dez 07

     Final de ano está ae e muita gente resolve viajar. Se você é daqueles que recebe muitos parentes e não quer vê-los sugando toda sua banda de internet, te deixando sem nada para as suas coisas, veja como proceder. É muito simples e fácil, trazendo um enorme benefício para a sua rede.

     A limitação da velocidade de internet para convidados não é apenas “filhadaputagem”. Muita gente hoje em dia trabalha em casa e, como muitas pessoas são leigas, acabam clicando em um mundo de coisas e, algumas vezes, baixam um bocado de conteúdo pesado, deixando tudo lento. Se você trabalha em casa e precisa de uma banda mínima pra executar sua rotina, deixar a rede sem nenhum controle é um pesadelo. Mas você não precisa passar raiva com isso.

     A primeira dica que dou é implementar uma rede somente para convidados, como explico nesse outro post. É altamente recomendável fazer isso pois você cria uma rede isolada da sua. Assim, se alguém tiver vírus, não vai passar pros seus computadores. Além disso, eles terão acesso a internet, mas não a seus computadores. Ou seja, nada de fuçar em suas coisas e de repente achar aquela pastinha cheia de putaria.

     Muitos roteadores tem a função de gerenciamento de velocidade. Eu uso um TP-Link N750 (TL-WDR4300) e vou me basear nele. Porém, é bem provável que o seu também tenha esse recurso. Basta procurar um pouco nas opções dele pelas palavras chaves: Bandwidth Control.

     Aqui no meu caso, clico em “Guest Network” e na tela da direita, logo em cima, tem a opção “Enable Guest Network Bandwidth Control” para marcar. Abaixo, ficam as opções “Egress Bandwidth For Guest Network” e “Ingress Bandwidth For Guest Network”, que controlam, respectivamente, upload e download. Como minha internet é de 20Mb (pelo menos nominalmente), eu deixei algo em torno 2Mb de upload e 4,5Mb de download. Não é muito, mas suficiente pra usarem redes sociais. É melhor que o 3G por aqui, não vai usar a cota dos seus convidados, nem vai entupir a rede e impedir que se trabalhe.

     O controle é eficiente? No meu roteador, posso dizer que sim. Ao medir a velocidade pelo site SpeedTest, fica basicamente dentro do especificado no roteador, oscilando bem pouco. E, quando eu mudo a velocidade, nem precisa reiniciar. As novas diretrizes já passam a valer de imediato.

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mar 23

Você compra pendrive pelo preço ou pela qualidade?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 23/03/2015 às 11:09h

     Que título mais FDP eu coloquei, né? Num mundo ideal, a gente compra algo por ter bom preço e boa qualidade, mas é quase impossível se conseguir isso. Ou você opta por preço baixo ou por qualidade. Conciliar os dois não é tarefa fácil e não seria diferente com pendrives.

     Você já deve ter se deparado com as mais diversas ofertas de pendrive no mercado. Inclusive, a mesma marca (SanDisk por exemplo) tem produtos que se parecem muito, mas os preços e velocidades são completamente diferentes. Vamos a alguns exemplos?

     Na semana passada eu comprei esse pendrive SanDisk de 64GB com tecnologia USB3 por R$ 115. Além de ser bem pequeno, o que dá mais mobilidade a notebooks, ele é muito rápido. Veja aqui que conseguimos ler seu conteúdo em 112MB/s e gravar em 49MB/s. Isso é bem satisfatório! Dá pra copiar uma pasta de 5GB em menos de 1 minuto.

     Eu também comprei algo que queria muito há tempos: um pendrive multiuso com tecnologia OTG. Não conhece? Funciona assim: de um lado o pendrive tem uma conexão USB tradicional, pra você por no PC e do outro, uma porta microUSB, pra você colocar em aparelhos com suporte a tecnologia OTG. Em outras palavras, você pode por no seu Android e ele vai ler o conteúdo do pendrive.

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mar 19

Você já notou isso acontecendo no seu telefone?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 19/03/2013 às 11:18h

     Nos últimos dias eu notei algumas coisas estranhas acontecendo nos meus dispositivos, especialmente nos Android e resolvi fazer dois pequenos vídeos pra ver se é só comigo que isso ocorre ou se é algo geral. Usei nos testes o Nexus 7, Galaxy Tab P3100, Galaxy Note N7100 e o Galaxy Note N7000, esses três últimos com o Cyanogenmod 10.1 e o primeiro com o Android 4.2.2 nativo.

     O primeiro caso que gostaria de compartilhar é esse do vídeo acima. Já tem algum tempo que notava que, quando eu mandava atualizar ou instalar algum app na Google Play, se a tela apagasse, o tempo que demoraria pra finalizar o procedimento era maior do que com a tela ligada. Resolvi cronometrar alguns casos, pra ver se era coisa da minha cabeça ou se realmente acontecia e não deu outra: demorava mais mesmo. Alguns comentários deixados no vídeo publicado no Youtube corroboram o problema.

     Lá nas Configurações do Android, na aba de Wi-Fi, eu sempre deixava a opção “Manter Wi-Fi durante inatividade” na opção “Sempre”, justamente pra esse comportamento não acontecer. Porém, mais abaixo, na mesma tela, tem a opção “Otimização de Wi-Fi”, onde eu deixava “Minimizar o uso da bateria quando o Wi-Fi estiver ligado” e esse era o responsável pelo problema. Quando eu desmarquei a opção, os tempos de download se igualaram.

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ago 29

Testes de performance com SSD via USB2 e USB3

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 29/08/2012 às 17:07h

     No começo do mês eu escrevi um artigo aqui no blog sobre os resultados dos testes com um HD externo usando interface USB3 e Thunderbolt, tanto num iMac 2011, quanto num MacBook Air 2012.

     Os testes mostraram que a propaganda de que o USB3 é até 10 vezes mais rápido que o USB2 são um tanto ficção e dificilmente o usuário conseguirá atingir essas taxas na vida real. Em média, os ganhos serão da ordem de 300%, o que não deixa de ser algo muito bom. Além disso, como alertei no outro artigo, a taxa de transmissão pode ser impactada pela leitura de acesso a mídia, o que acaba criando um gargalo. Por isso, pedi pros amigos da GSShop me enviarem um SSD, que tem o acesso a mídia muito mais veloz.

     Observem no gráfico acima, os testes realizados no post anterior e também os novos testes, realizados com o SSD, no iMac e no MacBook Air. No caso do iMac, usando a interface USB2, pouca coisa mudou e os ganhos foram bem poucos. No primeiro teste, copiando do iMac pro HDD, a taxa de transferência foi de 30,03, enquanto que no SSD foi de 33,22. O processo inverso, do HD pro iMac atingiu taxa de 36,10MB/s, enquanto que no SSD a taxa foi de 39,95MB/s.

     Já no MacBook Air, que tem a tecnologia USB3, o ganho foi razoavelmente maior. Transferindo os dados do MacBook Air pro HD externo, a taxa foi de 106,38MB/s via USB3, 108,11MB/s via Thunderbolt e 122,70 via USB3 com SSD. Já do HD pro MacBook Air, a taxa foi de 102,56MB/s para o USB3, 100MB/s para o Thunderbolt e 172,41MB/s para o SSD via USB3.

     É claro que muita gente compra SSD para fazer uso interno e não externo. Eu mesmo pensei em comprar um SSD para fazer upgrade do meu MacBook Pro 2009, visando dar um novo gás pra ele, que já tem 3 anos. Mas eu achei interessante fazer esses testes de performance, principalmente pra complementar a informação do antigo anterior, mostrando que realmente o gargalo do USB3 muitas vezes está na mídia utilizada e não na tecnologia de transferência.

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out 28

Até PS3 Microsft ?

Sem Comentarios »Postado por Gilson Junior em 28/10/2008 às 11:42h

A imagem já diz tudo.O IE7 da querida Microsoft é mais lento que o browser do PS3, tipo assim um aparelho que não tem como função principal acessar web tem uma melhor performance que um dispositivo feito para isso.
E como destaque o GoogleChrome levando a dianteira dentre os navegadores citados.

[via Gizmodo]


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