jul 28

     Quem me acompanha pelo Twitter já deve estar farto dos meus relatos contra a Vivo, mas como acredito que posso ajudar outras pessoas com o mesmo problema, farei esse post a respeito. Quem estiver na mesma situação, por favor use o espaço dedicado a comentários para narrar o seu caso.

     Mesmo que os SMS usem pouquíssimos recursos das operadoras, elas ainda os vendem a peso de ouro. Se compararmos a outros países do mundo, o valor cobrado aqui é ridículo. Na ânsia de lucrar o máximo possível, as operadoras procuram enviar alertas SMS de madrugada, quando existe ociosidade da sua rede. Se isso atrapalha o cliente, pouco importa, o foco deles é lucrar o máximo que der.

     Há meses eu reclamo na Vivo e na Anatel sobre esse problema. A operadora insiste em me enviar SMS de madrugada, mesmo eu abrindo vários chamados na agência reguladora. Toda vez é a mesma historinha: eles falam pra Anatel que vão incluir meus números numa lista para não receber os tais SMS, dão baixa no chamado, mas não resolvem. Passam alguns dias e lá estão eles enviando o SMS novamente.

     Como eu administro servidores, eu tenho scripts que fazem o monitoramento de toda a base instalada e usam SMS para me alertar sobre problemas. É raro acontecer algum problema, mas quando acontece, eu tenho que entrar em ação imediatamente, ligando pro IDC onde o servidor em questão está hospedado e me desdobrando para no dia seguinte, o servidor estar disponível pro uso do cliente. Assim, eu não posso me dar ao luxo de desligar celular. Ele fica ligado 24 horas por dia, 7 dias por semana.

     A impressão que eu tenho é que a operadora está fazendo pouco caso e não tomando providência alguma. Aliás, essa foi a mesma impressão de um advogado gaúcho que entrou com uma ação contra a Vivo, pois tinha exatamente o mesmo problema. Ele pedia uma providência, a operadora dizia que resolveu e os SMS continuavam. O juiz deu ganho de caso a ele, condenando a Vivo a pagar R$ 5.100,00 de indenização.

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jun 28

     Como comentei aqui no blog, meu pai comprou um iPad 3G e anda com o bichinho pra tudo que é lado. Acabei fazendo um plano pré-pago 3G da Claro pra ele. Optei pela operadora pois na cidade em que ele mora só tem sinal 3G pela Vivo e Claro. A Tim ainda é GPRS, como em boa parte das cidades do interior de São Paulo. Como o plano de internet 3G pré-paga mais em conta da Vivo são R$ 9,90 e tem apenas 10MB de quota (contra 300MB de Claro e Tim), a escolha foi meio óbvia.

     Apesar de já conseguir se virar no iPad, usando email, web, facebook e afins, algumas operações simples pra alguns de nós, ainda são complicadas para um iniciante. Uma delas é a renovação do plano de internet pré-paga, que deve ser feita mês a mês, de forma manual, uma vez que as operadoras não tem um mecanismo de renovação automática e nem uma integração no próprio iPad, como é feito pela AT&T nos Estados Unidos. Diferente do Galaxy Tab, que possui aplicativo de SMS e inclusive faz e recebe chamadas, funcionando como um grande smartphone, o iPad não tem tais recursos. Assim, o assinante é meio que obrigado a tirar o microSIM (uma operação meio chatinha pra quem não está acostumado), colocar em outro telefone e reativar o plano através do SAC. Existe ainda a opção do SMS, enviando uma mensagem pra um determinado número e seguindo alguns passos, também via SMS. Por último, resta ainda a opção no site da operadora, que devo salientar, geralmente não aceita a operação, dando erro, o que obriga a ligar no SAC.

     Pra não deixar meu pai responsável pela tarefa de renovação do plano, que certamente iria confundí-lo e até estressá-lo, talvez até a ponto de deixar o iPad sem conexão, resolvi assumir essa tarefa e nem falo pra ele que é nececessário pagar pelo 3G. Pra ele, o iPad acessa a internet magicamente. Dessa forma, todo dia 27 eu tenho que entrar no site da Claro e ir tentando renovar o plano. É muito raro quando vai de primeira. Geralmente tenho que tentar umas cinco vezes ao longo do dia. E é ae que mora o problema!

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mai 25

     Eu me lembro como se fosse hoje das minhas férias na praia e o telefone tocando com alguma emergência. Juntava tudo e saia correndo atrás de uma lan-house. Na maioria das vezes, em uns 10 minutos na lan-house, estava tudo resolvido. Mas ae já era tarde e muitas vezes, sair da praia e ir até a cidade, demorava um tempo razoável e acabava com o clima. Ah, como eu queria ter internet móvel e resolver tudo ainda com o pé na areia…

     O tempo foi passando e mesmo sendo um absurdo (R$ 15,00 o MB), acabei fazendo um plano da Tim (GPRS) para usar internet no meu celular, compartilhando via bluetooth com meu PDA Palm LifeDrive. Minha vida começou a ficar mais fácil e flexível.

     Anos mais tarde, atualmente temos internet 3G pré-paga disponível a grande maioria dos consumidores. Pode não ser uma maravilha, com limites e oscilações, mas se fomos comparar ao que era há bem pouco tempo, vivemos numa era maravilhosa, onde as três principais empresas de telefonia no Brasil oferecem planos até R$ 15,00 mensais (praticamente de graça).

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abr 09

     Já comentamos sobre o Vivo ON aqui em duas oportunidades. Pra quem não conhece, é um plano pré-pago da Vivo que dá acesso a internet 3G pra quem adere ao plano e recarrega mais de R$ 25,00 mensais.

     Hoje eu recebi um SMS da Vivo com os dizeres: “Atenção: O acesso aos conteudos do portal WAP da Vivo é tarifado normalmente, inclusive para clientes Vivo ON. Saiba mais: www.vivo.com.br”. Isso me deixou um pouco assustado, bem como a outras pessoas o Twitter, que vieram comentar se agora o acesso passaria a ser cobrado.

     Sinceramente, alguém na Vivo destacou um estagiário pra enviar a mensagem, pois eu achei o texto bem confuso. Entrei no site da empresa e também não entendi ao que se refere. Então, acessei a minha conta online e fui ver se no detalhamento estava sendo debitado algum acesso ao 3G. Felizmente, não estava.

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