abr 13

Como recuperar uma conta de WhatsApp hackeada

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/04/2021 às 15:03h

     Infelizmente a perda da conta de WhatsApp para hackers tem sido uma coisa cada vez mais frequente. Muitas vezes se utilizando apenas de técnicas de “engenharia social” (a famosa “lábia”), os elementos conseguem fazer com que a vítima forneça o código de segurança enviado pelo WhatsApp e assim, se apoderam da conta da pessoa.

     Recentemente um familiar foi vítima desse tipo de golpe e, em pouco tempo, os malfeitores começaram a mandar mensagens pedindo dinheiro, como se fosse a dona da conta. Rapidamente fui pesquisar sobre o assunto e vi que basta enviar uma mensagem para [email protected] com o assunto “Clonaram meu WhatsApp/ perdido/roubado/ desativem minha conta [55] XX XXXX XXXX” que em questão de minutos o sistema da empresa desloga o mensageiro do celular dos hackers, permitindo que o dono retome a posse do mesmo.

     Infelizmente, muitas vezes o dono da conta não consegue retomar a conta de imediato, pois ao tentar se autenticar novamente no WhatsApp, aparece uma mensagem dizendo que o código de verificação já foi enviado várias vezes e ele deve esperar X horas ou minutos. Caso isso aconteça, a única maneira é realmente aguardar, mas só de saber que os elementos já não estão mais de posse da conta, dá um certo alívio diante da situação.

     Talvez algumas pessoas devem estar se perguntando: “mas basta enviar um email pro suporte e eles automaticamente deslogam a conta, sem qualquer validação prévia?”. Sim. Apesar de isso poder causar um certo dissabor, uma vez que qualquer um pode usar de tal técnica pra deslogar seu WhatsApp sem o seu consentimento, foi a maneira mais rápida que a empresa criou para que uma conta hackeada seja temporariamente desativada e os possíveis golpes não se alastrem, o que daria ainda mais dor de cabeça.

     Por fim, fica a recomendação de sempre usar uma senha de dupla autenticação, pois mesmo que o atacante consiga o código enviado por SMS ou ligação, sem a senha que vem logo em seguida, ele não consegue tomar posse da conta.

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abr 13

Como migrar para e-sim de maneira fácil na Vivo

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/04/2021 às 14:28h

     No mês passado a Vivo adotou um novo procedimento durante a pandemia, liberando seus atendentes a oferecer o suporte via WhatsApp. O usuário coloca sua cidade no site da Vivo e descobre com qual número deve solicitar o atendimento. Contudo, muitas lojas pelo Brasil fazem jogo duro para prover o atendimento, seja por falta de treinamento adequado, falta de recursos, etc. Contudo, tem uma loja da Vivo em São Paulo que resolve praticamente qualquer problema pra você.

     Depois de várias tentativas de conseguir migrar meu chip pré do Vivo Easy para o e-sim, me deram a dica que na loja da Vivo que atende pelo número (11) 97175-9023 eles fariam sem problema. Tentei e realmente me surpreendi. Eles pediram meus dados e deram início ao atendimento mesmo o meu chip sendo DDD 16.

     No caso do e-sim, o atendente vai lhe instruir a passar o número do IMEI do aparelho onde o e-sim ficará vinculado. Depois de alguns procedimentos, vai lhe enviar um link onde ocorre uma verificação de biometria e documentos. É tudo online e feito na hora. Em poucos minutos o sistema da Vivo valida sua identidade e autoriza o atendente a continuar o atendimento.

     Em tempo: um problema que eu tive e vi mais gente comentando é que após a migração para o e-sim, o aparelho fica com sinal apenas em 3G. Nesse caso, você terá que solicitar novamente ao atendimento via WhatsApp que eles façam uma “sincronização da linha”. O procedimento pode levar até 2 horas e depois disso o sinal 4G normaliza.

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jan 28

O e-sim no Brasil é o retorno do celular CDMA?

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 28/01/2020 às 17:12h

     Ano passado eu aproveitei uma viagem até a capital de São Paulo pra ir até uma loja própria da Claro e fazer a migração do meu chip físico para o e-sim. Dessa forma, fiquei com duas linhas em meu iPhone XR, sendo uma da Claro (via e-sim) e outra da Vivo (pelo chip convencional).

     Recentemente eu troquei meu aparelho por um iPhone 11 e, ao tentar usar o mesmo QR code do cartão da Claro, houve falha na ativação. Tentei fazer o mesmo no iPhone XR, pra não ficar sem a linha e também não ativava. Ou seja, diferente do que o funcionário havia me falado, o código é descartável e não pode ser reutilizável.

     Ao ligar pra Claro pra tentar resolver a situação, cada hora me falavam uma coisa diferente. Assim, achei melhor ir até a loja deles na cidade e falar pessoalmente. Infelizmente, pro meu desgosto, me falaram que esse tipo de situação só poderia ser resolvido numa loja própria e por aqui (bem como na região) temos apenas autorizadas/ credenciadas.

     Depois de mil ligações pra Claro, interações via redes sociais, reclamação na Anatel, Consumidor.gov.br, etc. acabei desistindo do e-sim e indo até a loja na cidade pra comprar um chip convencional e resgatar a minha linha, pois não poderia ficar mais dias sem ela, uma vez que boa parte das autenticações via SMS chegam nela. Pra minha surpresa, me disseram que, por estar no plano Claro Flex, não teriam com me ajudar. Novamente, me indicaram a ir numa loja própria.

     Novamente em contato com a Claro, me falaram pra voltar na loja e comprar um “chip virgem”. Foi o que eu fiz e, novamente, me disseram que eles não vendem isso. Que eu teria que ir numa loja própria. A essa altura você já sabe pra que serve uma loja credenciada, né? Pra te mandar ir numa loja própria.

     Quando eu já tava quase jogando a toalha, lembrei que tem um chat dentro do app do Claro Flex e tentei pedir ajuda por ali. Fui instruído a comprar um chip pré convencional, desses que vendem em banca mesmo. Pensei que não deveria ativá-lo, pois uma vez que ele pegasse um número, seria impossível resgatar o meu. Mas segundo a atendente do chat, deveria ativar e só depois solicitar a mudança no chat. E, pela primeira vez, uma atendente sabia o que dizia e tudo funcionou. Finalmente tinha minha linha de volta.

     Muitas operadoras gringas fizeram a implementação do e-sim de maneira muito suave. Algumas até integradas ao próprio iOS. Outras, bastando baixar o app da operadora, fazer o cadastro, pagar e pronto. Infelizmente, no Brasil, talvez pela enorme quantidade de golpes (como o sim swap), as operadoras operaram por deixar tudo extremamente burocrático. E pior: não deram o treinamento adequado aos funcionários, então muitos não sabem do que estão falando, como o que me disse que eu poderia ativar novamente pelo QR code ou os que me mandaram comprar “chip virgem”, etc.

     Muitos leitores me passaram relatos que quase todas as operadoras não vendem e-sim em planos pré, como o Tim Beta, Vivo Easy e afins. Eles dificultam ao máximo. E, quando se reclama via Anatel e outros, acabam sendo orientados a ir numa loja própria e ae se resolve. O problema é que nem todo mundo mora num grande centro onde tem uma loja própria. Alguns até se dispõe a se deslocar pra outras cidades pra resolver o problema e, chegando lá, se deparam com a falta do produto em estoque. Ou seja, o que era pra ser um mero código pra por no iPhone, gerado pelo sistema da operadora, acabou virando um cartão físico que depende de estoque. Não faz o menor sentido!

     Apesar da tentação de ter dois planos no iPhone ser grande, depois de passar por todos esses perrengues, confesso que perdi o desejo e vou deixar pra lá, especialmente porque já ando com um outro aparelho Android mesmo. As operadoras brasileiras conseguiram implementar o e-sim de forma tão horrível que acabaram por transformar uma tecnologia nova em coisa comparável aos primórdios da telefonia com telefones CDMA.

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jan 28

     Diariamente me perguntam no Twitter como funciona o Claro Flex e se realmente vale a pena. Então, bora lá escrever um post pra indicar quando alguém me perguntar.

     Como a TIM tem o TIM Beta/ Beta Lab e a VIVO tem o VIVO Easy, que são planos pouco divulgados e focados mais na galera jovem da internet (praticamente nenhum atendente nas lojas de operadoras vai te sugerir esses planos), a Claro lançou no final de 2019 o Claro Flex pra concorrer nesse segmento.

     Eu fiz a adesão nas primeiras semanas e desde então venho utilizando o plano. Primeiro, optei pelo Claro Flex 10GB por R$ 49,99 e, ao ver que não tava usando nem 50% da franquia, acabei alterando pra 8GB por R$ 39,99. Aliás, essas são as 2 modalidades do plano. Não existe um outro com franquia maior. Mas acredito que para a maioria das pessoas, seja suficiente, uma vez que alguns apps, como WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram, Waze e Cabify não descontam da franquia. Além disso, tem minutos ilimitados pra qualquer operadora no Brasil todo.

     Para fazer a adesão ao plano é necessário estar no plano pré da Claro. Caso seja cliente de outra operadora e queira manter o número, terá que fazer a portabilidade. Caso seja cliente da própria Claro no pós ou controle, precisa cancelar o plano e voltar pro pré. Caso queira comprar um chip novo (com novo número) e começar do zero, basta ir numa banca, comprar o chip, ativá-lo no pré e depois fazer a adesão via app (Android ou iOS).

     Uma dúvida bastante recorrente é sobre o saldo que se tem no pré. Vai perder? Se você for cliente da Claro, não. O saldo vai pro app do Flex e as mensalidades serão abatidas deles até terminar. Uma vez acabado, cobrará no cartão de crédito cadastrado. Se for cliente de outra operadora e tiver que fazer portabilidade, ae perde.

     Boa parte da minha família tinha plano pós da Vivo, pagando cerca de R$ 120/ mês pra ter benefícios similares ao oferecidos pelo Claro Flex. A primeira a migrar foi minha irmã. Fui a loja da Claro com ela, onde ela pediu a portabilidade e já agendaram um dia para a migração. Ou seja, você não precisa ligar pra Vivo. No dia e hora combinado, o seu chip da Vivo vai parar de funcionar e sua linha será migrada para o novo chip que você pegará na loja da Claro quando for fazer a adesão.

     Uma vez que funcionou tranquilo a migração da minha irmã, outros membros da família acabaram migrando e hoje praticamente todo mundo está no Claro Flex. Então, pro nosso perfil de uso, acabou valendo bastante a pena. Mas será que é o plano ideal pra você? Bom, ae resta a você decidir, olhando os benefícios e o seu perfil de uso. Caso use muito pouco, talvez o Vivo Easy seja melhor. Se usa muito mais e precisa de 20GB, talvez o Tim Beta seja melhor.

     Ainda dentro da própria operadora Claro, eles tem o Prezão com 2GB (1GB do plano + 1GB de bônus na renovação) por R$ 9,99 por semana, o que dá o mesmo valor do Claro Flex 8GB por mês, mas no final de 4 semanas somam 12GB. Porém, a franquia é renovada toda semana e não acumula. Logo, se você tem um uso bem distribuído ao longo do mês, talvez seja mais interessante até que o Flex.

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out 16

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jul 23

Vivo Easy vale a pena pra quem quer gastar pouco

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 23/07/2018 às 16:48h

     Recentemente a Vivo deu uma reformulada no plano Vivo Easy e acabou agradando uns e desagradando outros. Explico: pra quem usa como plano principal, ficou mais caro e menos vantajoso. Mas pra quem usa pouco, como uma linha de backup, ficou muito barato e interessante.

     Diferente do que ocorre com todos os outros planos, seja da Vivo, seja de outras operadoras, o Easy não depende de recargas periódicas para continuar funcionando e mantendo a linha ativa. Eu achei isso bem estranho, pois acaba com a receita recorrente da operadora, que tem custos pra manter uma linha ativa, seja de infraestrutura, seja administrativo, seja junto a Anatel. Porém, a empresa me confirmou que, desde que haja um pacote ativo, a linha não será bloqueada. Tenho os prints ;)

     O plano Vivo Easy é todo controlado por um app de mesmo nome. Para se cadastrar, use o convite G0RD0G33K e você receberá 1.000 diárias de WhatsApp grátis. As diárias descontam apenas no dia que usar. Senão usar, elas ficam lá no seu saldo de diárias. Assim, você pode comprar um chip novo na banca por R$ 10,00, colocar esse código, ativar o plano e ficar quase 3 anos (1.000 diárias dá uns 2 anos e 8 meses) usando de graça, sem ter de fazer recargas periódicas. Em resumo: pra quem só usa WhatsApp e quer ter uma linha extra, um baita negócio. Uma evolução do “pai de santo”, aquele celular que só recebe. Esse, além de receber e ter WhatsApp ilimitado, não tem custo mensal com recargas.

     Antigamente o plano Vivo Easy oferecia por algo em torno de R$ 55 um pacote com 4GB de internet e ligações ilimitadas pra todo Vivo no Brasil. Agora, como cada diária de telefonia (que inclui ligações para qualquer operadora no Brasil e SMS ilimitados) custa R$ 0,99, se usar todos os dias do mês, gastará R$ 30 só de telefonia. Caso contrate mais 4GB, o plano beira os R$ 100 mensais. Por isso que lá no começo eu disse: pra quem usa pouco, vale a pena. Mas pra quem usa muito, não.

     Uma coisa muito interesse nesse plano da Vivo é que você pode contratar as diárias ou pacotes de diárias por aplicativos e usar de forma ilimitado, inclusive vídeos do YouTube e Netflix. Se for por diária, sai R$ 2,99 cada, mas se for no combo (30 diárias por R$ 29,90), a diária custará menos de R$ 1. Então se todo final de semana você viaja de ônibus e quer ir curtindo YouTube a vontade durante toda a viagem, gastará só R$ 1. Isso vale também para acalmar as crianças naquelas viagens mais longas pra visitar os avôs.

     Existem pacotes mais em conta também, como para Facebook (R$ 1,49 por diária ou R$ 14,90 o pacote com 30), Twitter (R$ 0,49/ dia ou R$ 4,90/ pacote), Spotify (R$ 1,99/ dia ou R$ 19,90/ pacote), mobilidade com Waze, Easy Taxi e Cabify (R$ 0,49/ dia ou R$ 4,90/ pacote). Como ficou bem nítido, é muito flexível poder contratar por diária só quando for usar, cobrando diretamente no cartão de crédito, mas se optar pelo combo, terá um belo desconto. E, como os pacotes não expiram, é interessante comprar os pacotes e deixar de backup.

     Caso você tenha um pacote específico contratado (como YouTube), a primeira vez que você abrir o aplicativo ou acessar algum link do serviço, já será descontado da diária, ao invés do tráfego de dados comum. Falando nisso, o custo pra 1GB é de R$ 19,99 e vai caindo conforme o volume aumenta, como R$ 34,99 para 2GB, R$ 47,99 para 3GB, R$ 59,99 para 4GB, etc.

     Uma coisa que notei é que como o plano é novo, a Vivo ainda está fazendo ajustes nele. Logo que lançaram, a diária do YouTube era R$ 1,99 (contra R$ 2,99 de hoje) e do Netflix era R$ 4,99 (contra R$ 2,99 de hoje). Acredito que, conforme os cliente vão usando, isso gera mais informação pra empresa e eles vão fazendo ajustes em sua estratégia de preços. Contudo, uma vez contratado o pacote, ele não sofrerá reajuste até que você gasta tudo que já comprou e precise comprar mais.

     Recentemente um amigo foi atualizar o GPS dele e acabou danificando o software. Em conversa com ele, dei a ideia de pegar um celular mais antigo que ele tinha guardado na gaveta e usar pra essa função, através do Waze. Com esse pacote de mobilidade do Vivo Easy, sai apenas R$ 4,90 se ele usar todos os dias do mês, o que dá R$ 0,1633 por dia de uso. Além disso, pode deixar o telefone no porta luvas com o Google Maps compartilhando a localização e bateria, então serve de rastreador caseiro.

     Outro uso interesse pro Vivo Easy é em central de alarme e monitoramento. Algumas centrais, além da conexão com uma linha de telefone fixa, tem slot para colocar um chip. No caso de disparo do alarme, ela liga e envia SMS. Como esses ventos podem ser raros, manter um plano de celular apenas pra isso pode se tornar oneroso. Assim, como o Easy não depende de recargas periódicas, basta contratar algumas diárias de telefone e ele irá ativar automaticamente em caso de necessidade.

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dez 18

Muito CUIDADO com a oferta de trial do Google Suite

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 18/12/2017 às 12:22h

     Devo confessar que sempre fico com um pé atrás quando alguém me oferece algo de graça, mesmo que seja uma empresa grande. Se pedem cartão de crédito então, ae que eu fico com os dois pés atrás e raramente me convenço que vale a pena o risco. Como eu geralmente deixo meu cartão da NuBank bloqueado, se alguma empresa tenta me cobrar algo, eu sou avisado. Assim, diminuo um pouco toda aquela chateação de ficar reclamando pra pedir o estorno.

     Desde 2011 que uso os serviços de email corporativos da Google. Por sorte, na ocasião eles eram novatos nessa área e estavam dando de graça, pra toda vida, vários serviços que depois viriam a ser pagos. Mas, vez ou outra, eles enviam propagandas pra tentar fazer esse pessoal que só usa e não dá lucro algum, gerar receita para a empresa. Eu sempre ignoro, mas no final de novembro, cai na besteira de aceitar. Porque, conforme eles anunciaram, se eu não gostasse, teria 30 dias pra voltar ao gratuito.

     Hoje eu decidi que realmente não valia a pena pagar pelo serviço, já que o gratuito me atendia bem. Porém, ao tentar fazer isso, me deparei com um erro no painel. Assim, fui procurar na documentação e segui algumas dicas, mas nada deu resultado. Logo, só me restou acionar o suporte e acabei ligando no 0800.

     Como eu achei que fosse um erro comum e fácil de resolver, não vi necessidade de gravar a chamada desde o começo. Só comecei a gravar (vídeo acima) ao 18 minutos, quando a atendente me disse que realmente não teria como migrar e eu deveria pagar pelo serviço. Como eles cobram USD 10 por conta criada, daria uns USD 120. Ou seja, uns R$ 400,00 se converter usando o dólar do cartão, mais IOF. Um absurdo que eu certamente não iria aceitar.

     Pela gravação dá pra ver que, mesmo eu dizendo que iria procurar o Juizado Especial Civil, a atendente foi irredutível (inclusive sendo um tanto grossa em determinados momentos). Disse que não teria mais o que fazer e queria me despachar logo. Eu tentei de um tudo e não teve jeito. Já estava conformado que perdi mesmo, então contratei uma empresa de hospedagem por R$ 39,90/ mês e comecei o processo de migração.

     Para a minha enorme surpresa, cerca de 2 horas depois, me ligaram do Google pra pedirem desculpas pelo ocorrido. Segundo eles, houve um erro no atendimento e daria sim pra migrar. Claro que fiquei muito feliz, mas também me gerou uma enorme dúvida se devo continuar a confiar numa empresa que me tratou tão mal. Será que me ligaram porque reclamei no Twitter e alguém viu a m. que fizeram ou simplesmente a primeira atendente ficou com a pulga atrás da orelha? Nunca vou saber. Mas como eu tentei de tudo na primeira ligação, não acredito muito na segunda opção.

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dez 13

Comentários do relógio Huami Xiaomi Amazfit Pace

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 13/12/2017 às 23:35h

     Continuando na minha saga para achar um bom substituto para a Xiaomi MiBand 2, hoje eu recebi o relógio Amazfit Pace, também da Xiaomi. Na realidade, ele é feito por uma empresa chamada Huami, que é uma subsidiária da marca chinesa mais conhecida dos brasileiros. E por que eu resolvi comprar esse aparelho? Porque muita gente anda falando super bem dela, especialmente YouTubers de tecnologia.

     No vídeo logo acima eu faço meus comentários a respeito da pulseira. Em resumo: você achou bonito e tem um Android? Pode comprar. Tem um iPhone? Esquece. Isso porque os apps são tão diferentes que nem parecem da mesma empresa. Além do visual, os recursos, estabilidade e bugs são bem diferentes, sendo que no Android funciona super bem e no iOS é um lixo, com vários travamentos, desconexões e falhas de sincronia.

     Durante os meus testes, no decorrer de uma caminhada de aproximadamente 20 minutos, eu fui fazendo medições do batimento cardíaco e, estranhamente, em todas as 7 medições, o resultado foi exatamente o mesmo: 84 BPM. Improvável, mas possível. Porém, eu estava com outros 4 aparelhos de controle: uma cinta Garmin, outra Polar, o Galaxy S8 e a MiBand 2. Todas acusaram que a medição do Amazfit Pace estava muito errada.

     Além disso, no vídeo também fica claro a instabilidade do app para iPhone, que não conseguia sequer sincronizar os passos. Isso porque, antes disso, eu já tinha tido vários problemas para sincronizar o próprio relógio, como você pode ver aqui nesse outro vídeo. Eu fiz questão de gravar tudo porque esse gadget é muito amado e, ao criticá-lo, sei que os fãs vão falar que o problema é comigo e não com o gadget. Bom, os vídeos estão ae para mostrar.

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dez 12

Comentários da pulseira fitness Samsung Gear Fit2 Pro

Sem Comentarios »Postado por GordoGeek em 12/12/2017 às 13:28h

     Desde 2011 que uso algum tipo de “dispositivo vestível” para monitorar passos e sono. Passei por diversos modelos, de vários fabricantes. Mas ultimamente me senti incomodado com relógios, especialmente pelo fato de ficarem raspando o notebook. No caso do MacBook, que tem corpo de alumínio, o atrito com a pulseira (geralmente na trava metálica) gera um ruído muito desagradável. Assim, acabei optando por pulseiras mais leve e com a tira praticamente inteira de borracha. É claro que eu poderia tirar o relógio quando fosse trabalhar e colocá-lo de novo ao término. Até tentei fazer isso, mas não me adaptei a rotina. Sempre acaba esquecendo o relógio, o que me obrigou a pensar em algo com mais praticidade.

     O problema é que estou sentindo muita falta de ter notificações no pulso, especialmente quando estou dirigindo ou operando o drone. É muito chato ter de parar tudo que estou fazendo pra tirar o telefone do bolso e verificar o motivo dele ter apitado ou vibrado. Assim, comecei a pesquisar algumas opções e achei interessante a Gear Fit2 Pro da Samsung.

     Apesar de ter um custo um tanto elevado (R$ 1.100), a pulseira é bonita e bem construída. Ela tem recursos interessantes, é leve e a bateria dura mais de 1 dia. Porém, o que mais me irritou nela foi a qualidade da tela num ambiente de muita luz. No vídeo acima eu faço mais comentários sobre o produto.

     Em tempo: me perguntaram se eu não gostaria de vender algum dos relógios antigos. As baterias estão bem ruins. Não dura nem 2 horas de uso. Por isso acho melhor não vender e evitar dor de cabeça. Mas se mesmo assim, alguém quiser comprar e se arriscar a trocar a bateria, me contate.

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