola não tem ideia do que seja isso. Hoje, ela divulgou uma nota dizendo que irá recorrer, uma vez que o aparelho em questão só não recebeu o update pois não teria capacidade de suportá-lo. Bem, vamos analisar isso.

     Primeiramente, como fabricante e participante do consórcio do Android, se a empresa não tem condições de saber se determinado aparelho terá ou não condições de receber um update futuro, não deve prometê-lo. Isso, novamente, é bom senso. Se a empresa promete, tem que cumprir. É premissa básica. Se ela não tem condições de garantir, haja com honestidade e não prometa. Todos concordam?

     Segundo (e mais gritante) é o fato que o mesmo aparelho, comercializado lá fora com outro nome, recebeu o tal update há meses. Ou seja, por que diabos a versão nacional, que tem as mesma configurações da versão gringa, não teria condições de rodar com a versão do sistema prometido?

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Categoria(s): Android, Geral
jun 30

     Faz cerca de 10 dias que ocorreu o meu problema com o Wi-Fi no meu iPhone 3G, o qual por sinal me deixou muito puto. Pra quem não tá por dentro do assunto, aqui eu explico ele em detalhes. De forma resumida, ao fazer o update do iOS, sugerido pela Apple através do iTunes, o Wi-Fi do meu iPhone foi danificado. Conforme pesquisei, vi que existiam inúmeros relatos similares, inclusive em fóruns oficiais da Apple.

     No primeiro dia útil seguinte ao acontecido, entrei em contato com a empresa através do 0800. É incrível, mas a Apple joga a responsabilidade pelo iPhone no Brasil, pra cima das operadoras. Ou seja, ela é a fabricante, ela importa o produto, distribui pras operadoras comercializarem e quando acionada, tira o cu da reta. Pode isso, Arnaldo? Vergonhoso!

     Ao entrar em contato com a Vivo, pra falar de um aparelho adquirido em 2008, obviamente que eles me disseram que estava fora de garantia e eu deveria me entender com o fabricante ou levar numa assistência autorizada. Claro, por que não, né? Vou lá eu trocar a placa-lógica do iPhone 3G, custa só R$ 600,00. Afinal, quem mandou eu aceitar um update sugerido pelo próprio fabricante?

     Diante da resposta da Vivo, entrei novamente em contato com o suporte da Apple. De pronto, me mandaram ligar novamente pra operadora. Ae comecei o sermão, dizendo que ela era a responsável, que são responsabilidade compartilhadas, etc. O atendente, vendo que a coisa ia engrossar, me pediu pra fazer uma reclamação através de um formulário no site. O mais curioso é que, ao selecionar suporte ao iPhone, me redirecionam pro site em inglês. Eu não sou advogado, mas algo me diz que isso tudo é muito irregular. Porém, fiz o que foi solicitado. Para minha estranheza, nada de gerar um número de protocolo ou me enviarem um email, confirmando o processo. Ou seja, amanhã ou depois eu digo que enviei, eles dizem que não recebeu e fica por isso mesmo, né? Super conveniente!

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Categoria(s): Apple
jun 18

     De tempos em tempos a Apple resolve chamar seus usuários de burro (“você está segurando errado“), não reconhecem erros de projeto e depois de muita pressão, voltam atrás e acabam cedendo. Pra Apple, elas estão no topo do Olimpo e você, cliente/ usuário é sempre um jumento que faz tudo errado.

     Conforme já comentei bastante no Twitter, eu não gosto de vender meus iGadgets antigos quando compro novos. A versão antiga geralmente vai pra alguém da família e acaba servindo de backup, ou seja, se o meu dá problema, eu corro pra pegar o presente de volta, rs. Faço isso pois, pagar mais de R$ 2.000,00 num iPhone sem subsídio e depois de um ano perder 50% do investimento, é melhor deixar ele por aqui mesmo.

     Depois de alguns anos comprando iPhones, tenho todas as versões dele por aqui: iPhone clássico (2007), iPhone 3G (2008), iPhone 3GS (2009) e iPhone 4 (2010). Em breve a Apple irá lançar o iPhone 5 e lá vou eu comprá-lo. Ano passado eu resolvi não passar o modelo anterior (3GS) pra esposa e acabei comprando dois iPhone 4, pra gente fazer Facetime. Apesar ela não usar muito, resolvi fazer esse agrado a ela, pois geralmente o lançamento do iPhone é próximo do aniversário dela e nada como um aparelho novinho, com todas as novas funções, sem lentidão do software atualizado, etc.

     Com essa mudança de estratégia e os iPhone se acumulando na minha gaveta, resolvi que era hora de me desfazer de alguns e como os aparelhos da Apple estão cada vez mais sendo sonhos de consumo do grande público, convenci um amigo a comprar meu antigo iPhone 3G pra dar de presente pra esposa, que tem um Nokia N95 e sempre reclama dele. Como tava na gaveta há dois anos, qualquer coisa que viesse era lucro. Digamos que o investimento já foi pago e como ainda tenho o 3GS, poderia usá-lo de backup, caso precisasse. Fiz um precinho camarada pro meu amigo e aproveitei para me desfazer de uma bateria extra da Mophie, que também tava largada na gaveta.

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Categoria(s): Apple
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