mai 11

Apoio os direitos autorais, mas e o bom senso?

6 Comentarios »Postado por GordoGeek em 11/05/2011 às 13:38h

     Já tem um tempinho que quero escrever um texto sobre direitos autorais e algumas idaias que estão na minha mente. Acredito que muitos vão se identificar com elas, exceto, é claro, os poderosos das indústrias da música, cinema, etc. Vamos a elas…

     Ano passado, depois de ficar um bom tempo sem ter TV paga, resolvi voltar a assinar. Fiz uma ampla pesquisa, comparando as empresas que atendem a minha cidade (Sky, Telefonica e Embratel), vendo quais pacotes tinham os canais que eu queria, quantos pontos adicionais eu poderia ter, etc. Acabei optando pela Telefonica, não por ser a melhor em qualidade de imagem (está longe disso), mas por ela ter um pacote com os canais que eu mais vejo, com o menor custo e me permitir até 4 pontos adicionais, por R$ 20,00 cada.

     Eu acho um absurdo ter que pagar ponto adicional, mas depois de anos de briga na Anatel, a agência entendeu que a cobrança era legal, pelo menos, na forma de comodato do equipamento. O estranho é que, se eu tenho um equipamento compatível, mesmo assim, não posso usá-lo. Tenho que alugá-lo da operadora. Ou seja, maquiaram a cobrança do ponto adicional. Depois de meses pagando pelo ponto principal e 4 adicionais, constatei o óbvio: eu não vejo TV. Mandei desativar 3 pontos, ficando apenas com 2 (um no térreo e outro no 1. andar). Eu não fiz as contas, mas calculo que, se os aparelhos da Telefonica ficam ligado mais de 15 horas por mês, é muito.

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mar 29

PC Game Supply: comprando gift card diversos

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 29/03/2011 às 16:38h

     Como boa parte dos usuários do iPod/ iPhone/ iPad devem saber, a disponibilidade de conteúdo em nossa App Store é bem menor que na Store americana. Alguns acabam criando conta na Store argentina, que aceita cartões de crédito brasileiros, mas mesmo lá, a oferta é limitada. Além da maior variedade de aplicativos, a loja americana ainda conta com músicas, filmes e seriados. Infelizmente, não temos isso porque e a previsão da Apple pra termos é …. (só Deus sabe).

     Qual a alternativa então pra quem quiser comprar coisas na App Store e iTunes Store americana? Recentemente falei aqui de uma alternativa pra ter cartão de débito americano. Esse cartão funciona tanto na loja da Apple, como várias outras, como da Microsoft, Netflix, Hulu, etc. O problema são os custos envolvidos. As taxas são altas e acabam encarecendo o processo.

     O jeito mais viável pra abastecer o saldo da conta americana é apelar para os gift card. Se você tem um amigo que mora (ou viaja) lá pra fora, pode pedir esse favor. Porém, ficar a todo instante amolando os outros é bem desagradável (isso quando há opção, pois muitos não tem esses contatos). Sendo assim, é possível comprar iTunes Gift Card no eBay, Mercado Livre e em outros sites. Todavia, a enorme maioria deles cobra um ágio, ou seja, o cartão de USD 15 vai te sair na verdade por USD 25 ou algo assim. Pouco vantajoso, né?

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Categoria(s): Notícias
mar 29

Wondershare: retirando DRM das músicas e vídeos

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 29/03/2011 às 14:56h

     Depois de testar quase duas dezenas de aplicativos para remover o DRM das músicas wma baixadas no Zune, afim de poder ouví-las no meu iPhone, finalmente encontrei um que realmente funciona: Wondershare Media Converter.

     Além de remover DRM das músicas da Microsoft, o software também remove o DRM das músicas da iTunes Store e também trabalha com vídeos. Infelizmente, ele é mais lento do que eu gostaria, pois ele não altera o arquivo original, apagando o DRM e sim, lê o arquivo todo e converte para um formato sem DRM. Uma música de 4 minutos costuma demorar cerca de 35 segundos. Ao menos toda informação de tags da música é recriada no novo arquivo, ou seja, basta você jogar pro iTunes e o arquivo estará identificado corretamente, com nome da música, álbum, cantor, etc.

     O software infelizmente só tem versões pra Windows. Dos vários que testei, tinham alguns pra Mac, mas nenhum funcionou adequadamente. Caso queira testar, você pode baixar no site do fabricante. A versão completa custa USD 39.95, mas se você é daqueles que vive no lado negro da força, pode encontrá-lo facilmente em sites de torrent, como o The Pirate Bay. Mas não faça isso, ok? Já que você comprou a música, pagou o direito autoral, vai piratear o software pra que?

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Categoria(s): Dicas
mar 28

Demonstração em vídeo do MOG

2 Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/03/2011 às 15:40h

     No post anterior eu comentei a respeito do MOG, um serviço de música com streaming, mas que também permite baixar as músicas no iPhone ou Android, ao custo de USD 10 mensais.

     Apesar de achar a interface dele um pouco confusa num primeiro momento, acabei me acostumando. A facilidade em baixar uma música ou um album é muito grande, podendo-se procurar de diversas formas, como demonstro no vídeo acima.

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mar 22

Zune Marketplace: quando a Microsoft bate um bolão

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 22/03/2011 às 15:39h

     Dizer que a Microsoft não conseguiu vencer a Apple com o Zune é chover no molhado. As promessas foram muitas, chegou até a despertar a curiosidade de alguns geeks (um maluco até fez uma tatuagem), mas o produto nunca decolou. Isso quer dizer que o produto é uma porcaria completa? Acredito que não e é sobre isso que falarei aqui.

     Todo geek de carteirinha sonha em por as mãos em vários gadgets, mesmo aqueles que não compraria, apenas pra testar e ver qualé a dele. Quem ae não gostaria de testar o Motorola Xoom ou um GalaxyTab, mesmo sendo fã da Apple e adorando seu iPad? Isso é muito divertido e saudável, pois nos mostra pontos fracos e fortes dos produtos. Eu pelo menos vejo dessa forma. Defender bandeira dessa ou daquela empresa, fechando os olhos para o que os concorrentes fazem, nunca foi o meu forte.

     Desde que o Zune foi lançado eu queria por as mãos nele. Em algumas viagens ao exterior eu cheguei a brincar com alguns na Bestbuy, mas testes de 5 minutos nunca nos dão a impressão real sobre o produto e podem nos levar a cometer severos erros de avaliação.

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Categoria(s): Notícias
mar 21

Como fazer pra ter cartão americano?

10 Comentarios »Postado por GordoGeek em 21/03/2011 às 21:10h

     Hoje eu vou bancar o Mister M e contar o que muita gente quer saber: como fazer pra ter um cartão americano, abrindo as portas do paraíso para contas na XBox Live, iTunes Store, Hulu Plus, Zune Marketplace e todos os outros sites que exigem um cartão emitido por banco americano e com endereço de fatura americano.

     Não sei se todos sabem, mas não basta apenas ter um cartão de crédito internacional para comprar em alguns sites. Devido a acordos comerciais, especialmente de licenciamento de conteúdo, muita coisa fica restrito ao mercado americano. Assim, é fundamental ter um cartão “gringo” pra ter acesso a esses serviços, muitas vezes, a farra dos geeks.

     Sei que esse post pode afetar a vida de muita gente, especialmente daqueles que comercializam gift cards e promocodes. Infelizmente galera, vou fazer igual ao mascarado do Fantástico e revelar o segredo. Acredito que, boa parte da galera, devido aos custos envolvidos, talvez nem se interesse. Mas quem gasta muito e/ ou faz questão de ter acesso a esse conteúdo restrito, vai acabar aceitando os custos.

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Categoria(s): Apple, Dicas
mar 08

Quanto custa ter acesso a conteúdo legalizado?

1 Comentario »Postado por GordoGeek em 08/03/2011 às 22:25h

     Ando falando muito por aqui sobre acesso a conteúdo, em especial, as formas de burlar os bloqueios regionais, presentes na maioria dos serviços gringos. Andei fazendo as contas de quanto ficaria pra ter acesso a conteúdos bacanas pra lazer e resolvi centralizar isso num post, de forma a facilitar a consulta das inúmeras pessoas que me perguntam a respeito.

     Aqui no Brasil, temos o Terra Video Store, que comentei por aqui. O acervo ainda é bem limitado e em poucos dias, dá pra ver tudo que é interessante. Dá pra alugar filmes, seriados e show individuais (de R$ 4,90 a R$ 6,90) ou assinar um pacote de R$ 19,90 e ter acesso ilimitado ao conteúdo.

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mar 04

O XBox não é só um console de vídeo-game

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 04/03/2011 às 22:06h

     Acredito que boa parte dos geeks saiba disso, mas os mais leigos devem pensar que o XBox é apenas um console de vídeo-game, quando na verdade, ele é uma central de entretenimento, podendo rodar filmes, seriados, músicas, etc., consumindo mídia tanto local (da sua biblioteca no PC ou Mac), como acessando conteúdo na internet.

     Andei fuçando nas opções do XBox e baixei os aplicativos do Netflix e do Zune Marketplace. Eu costumo ver o conteúdo da Netflix no Apple TV e gosto bastante da qualidade. No XBox eu achei o aplicativo bem interessante e funciona super bem, a começar pela configuração. No Apple TV é necessário informar login e senha. No XBox, ele gera um código pra ser colocado na sua conta da Netflix pelo browser. Feito isso, o console já detecta a liberação e está pronto pra acessar o conteúdo.

     Já o Zune Marketplace, oferece músicas, clipes, seriados e filmes. Andei dando uma olhada nos seriados e filmes, pra comparar com a iTunes Store. Os seriados em resolução padrão (480p) custam USD 2 e os em fullHD (1080p) são USD 3 (o mesmo valor da iTS). Já os filmes, custam USD 4 em resolução standarde USD 6 em fullHD. Na iTS a resolução é de 720p e custa USD 5. No quesito música, uma coisa que a Microsoft chuva a bunda da Apple é o acesso ilimitado (Zune Pass) por USD 15 mensais (ou USD 150 por ano).

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set 24

A Microsoft volta aos holofotes?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 24/09/2009 às 07:47h

     Acredito que, assim como a maioria dos leitores do blog, não morro de amores pela Microsoft. Porém, não podemos fechar os olhos para as notícias que vem aparecendo sobre a gigante de Redmond na mídia. Estaria a Microsoft “acertando o prumo” e querendo voltar a brilhar?

     Há alguns meses vimos o que talvez foi o primeiro esboço da reação da companhia fundada por Bill Gates e Paul Allen, mas agora dirigida pelo excêntrico Steve Ballmer: o Project Natal. A Microsoft simplesmente arrancou vários suspiros e com certeza dominou as matérias ao apresentar ao mundo seu, ainda protótipo, mas bem empolgante, dispositivo que, trabalhando de forma conjunta ao X-Box, deixa a interação do Wii comendo poeira.

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set 17

iPod Killers: “Mamãe, quero ser sexy!”

8 Comentarios »Postado por GordoGeek em 17/09/2009 às 08:54h

     Apesar de ser um consumidor Apple relativamente “novato” (pois a empresa tem mais de 30 anos e sou “cliente” dela só de 2 anos pra cá, quando comprei meu primeiro iPhone), sou um profundo admirador de seus produtos. Não diria que sou um “Apple fanboy”, pois geralmente esse tipo de pessoa não consegue enxergar os pontos ruins da empresa, seus produtos e serviços e ao mesmo tempo que gosto de tudo isso, estou sempre criticando, apontando falhas, problemas e fazendo coro com outros usuários por melhorias (como a péssima duração de bateria do iPhone, sua incapacidade de rodar Java e Flash no navegador e por ae vai).

     Todos sabemos que a empresa passou por maus bocados e apenas recentemente reencontrou sua missão, conseguindo um lugar ao sol. Um dos produtos responsáveis por todo esse sucesso, sem dúvida, é o iPod, talvez o produto mais conhecido da empresa para o público “menos tecnológico”. Conforme divulgado no último keynote da Apple, no evento “It’s only Rock and Roll but we like it” (realizado dia 09 desse mês em São Francisco/ CA), os produtos “encaixados” na categoria de iPod já venderam mais de 220 milhões de unidades desde que foram lançados, em 2002. Desse total, 50 milhões rodam o sistema operacional “iPhone OS” e estão aptos a ter acesso aos mais de 75.000 aplicativos encontrados na “App Store”.

     A Apple não foi a pioneira no mercado de MP3 Player, mas atualmente detém mais de 75% de participação de mercado nos Estados Unidos, o que é um número espetacular, principalmente levando-se em conta a variedade de bons produtos (e outros nem tão bons assim, como as cópias Xing-Ling da China). Mas o iPod é o melhor produto ou boa parte disso é o apelo das marcas Apple e iPod? É isso o que veremos agora, com a apresentação da “nova geração” de “iPod Killers”, uma expressão cunhada para designar todos os produtos desafiantes da Apple no mercado de tocadores portáteis de mídia (PMP, do inglês “Portable Multimedia Player”).

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