mar 19

     Já falei aqui em duas oportunidades sobre o VivoON, um pacote de serviços da Vivo que dá uma caralhada de minutos e SMS, além de acesso a rede 3G. Em tese, seria apenas para email e rede social. Na prática, funciona em tudo, não reduz a velocidade e nem cobra excedente. Pra ter acesso ao benefício da internet é necessária uma recarga mínima de R$ 25,00 por mês. Esse valor fica em crédito no saldo, pra você ligar/ passar sms pra outras operadoras.

     Fui informado hoje pelo @daniel_fox de que a Vivo, fazendo frente aos planos das concorrentes Claro (R$ 11,90) e Tim (R$ 15,00), lançou um pacote de internet 3G pré-paga ainda mais barata: R$ 9,90/ mês. Assim como as outras operadoras, tem um limite baixo de transferência (20MB) e dizem que irão reduzir a velocidade (para 32kbps) quando esse limite for alcançado. Se vão mesmo, são outros 500.

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Categoria(s): Dicas
mar 01

     Em agosto do ano passado, fiz um post aqui no blog a respeito do serviço VivoON. Muitos me disseram que era um “erro provisório” da Vivo e que logo isso seria arrumado, pois em tese, a gratuidade do serviço era apenas para redes sociais e email. Porém, passados mais de 6 meses, o serviço ainda está dando acesso ilimitado a internet, sem redução de velocidade.

     Conforme eu comentei antes por aqui, eu vinha utilizando o serviço da Claro, pagando R$ 11,90 por mês. Porém, a velocidade na maior parte do tempo é horrível. Usar video-chamada via Skype é uma raridade, pois a velocidade quase sempre fica beirando os 50kbps.

     Uma coisa chata nesse plano da Claro é que você precisa esperar o pacote contratado expirar, para renová-lo, ou seja, você pode ficar sem internet por um período, o que é bem chato. Aproveitando que eu teria que renovar o meu pacote esse mês, conversei com o @MarcioRolim e ele me disse que vem usando o VivoON no modem 3G, sem problemas. Eu já tinha recebido várias outras mensagens similares assim via Twitter, mas como tava ‘me virando’ com a Claro e esse lance do VivoON é meio gambiarra, resolvi ficar com a Claro mesmo. Mas como a velocidade está de mau a pior e cada vez as pessoas me confirmam que está acessando tudo, sem descontar dos créditos, hoje eu reativei meu pacote na minha linha e na da minha esposa. Ambas já estão funcionando.

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Categoria(s): Dicas
jan 27

     O app Consumo teve uma aceitação incrível por parte dos usuários, uma vez que facilitou a informação, por parte do cliente Vivo, do seu extrato parcial de dados. O sucesso foi tanto, que a Vivo acabou bloqueando o acesso do aplicativo a seu sistema, como relatamos aqui dias atrás.

     O bloqueio forçou o desenvolvedor @Felipek a reescrever seu aplicativo, que agora comunica-se diretamente com o sistema da Vivo, sem passar por servidores intermediários. Dessa forma, é muito pouco provável que a Vivo volte a impedir o acesso dos clientes a suas faturas.

     Se você já é programador para a plataforma iOS, pode ajudar o projeto, auxiliando com melhorias, como a inclusão de outras operadoras. Se você quer começar e tem pouca experiência, pode aprender bastante vendo todo o código-fonte do aplicativo, disponível aqui de maneira open-source.

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Categoria(s): Apple
jan 15

     Recentemente vi algo bem interessante no Twitter, que gostaria de comentar por aqui e colher alguma opiniões. Assim, por favor, usem e abusem dos comentários nesse post. Lembro que os comentários são moderados, mas não censurados. Só não são publicados os posts ofensivos. Valorizamos a liberdade a opinião, mas não a putaria indiscrimida. Se for comentar, seja educado e tente expor seus argumentos, não a raiva através de xingamentos.

     Depois de muito tempo atrás de uma solução para saber o quanto realmente estava usando de dados na rede 3G, uma vez que programas como o Dataman e Download Meter não são muito precisos, o Felipe Kellermann descobriu um procedimento para se obter um extrato parcial do tráfego de dados pela operadora Vivo, da qual ele é cliente. Como ele sempre quis fazer isso, uma vez que viu a viabilidade, ficou extremamente animado e virou 3 madrugadas escovando bits até conseguir fazer um aplicativo para iPhone e publicar na App Store.

     Estive acompanhando o Felipe durante a sua maratona e sugerindo algumas coisas, inclusive a respeito de quanto deveria cobrar e tudo o mais. Se o aplicativo fosse meu, eu cobraria uns USD 2.99 e mais uma mensalidade, tendo em vista que o aplicativo em si é apenas uma porta de entrada dos dados. Como a Vivo não tem uma API para extração dos dados, não tem como o aplicativo ir diretamente na operadora pegar tais informações. Assim, é necessário que o iPhone se comunique com os servidores do Felipe, que processam toda informação, enviam pra Vivo, formatam de maneira adequada, desprezando todo o “lixo” e jogando a informação simples e bela no iPhone. Isso meus amigos, acreditem, consome muitos recursos, dae, a necessidade de uma cobrança mensal. Contudo, o Felipe não estava interessado em lucro, tanto é que, desde o início, ele idealizou o projeto como open-source, ou seja, o código-fonte do programa, seria aberto, pra quem quisesse estudar, modificar, aperfeiçoar e utilizar.

     Assim que o aplicativo Consumo foi publicado, pulou rapidamente para o topo dos aplicativos mais vendidos da App Store. Como disse anteriormente, a intenção dele não era aferir lucro, mas como existem custos de servidores envolvidos, ele decidiu cobrar USD 0.99 pelo aplicativo. O aplicativo fez tanto sucesso, até certo ponto inesperado, que a infra-estrutura que o Felipe havia preparado, logo sucumbiu. Rapidamente, ele foi atrás de uma infra melhor, que também foi insuficiente. Numa terceira tentativa, ele conseguiu deixar o serviço estável. Porém, poucas horas depois, a Vivo simplesmente “fechou as portas” para o aplicativo, impedindo que os servidores do Felipe consultassem as informações em seus servidores. Ao ser informado disso, rapidamente ele tirou o aplicativo da App Store, impedindo assim, que novos usuários comprassem o aplicativo e ficassem impedidos de usarem.

     O que me causou muito espanto e até certo ponto, indignação, não foi nem a atitude ridícula da Vivo, que além de não fazer um aplicativo do gênero, ainda impediu quem o fez, facilitando (e muito), a vida de seus próprios clientes, tendo em vista, o tamanho do sucesso que ele fez na App Store. Em todos os momentos, o Felipe sempre agiu de maneira honrada, visando não o seu bem, mas o coletivo, compartilhando uma idéia, administrando-a e fazendo-a tornar realidade. Ele agiu no mais puro espírito geek. Contudo, não demorou muito pra surgirem comentários maldosos, de que ele foi aproveitador e dae pra baixo. Eu, que estava ciente dos planos do Felipe desde o início, fiquei muito fulo da vida e corri para esclarecer o que realmente tinha acontecido, de quem era a culpa e tudo o mais. Infelizmente, mesmo expondo todos os fatos, alguns ainda insistiram nas opiniões equivocadas.

     Como sei que tem muitas pessoas leigas, vou exemplicar de uma forma “não tecnológica”. Imagine que você quisesse comprar um iPhone 4 e não estivesse encontrando em lugar algum, como aconteceu recentemente com a chegada do aparelho ao Brasil. Ae, o Felipe descobriu uma forma de localizar as lojas que tinham o iPhone a disposição. Ao invés dele ir lá, comprar o aparelho a X e revender a X+Y (que sinceramente, é o que eu faria), ele resolveu divulgar isso gratuitamente e ofereceu pra galera rachar a corrida do taxi, uma vez que ele também iria pra lá. Chegando lá, a operadora, que tinha os aparelhos, sem qualquer motivo claro, resolveu não vender o aparelho pra eles. A culpa é do Felipe, que só rachou o taxi com a galera, sem ter nenhum lucro com isso ou foi da Vivo, que tinha o aparelho (no caso, o serviço de consulta) e resolveu não entregá-lo?

     Só pra vocês terem uma idéia, se a Vivo fosse contratar uma empresa especializada em desenvolvimento para iPhone, pra fazer esse projeto, iria gastar, bem por baixo, uns R$ 50.000,00 iniciais e mais uma mensalidade de uns R$ 2.000,00, por pelo menos 12 meses. Agora vejamos, a Vivo não pagou nada ao Felipe. NADA! Pelo contrário, ele fez um aplicativo pra resolver o problema que ele tinha, quis compartilhar com a galera, sem intenção de lucro, divulgou o código pra quem quisesse ver e o que a operadora fez? Foi lá e bloqueou, sem dar qualquer motivo ou entrar em contato, prejudicando não só o Felipe, mas em especialmente a todos os clientes que fizeram do aplicativo um sucesso.

     Nos Estados Unidos, até mesmo a AT&T, que todos aqui conhecemos pela péssima reputação, tem um aplicativo oficial, onde o usuário pode controlar seus gastos e também contratar pacotes, diretamente no iPad. Aqui, a Vivo, além de não ter nada semelhante, não tem sequer o recurso de VisualVoicemail, presente no iPhone desde 2007!

     Me revolta ser tratado como idiota e pagar quase R$ 2.000,00 num aparelho que, lá fora, sem vínculo com a operadora (subsídio), custa quase a metade disso. Me revolta pagar as tarifas de telecomunicações mais caras do mundo e ter um serviço de merda. Me revolta saber que a operadora não faz nada pra facilitar a vida do usuário e ainda atrapalha quem tenta. E me revolta mais ainda, pessoas mesquinhas e sem a noção, acusarem injustamente quem quer fazer algo bom, de na verdade só queria tirar proveito de uma situação.

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Categoria(s): Apple
jan 08

     Hoje eu estava fazendo uma pesquisa atrás de planos pré-pagos de operadoras e me deparei com uma informação difícil de achar, pois parece que as operadoras escondem isso ao máximo em seus sites: quanto tempo dura cada recarga de celular?

     Meu interesse nessa pesquisa não era saber quem tem as melhores tarifas pra determinada ligação, quem tem a melhor cobertura ou nada disso. Minha intenção era única e exclusivamente saber quanto custa manter uma linha pré-paga ativa em cada uma das grandes operadoras nacionais, ao longo de 1 ano. O resultado, você vê abaixo:

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Categoria(s): Dicas
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