mar 21
Postado por GordoGeek em 21/03/2011 às 21:10h
Hoje eu vou bancar o Mister M e contar o que muita gente quer saber: como fazer pra ter um cartão americano, abrindo as portas do paraíso para contas na XBox Live, iTunes Store, Hulu Plus, Zune Marketplace e todos os outros sites que exigem um cartão emitido por banco americano e com endereço de fatura americano.
Não sei se todos sabem, mas não basta apenas ter um cartão de crédito internacional para comprar em alguns sites. Devido a acordos comerciais, especialmente de licenciamento de conteúdo, muita coisa fica restrito ao mercado americano. Assim, é fundamental ter um cartão “gringo” pra ter acesso a esses serviços, muitas vezes, a farra dos geeks.
Sei que esse post pode afetar a vida de muita gente, especialmente daqueles que comercializam gift cards e promocodes. Infelizmente galera, vou fazer igual ao mascarado do Fantástico e revelar o segredo. Acredito que, boa parte da galera, devido aos custos envolvidos, talvez nem se interesse. Mas quem gasta muito e/ ou faz questão de ter acesso a esse conteúdo restrito, vai acabar aceitando os custos.
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mar 08
Postado por GordoGeek em 08/03/2011 às 22:25h
Ando falando muito por aqui sobre acesso a conteúdo, em especial, as formas de burlar os bloqueios regionais, presentes na maioria dos serviços gringos. Andei fazendo as contas de quanto ficaria pra ter acesso a conteúdos bacanas pra lazer e resolvi centralizar isso num post, de forma a facilitar a consulta das inúmeras pessoas que me perguntam a respeito.
Aqui no Brasil, temos o Terra Video Store, que comentei por aqui. O acervo ainda é bem limitado e em poucos dias, dá pra ver tudo que é interessante. Dá pra alugar filmes, seriados e show individuais (de R$ 4,90 a R$ 6,90) ou assinar um pacote de R$ 19,90 e ter acesso ilimitado ao conteúdo.
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mar 04
Postado por GordoGeek em 04/03/2011 às 22:06h
Acredito que boa parte dos geeks saiba disso, mas os mais leigos devem pensar que o XBox é apenas um console de vídeo-game, quando na verdade, ele é uma central de entretenimento, podendo rodar filmes, seriados, músicas, etc., consumindo mídia tanto local (da sua biblioteca no PC ou Mac), como acessando conteúdo na internet.
Andei fuçando nas opções do XBox e baixei os aplicativos do Netflix e do Zune Marketplace. Eu costumo ver o conteúdo da Netflix no Apple TV e gosto bastante da qualidade. No XBox eu achei o aplicativo bem interessante e funciona super bem, a começar pela configuração. No Apple TV é necessário informar login e senha. No XBox, ele gera um código pra ser colocado na sua conta da Netflix pelo browser. Feito isso, o console já detecta a liberação e está pronto pra acessar o conteúdo.
Já o Zune Marketplace, oferece músicas, clipes, seriados e filmes. Andei dando uma olhada nos seriados e filmes, pra comparar com a iTunes Store. Os seriados em resolução padrão (480p) custam USD 2 e os em fullHD (1080p) são USD 3 (o mesmo valor da iTS). Já os filmes, custam USD 4 em resolução standarde USD 6 em fullHD. Na iTS a resolução é de 720p e custa USD 5. No quesito música, uma coisa que a Microsoft chuva a bunda da Apple é o acesso ilimitado (Zune Pass) por USD 15 mensais (ou USD 150 por ano).
TAG(s): its • itunes • marketplace • xbox • Zune
Categoria(s): Dicas
set 24
Postado por GordoGeek em 24/09/2009 às 07:47h
Acredito que, assim como a maioria dos leitores do blog, não morro de amores pela Microsoft. Porém, não podemos fechar os olhos para as notícias que vem aparecendo sobre a gigante de Redmond na mídia. Estaria a Microsoft “acertando o prumo” e querendo voltar a brilhar?
Há alguns meses vimos o que talvez foi o primeiro esboço da reação da companhia fundada por Bill Gates e Paul Allen, mas agora dirigida pelo excêntrico Steve Ballmer: o Project Natal. A Microsoft simplesmente arrancou vários suspiros e com certeza dominou as matérias ao apresentar ao mundo seu, ainda protótipo, mas bem empolgante, dispositivo que, trabalhando de forma conjunta ao X-Box, deixa a interação do Wii comendo poeira.
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set 17
Postado por GordoGeek em 17/09/2009 às 08:54h
Apesar de ser um consumidor Apple relativamente “novato” (pois a empresa tem mais de 30 anos e sou “cliente” dela só de 2 anos pra cá, quando comprei meu primeiro iPhone), sou um profundo admirador de seus produtos. Não diria que sou um “Apple fanboy”, pois geralmente esse tipo de pessoa não consegue enxergar os pontos ruins da empresa, seus produtos e serviços e ao mesmo tempo que gosto de tudo isso, estou sempre criticando, apontando falhas, problemas e fazendo coro com outros usuários por melhorias (como a péssima duração de bateria do iPhone, sua incapacidade de rodar Java e Flash no navegador e por ae vai).
Todos sabemos que a empresa passou por maus bocados e apenas recentemente reencontrou sua missão, conseguindo um lugar ao sol. Um dos produtos responsáveis por todo esse sucesso, sem dúvida, é o iPod, talvez o produto mais conhecido da empresa para o público “menos tecnológico”. Conforme divulgado no último keynote da Apple, no evento “It’s only Rock and Roll but we like it” (realizado dia 09 desse mês em São Francisco/ CA), os produtos “encaixados” na categoria de iPod já venderam mais de 220 milhões de unidades desde que foram lançados, em 2002. Desse total, 50 milhões rodam o sistema operacional “iPhone OS” e estão aptos a ter acesso aos mais de 75.000 aplicativos encontrados na “App Store”.
A Apple não foi a pioneira no mercado de MP3 Player, mas atualmente detém mais de 75% de participação de mercado nos Estados Unidos, o que é um número espetacular, principalmente levando-se em conta a variedade de bons produtos (e outros nem tão bons assim, como as cópias Xing-Ling da China). Mas o iPod é o melhor produto ou boa parte disso é o apelo das marcas Apple e iPod? É isso o que veremos agora, com a apresentação da “nova geração” de “iPod Killers”, uma expressão cunhada para designar todos os produtos desafiantes da Apple no mercado de tocadores portáteis de mídia (PMP, do inglês “Portable Multimedia Player”).
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